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Our Family

Chapter 17: Bônus - Our Pleasure

Summary:

Harry tem um problema: seu corpo arde em tesão e seu marido está ocupado demais no trabalho agora.

Ou aquela em que Harry precisa de um pouco de atenção e tira Louis de uma reunião apenas para fodê-lo.

Notes:

OII, esse é o bônus de Our Family!

Seguem as tags encontradas nessa história:

(se você não gosta de alguma delas, não leia. Tenho certeza que há uma história que seja do seu agrado em outro lugar)

- ltops/hbottom;

- Mpreg Harry;

- Praise kink leve;

- Lactation kink;

- Uso de brinquedos sexuais;

- Breeding.

No mais, não se esqueça de votar e comentar para fazer uma autora feliz e boa leitura, vejo você na próxima!

Mitzie. 

(See the end of the chapter for more notes.)

Chapter Text

Harry está sozinho, solitário e abandonado, não só por seus filhos, mas por seu marido também. E desse último ele é capaz de chorar só de pensar.

As crianças estão ocupadas na escola e isso é ótimo se não fosse o distrair enquanto que Louis está trabalhando. Era suposto que ele começasse a diminuir as idas para a empresa e até estava treinando seu assistente para isso, mas hoje não era um desses dias e uma vez que Harry tinha sido intimado por seu amigo/sócio a ficar em casa o máximo que pudesse porque estava grávido de sete meses e meio, ele não tinha muitas opções.

Ele choramingou que ia morrer de tédio e que podia trabalhar mais um pouquinho, então o máximo que conseguiu foi continuar indo apenas algumas vezes na semana e quando não pudesse Louis tiraria o dia para ficar em casa. (Ele também tomou uma bronca da médica dele dizendo que repouso nunca era demais e aí teve voto vencido).

De qualquer forma já era dezembro e Harry entendia o privilégio que ele e Ariel tinham em poder ficar quentinhos o dia todo, fazendo carinho em Clifford até que o resto da família desse o ar da graça. Mas hoje, especialmente, ele já tinha ajustado o aquecedor do quarto três vezes e tinha se livrado do moletom que roubou do marido para se manter próximo.

Sobrava ele, enrolado apenas em um roupão mal fechado, porque não queria apertar sua barriga e ela estaria a mostra de qualquer forma, enquanto tentava se concentrar na lista que veio no email na galeria e fazia quase quarenta minutos que ele não conseguia passar da metade.

Ele queria Louis.

Além de solitário, ardia em tesão por querer seu marido com ele o satisfazendo como só ele podia fazer, Harry se recusava a se tocar porque sabia que terminaria frustrado e era capaz de chorar por não ter Louis com ele.

E já quer chorar agora! O quão patético é seu estado?

Quando fechava os olhos e suspirava apertando os dedos contra o tecido leve e bege, engolia saliva e terminava mordendo seu lábio para não gemer sozinho com a sua imaginação sonhando com a possibilidade de engolir com vontade o pau de Louis, o deixando molhado momentos antes de ser fodido por ele.

Seu pênis vazava endurecido na boxer que deveria ser confortável, mas nesse momento era objeto de tortura de seu ser.

Ele tem que tomar uma decisão desesperada e a única que é viável seria chamar Louis e mandá-lo de volta para casa, seja lá o que estivesse fazendo na empresa.

Ele estaria sendo egoísta em fazer isso? O homem estava na sua, quieto, trabalhando e garantindo parte da renda da família como sendo seu principal objetivo. Ele devia andar de um lado para o outro dando ordens para tudo e todos dentro daquele terno escuro marcando os bíceps que Harry mesmo tocou naquela manhã quando deu-lhe um beijo de despedida.

Louis fica tão gostoso naqueles ternos.

Harry geme. De novo.

Ele aperta mais o tecido, alcançando sua pele e arranhando de leve a coxa clara e suspira.

Foda-se a empresa, ele pensa em um fio de clareza quando desiste daquela lista idiota e procura o contato do marido no celular.

Louis vive dizendo que ele pode chamá-lo sempre que precisar e para qualquer situação. Essa parece ser uma situação importante e ele vai usar isso a seu favor.

Se terminar com Tomlinson enterrado dentro dele e expulsando de si todo aquele calor, ele não se arrependeria nem por um mísero segundo.

Harry:

Amor?

O que 'tá fazendo?

Harry envia e checa dez mil vezes para não parecer tão desesperado de início e nem errar alguma frase.

A resposta chega depois de quase um minuto inteiro; Harry quase mandou outra ou apertou o botão de ligação durante aquele intervalo. Ele também se ajeitou na cama buscando uma posição mais confortável e que confesse seu calor.

Não que fosse adiantar.

Louis:

Oi, hazz.

Vou entrar em uma reunião agora...

Tudo bem aí?

Harry:

Você pode voltar para casa mais cedo?

Quero você aqui...

Claro que Louis tinha uma reunião. Harry bufou ao ler aquelas palavras, se pudesse iria até lá, mas ele queria tudo e tudo incluía sua cama confortável. Mesmo que fosse bastante excitante roubar o marido de uma reunião; ele já fez isso outras vezes e não se arrependeu.

E absolutamente ninguém pode culpá-lo. Criar filhos toma grande parte do tempo dos pais e embora Harry amasse seu papel de mãe, ele precisava ser criativo quando Louis e ele queriam um ao outro e isso incluía aproveitar o tempo livre.

Do outro lado do telefone, Harry quase pode imaginar seu marido ponderando se ele está sendo o grande manhoso que é ou se precisa de alguma ajuda séria.

Só pra constar, ele precisa de uma ajuda seríssima.

Louis:

São poucos minutos, amor.

É coisa rápida, logo eu estarei de volta, prometo.

E aparentemente Louis chegou a conclusão mais perto da verdade e o mais longe o possível dá vontade de seu marido. Se Harry não estivesse tão obcecado por ser tomado por Louis, ele o teria odiado um pouco.

Harry bufa abertamente dessa vez e afunda a cabeça no travesseiro. Ele larga o celular em cima do peito e questiona se pode esperar e ter pouquíssimo tempo sozinho antes dos filhos voltarem ou se continua insistindo até conseguir o que quer. Exatamente o que quer.

Seus olhos se fecham novamente quando seus dedos percorrem o robe até abrir o laço tão mal amarrado que se desfaz no mínimo toque. Suas digitais se arrastam pela barriga protuberante sendo suficiente para tirar dele um novo suspiro sonoro.

Aquilo serve para sua tomada de decisão, principalmente quando ele esbarra pela ereção e sente sua entrada se apertar ao redor do nada, visto que ele quer muito ter algo para se apertar em volta.

- Oh, Lou - dessa vez ele é realmente alto e seu polegar apenas se arrastou por seu comprimento, seus pés plantaram no colchão macio lhe dando uma área melhor para se alcançar. Mais líquido encharcou o tecido que ganhou uma mancha escura na frente.

Mas aquilo não era nada e ele queria tudo.

Harry:

Louis, eu estou duro e quero que você volte para casa para me foder.

Eu não ligo pra sua reunião.

Harry bufa quando envia, como se estivesse irritado de verdade que alguém marcou uma reunião deixando seu marido ocupado quando ele estaria necessitado dele.

Ele solta um muxoxo, então, quando nota as mensagens apenas visualizadas e Louis deixando de ficar online. Deixando ele também.

Não há nem como dizer que Louis o odeia ou coisa do tipo, porque ele é literalmente a pessoa mais idiota por Harry que existe nessa terra e talvez ele estivesse mesmo ocupado demais para atender os desejos quentes, mas mimados, do seu marido grávido.

Harry diz pode dizer que o odeia e o odeia por tê-lo engravidado de novo e o deixado tão quente e desejoso. Ele ama Ariel, embora, porque seu bebê não tem culpa de nada nesse caso.

Harry acha que não pode fazer muito mais agora. Se Louis não pode largar o trabalho e vir cuidar dele, tudo que pode fazer é cuidar de si mesmo, tirar de si todo esse calor e não vai chegar aos pés, mas pode ajudar.

Ele não sabe quanto tempo passa, mas deixa seu celular de lado, se o mundo resolver cair ele vai saber de qualquer forma.

Harry se levanta então e caminha até o closet, se estica na prateleira mais alta em busca de um lubrificante pela metade que sabe que tem que estar lá. Uma vez ele e Louis esqueceram de guardar no lugar certo e foi complicado explicar para crianças de cinco anos o que era aquele "álcool em gel com cheiro de morango".

Felizmente, ele está sozinho e pode usá-lo à vontade. Sem ressentimentos.

Ele também acha numa caixa de sapatos disfarçada o pacote com um vibrador que têm. Fora uma ótima aquisição para se divertir sozinho ou mesmo com Louis.

Harry teve um arrepio ao se lembrar da vez em que o marido fodeu com jeito suas coxas enquanto aquele brinquedo vibrava incessantemente no seu ponto de prazer. Louis ainda o segurava firme e dizia frases sujas em seu ouvido.

Fora épico. Estava no seu top 3 certamente. Harry acha que nunca tremeu tanto como naquele dia.

— Vou matar o Louis quando voltar — Harry resmunga - era mais como um gemido, mas ele se recusa a acreditar - enquanto volta para a cama.

Ele não se importa nem um pouco em parecer um grande mimado, qual a graça de ter um marido como Louis e não poder tê-lo quando necessitar?

Seus seios, já praticamente prontos para começar a produzir leite, também doem, ele tem quase certeza que se mexê-los do jeito certo pode literalmente ordenhar a si próprio. Ele sabe que Louis é mil vezes melhor nisso e mil vezes mais obcecado nisso também.

Mas Louis não está lá e Harry precisa se satisfazer de alguma forma.

Ele se mantém com o robe, mas se desfaz da boxer, deixa seu membro rubro e rígido encostar no seu estômago, Harry pode simplesmente bater uma e resolver seu problema, mas ele sabe que não funciona assim, ele sente no seu âmago o quanto quer algo o fodendo, o fazendo se sentir preenchido.

Harry se deita de lado, então, abre o lubrificante e molha seus dedos. Sozinho é difícil, com sua barriga grande também, mas ele consegue alcançar sua entradinha enrugada de modo que esfregue os dedos nela e suspire alto pelo mero contato.

Ele gosta do ato de se provocar e fazer se sentir bem, mas seu autocontrole não é dos melhores, ele acaba enfiando um dos dedos e logo em seguida o segundo muito rapidamente. Seus olhos se fecham e sua boca se abre num gemido mudo quando se sente alargar nos seus próprios dedos.

Seu canal se aperta e os esmaga, seus pelos se eriçam arrepiados com o prazer repentino atingido e ele murmura quase choroso.

Ainda não é o que ele quer.

Mas Harry não desiste, ele resolve colocar um terceiro dedo, talvez consiga um ângulo melhor agora. Ele choraminga movimentando seu quadril e quando percebe que os dedos não são suficientes e não alcançam lugar nenhum, apenas lhe arrancam suspiros curtos, ele resolve usar o vibrador.

Ele não tem a melhor potência do mundo, mas esse é só Harry colocando defeito em tudo que não seja seu marido o comendo gostoso.

O brinquedo ganha seu tratamento especial quando Harry se excita um pouco mais o colocando na boca e chupando, seus olhos se fecham como se pudesse levar sua imaginação longe. Ele lambe e baba na extensão borrachuda e envolve seu punho em seu pênis quando deita de costas.

Ele praticamente fode sua boca e fode a sua mão golpeando-a ao subir seus quadris no ar e geme abafado sem intervalos, apenas do jeito que sente necessidade.

Harry perde a noção do espaço e do quão bagunçado e barulhento é, tem cachos em volta da sua cabeça já não tão mais alinhados, seu corpo que era como se tivesse sido esculpido por deuses, com as pernas espalhadas, a barriga protuberante, a pele clara com algumas constelações de pintinhas espalhadas.

E o roupão em volta de tudo isso, Harry se sentia gostoso. Uma mamãe gostosa e com muito tesão acumulado.

Talvez fosse por isso que quando se cansou e se virou de novo para colocar o vibrador ligado dentro do seu cuzinho alargado pela preparação, ele fez movimentos rápidos e certeiros, um tanto quanto impensados.  Com isso, não levou praticamente nada para que estivesse gozando em sua barriga e coxas, num gemido alto e manhoso.

Se isso ao menos tivesse feito um efeito positivo...

No segundo seguinte à onda do orgasmo, Harry começou a se sentir quente de novo. Só aquilo não tinha nem feito cosquinhas no tamanho do prazer que precisava atingir.

Ele precisava de Louis.

Por mais que tenha vindo com os estímulos, ainda se sentia excitado, com nada ele já poderia ficar duro outra vez. Ele ainda tinha o vibrador em seu interior e seu braço meio que doía por ter de afundá-lo dentro de si.

E Harry de repente se viu chorando de frustração, por que por mais que tentasse, não ia chegar muito longe agora e o máximo que aconteceria era ter de tomar um banho frio e torcer para que quem sabe de noite pudesse ter algo com o marido.

— Haz? Oh amor...

Tão envolvido em sua bolha, Harry não ouviu o barulho do portão ser aberto, nem Louis subindo as escadas até o quarto do casal, se sentindo esquentar quando vê o esposo se debulhar no próprio prazer, sujo com ele próprio e realmente muito bonito no centro da cama deles.

Quando recebeu a mensagem, não considerava deixar a reunião para retornar, mas ele sempre está pronto para tudo que Harry pedir, isso inclui colocar seu assistente para participar da reunião dele e ir cuidar do seu marido muito grávido e muito, muito excitado.

Harry apenas vira a cabeça, ainda meio jogado na cama macia, com lágrimas deixando seus olhos. Quando ele vê o marido ele sorri e suspira fundo, é como se todos os seus desejos tivessem se realizado bem ali.

Ele se vira e se ajoelha na cama, Louis se aproxima ficando frente a frente com ele. Harry está simplesmente lindo com o robe caindo nos seus ombros, o corpo nu, com os seios inchados e a barriga grávida dando um detalhe final.

— Perdi o sinal no meio do caminho e não pude te avisar — Louis se explica. — Achei que fosse melhor apenas vir e-

Louis não termina porque tem seu esposo simplesmente atacando seus lábios, as mãos segurando as laterais de seu rosto de forma firme e a língua pedindo passagem para provar seu gosto.

Tomlinson ressente por ter demorado tanto para chegar, não esperava encontrar Harry chorando de excitação, mas meio que se esvai quando é tomado pelo fogo que vem em direção do corpo excitado do marido.

Harry não está nem perto de estar saciado e levemente trêmulo pelo orgasmo recente, ele tinha partes do seu corpo ainda manchadas de gozo e um vibrador enfiado no seu interior, ele já sente uma nova semi ereção na sua coxa provando que está mais que pronto para Louis.

— Você está tão necessitado, meu bem — Louis murmura ofegando pelo beijo intenso tomado, ele não perde tempo ao apertar a apertar a cintura e pressionar os dedos na pele alva. — Não pôde nem me esperar chegar em casa.

— Eu preciso de você, Lou — ele pede, agora seu coração batendo forte porque tem Louis com ele finalmente.

— Sou todo seu — Louis promete, suas mãos deixando um caminho de calor até o cuzinho pressionado pelo vibrador desligado. — Nem mesmo se foder sozinho funcionou, não é? Você precisa de mim te fodendo gostoso para se satisfazer.

Harry mia em resposta concordando quando balança a cabeça positivamente. Ele poderia ter respondido, mas não o fez por ter sua entrada mais aberta quando Louis empurrou mais o brinquedo em seu interior.

Harry cola seus lábios na pele do pescoço do marido, sugando a pele e se deliciando por finalmente estar sendo tocado por ele. Suas mãos vão ávidas no corpo de Louis para retirar as suas roupas, ele o quer por inteiro em sua cama.

— Faça amor comigo, Louis — Harry pede num momento de êxtase pelas mãos de Louis em seu corpo.

O desespero de ambos e a excitação crescente em Louis faz com que o não demore nada para que todas as roupas estejam ao chão, até mesmo o robe bonito de Harry fica escorrido na ponta da cama. Ele não precisa mais dele agora que pode ser coberto pelo corpo de Louis tão bem.

Ele tem beijos queimando em toda a sua pele, uma trilha gostosa de sentir quando se sente ainda mais duro que antes.

Louis não perde tempo em tracejar suas digitais no corpo bonito e cheio de curvas, ele ama cada detalhezinho do marido, sussurrando como ele era a obra de arte mais linda que já teve a honra de olhar.

Ele planta um beijo no topo da barriga antes de seguir, sempre o mais carinhoso possível. É tão bom amar Harry, que ele o teria assim por horas, disposto e sensível em seu toque.

Quando ele chega aos seios, não tarda em beijar com mais delicadeza, sabendo como Harry era sensível ali e sorrindo com o ofego que ganha. Harry também enrosca e aperta sem pudores os fios de sua nuca como se o incentivasse a continuar.

— Já estão tão cheinhos, haz — Louis diz, deixando a sua língua provocar o biquinho marrom arrepiado do seio direito. — Senti falta deles assim.

Dizer que Louis era louco pelos peitos do marido era pouco, só Harry e ele sabiam o quão encantado por eles ele era. Se pudesse viveria ali, os sugando ou usando como um lugar bom para um cochilo.

O fato de Harry poder amamentar é um ponto a mais, se pudesse Louis competiria com seu filho pelo leite que a mamãe pode dar.

Os olhos brilhantes de Louis enquanto chupava calmamente um dos seios e estimulava o outro com a mão moldada nele quase faria Harry querer revirar os olhos e tombar a cabeça para trás.

— Eles vazaram hoje cedo — ele conta a informação de ouro, não havia acontecido ainda até agora, o brilho realmente faísca quando Louis procura o seu rosto.

Harry traz sua mão para o rosto de Louis, tocando com uma carícia leve na ponta dos dedos.

— E são seus... — ele suspira. — Você quer, amor? Me ajudar a esvazia-los?

— Vou te fazer sentir melhor, Harry — Louis promete, a voz rouca e baixa pelo tesão acumulado em só uma frase dita pelo esposo.

Ele o quer tanto que seu pau chega a fisgar com a ideia do leitinho descendo a sua garganta.

— Sim... Vá em frente, amor — Harry pede, tão necessitado quando Louis. — Mama neles direitinho.

Louis não perde tempo em abocanhar o seio farto em sua boca, lambuzando e deixando bem molhadinho enquanto chupa.

Há certas imagens que fazem Harry se sentir no paraíso; Louis mamando seus peitos certamente era uma delas.

Ele se sentia literalmente nas nuvens e Louis não parecia tão diferente, seus olhos se fechando com a sucção, se deliciando com as gotinhas de leite ainda escassas que recebia de agrado no seu paladar.

— Eu amo tanto seu gosto, porra — Louis diz quando o solta por um momento, uma linha escorre no canto do seu lábio e ele captura com sua língua.

Harry geme com a fala, seu quadril se erguendo quando ele se esfrega no quadril de Louis. É uma forma de se aliviar novamente e pedir para que continue sem parar com os estímulos. Louis busca sua coxa e a aperta sem pudores.

Harry ama quando se sente apertar em todos os lugares de sua pele, é tão incrivelmente bom ser tomado pelo esposo. Ele ficaria horas se sentindo ser amado por Louis.

Louis continua com seu objetivo, mamando em Harry como um verdadeiro merecedor de tal ato e arrancando do esposo todos os sons mais bonitos que já pôde ouvir na vida. 

— Quero sentar em você, Lou — Harry pede antes que o marido tenha a menção em ir para o outro seio, como já tinha pensado em fazer quando se aproximava.

Por isso ele logo muda a posição para se deitar no colchão, meio inclinado, apoiado nos travesseiros e permitir que seu Harry use suas coxas de apoio. Enquanto isso Harry se livra do vibrador que até ali o mantinha abertinho só esperando o pau de Louis.

O cacheado é rápido em se movimentar, praticamente sedento em rebolar gostoso no colo de Louis.

— Vem, amor — Louis incentiva, segurando os braços de Harry para que ele se apoie nele antes de se encaixar no colo do esposo. — deixa meu pau preencher seu cuzinho , hum?

Harry encaixa lentamente sua entradinha apertada, mesmo com toda a preparação nada de comparava ao membro grosso do marido, ele faria tudo por isso. Seus gemidos evidenciam isso enquanto se adequa no colo alheio com cautela para ajustar seus corpos e membros.

Harry não via a hora de se sentir preenchido, totalmente cheio do marido, tanto que sente seu baixo ventre fisgar em antecipação, em cada centímetro que recebia.

O sexo com Louis é sempre incrível, Harry sempre acaba tremelicando e relaxado por horas.

Harry teria alguma provocação em mente, mas ele está ocupado xingando ao se sentir alargar para que caiba tudo dentro dele. Ele morde seu lábio forte, o que só abafa seus sons de apreciação, Louis captura cada nuance no seu olhar, hipnotizado por Harry que agora soa mais como um anjo.

Mesmo com a barriga avantajada, o encaixe entre eles é perfeito, Harry ama como seu pau fica apertadinho contra a barriga de Louis enquanto ele se apoia na cabeceira.

Harry tem um gemido e sua cabeça tombada para o lado, seus lábios entreabertos demonstrando todo seu prazer em sua bolha de amor e êxtase.

Louis não demora nem um segundo para aproveitar e beijar o pescoço branquinho e exposto. Ele se segura para não marca-lo inteiro, mas suas mãos na cintura do cacheado já parecem suficiente por hora.

Harry simplesmente ama muito como se torna suscetível a Louis quando estão juntos e interligados, é como se suas almas se mostrassem como uma só.

Ele para quando chega no fim, se acostumando com o volume, mas se distrai fácil com os beijos delicados e doces. Suas mãos se fincam nos ombros alheios,. Quando Harry se acostuma com a invasão se torna até meio desesperado em começar a rebolar avidamente contra as coxas de Louis.

Louis dispõe suas mãos nas bandas cheinhas, apertando e afastando para deslizar melhor. Ele deixa que gemidos saiam deliberadamente de seus lábios finos.

— Está confortável, haz? — Louis questiona, a pura preocupação natural com Harry não importa a situação.

— Totalmente — Harry promete, mexendo os quadris e sorrindo para Louis em resposta.

Louis tem os seios outra vez balançando em cada vez que Harry se move bem na frente de seu rosto. Um deles, o que não teve atenção nenhuma além de alguns toque, até oferece pontinhos brancos em seu bico.

Ele se sente salivar na hora.

Louis simplesmente se inclina para tê-lo em sua boca, pressionando com a língua e sugando em seguida, uma média entre cautela e pressa. Harry parece só perder mais o controle, o combo de ser fodido e chupado, apertado com jeito parece extremamente atrativo agora.

— Você é sempre docinho, amor — Louis diz num momento que o solta, apenas para retornar depois com mais afinco.

Seu paladar se agraciava com o leitinho molhando sua boca, ele era totalmente obcecado por tudo que vinha de Harry.

Harry é todo sobre concordâncias excessivas, gemidos e cachos caindo no rosto. Uma bagunça bonita e erótica, se permitindo sentir tudo que te direito de receber. Seu corpo todo clamava pelo marido.

Louis tece elogios e mais elogios sobre ele, como ama seus peitos, como ele é o mais lindo e o mais gostoso do mundo inteirinho. Harry responde se movendo com mais rapidez e se cansando em finalmente saciar toda aquela vontade de antes.

Eventualmente, Louis tem de tomar partido e assumir a posição, mãos se apertando em todo lado, pois Harry se vê com dificuldade de atingir seu prazer sozinho apenas, mesmo com os estímulos a mil em seu corpo.

Ele o segura com mais firmeza e começa a estocar para cima a entradinha avermelhada e surrada agora. Harry abraça seu corpo, ambos se tocando pela proximidade e movimentação.

Harry se sente completamente tomado agora, sentindo Louis indo fundo em seu interior como ele precisava, sem demora, ele já sentia um orgasmo alcançar seu sistema.

— Porra, sim! — ele ofega, satisfeito com o que conseguia. — Desse jeito, amor, mete mais.

Por um segundo até lamentou que não tivessem vizinhos tão perto para que ouvissem o quão bem seu marido o comia. Seu lado mais exibicionista falando alto, mas ele estava bem com isso.

Louis atende o pedido, nunca desvencilhando do corpo alheio, sendo avido em foder Harry da melhor forma. Sentia seu corpo pegar fogo, ele estava no auge de seu prazer tendo o canal apertando seu pau o tempo inteiro.

Os olhos de Harry se rolam quando tem seu ponto de prazer surrado repetidas vezes. Seus dedos se apertam e ele até gostava de pensar que deixa a pele arranhada eventualmente tirando gemidos a mais de Louis.

As bolas cheias batendo em seu bumbum deixam a pele avermelhada pela força aplicada e deixam o ambiente com uma trilha sonora ainda mais propícia.

— Vai vir dentro de mim, lou? — ele pergunta entre focar no olhar azul ou se engasgar nos próprios gemidos. A fala entrecortada pela forma que seu corpo balançava a cada movimento. — Me deixa cheio da sua porra pra me lembrar o dia inteiro que esteve aqui.

— Você sempre quer estar jorrando porra, não é? — Louis ofega na pergunta. — Tão guloso que não aguenta ficar sem alguma coisa te preenchendo. Vou te encher todinho, meu amor — ele promete. — Vem gostoso comigo, uh?

— Uhum, por favor Lou, eu quero tanto — Harry diz em tom de súplica.

Dito e feito, não demorou nada para que cada um deles estivesse alcançando um orgasmo intenso e quente. Louis deixando toda a sua porra no interior de Harry e Harry esporrando suas barrigas.

Embora o cacheado tenha derretido nós braços de Louis, cansado pelo segundo orgasmo em uma hora e com um gemido mudo, este não parou de imediato, os deixando sentir até a última gota de prazer existente.

Quando saiu, pode ver seu gozo escorrer pelas coxas torneadas do marido, o que lhe deu um sentimento de posse inimaginável. Harry o sentiu só pelo aperto seguinte em sua pela.

Eventualmente, Harry e Louis estão regulando suas respirações deitados sobre o colchão de lençóis amassados.

Harry se deita com a cabeça no ombro de Louis, sua perna sobre a outra dele, ganhando carinhos no pele com a ponta dos dedos do marido.

— Eu amo você — Harry profere com calma, beijando o maxilar de Louis. — Obrigado por vir.

— Não agradeça — Louis sorri. — Porque eu te amo mais. Você é incrível.

Então Harry se aconchegou ainda mais contra Louis, feliz, saciado e sonolento.

Eles provavelmente teriam que se levantar e lidar com toda aquela bagunça que fizeram, mas os corpos cansados só queria um chamego um pouquinho antes de lidar com todas as obrigações eventuais.

Harry até adormeceu, mas só depois de receber muito beijos e outras carícias de Louis, o suficiente para se sentir ainda mais amado.

Notes:

Me dêem o feedback de vocês! O que acharam?

Notes:

Oi! Nem acredito que finalmente apresentei minha família linda para o mundo!!!!

Andei meio insegura com o capítulo antes de postar, então, se você chegou até aqui, me deixe saber o que achou, por favor!

O padrão dos capítulos, vai ser mais ou menos nesse tamanho, estou aberta a críticas ou eventuais ideias.

Você pode me seguir no tumblr (ilydorothrry) ou twitter (louistfavgirl)

Obrigada por ler, amo todos vocês e até a próxima.

P.s. deixe um comentário para eu saber como estou indo.