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Que tal um novo começo lendo: Harry Potter e a Pedra Filosofal

Summary:

Harry Potter, Hermione Granger, Ron Weasley, Ginny Weasley, Neville Longbotton, Luna Lovegood decidiram viajar no tempo para tentar impedir todas as tragédias que aconteceram durante os anos escolares, mas muitas coisas ruins poderiam acontecer, ou não... Será que sexteto vai conseguir cumprir a missão?

Chapter 1: O menino que sobreviveu

Chapter Text

-Não gostei do título- James fala

O Sr. e a Sra. Dursley, da rua dos Alfeneiros, nº 4, se orgulhavam de dizer que eram perfeitamente normais, muito bem, obrigado.

-Já não gostei- Sirius se interrompe

-Se a história é dos Potter por que estão falando dos Dursley? - Frank pergunta

Lily achou que conhecia esse sobrenome, só não sabia da onde

Eram as últimas pessoas no mundo que se esperaria que se metessem em alguma coisa estranha ou misteriosa, porque simplesmente não compactuavam com esse tipo de bobagem.

-Chatos- Remo fala

O Sr. Dursley era diretor de uma firma chamada Grunnings, que fazia perfurações.

-O que é isso? - Alice pergunta

-Buracos no chão que são feitos com brocas- Mione responde e ela acena em entendimento

Era um homem alto e corpulento quase sem pescoço, embora tinha bigodes enormes. A Sra. Dursley era magra e loura e tinha um pescoço quase duas vezes mais comprido que o normal, o que era muito útil porque ela passava grande parte do tempo espichando-o por cima da cerca do jardim para espiar os vizinhos.

-Nossa que empolgante! - Lene fala fingindo e falhando miseravelmente estar empolgada

Os Dursley tinha um filhinho chamado Dudley, o Duda, e em sua opinião não havia garoto melhor em nenhum lugar do mundo.

-Mimado certeza- Lily comentou e todos do passado concordaram

-O se é- Harry sussurra para os futuro e eles concordam

Os Dursley tinha tudo que queriam, mas tinha também um segredo, e seu maior recebio era que alguém o descobrisse. Achavam que não iriam aguentar se alguém descobriu a existência dos Potter.

-O que você tem contra minha família? - perguntou James sentido

A Sra. Era Potter, irmã da Sra. Dursley, mas não se viam havia muitos anos; na realidade a Sra. Dursley fingia que não tinha irmã, porque está e o marido imprestável

-Eu não sou imprestável- se defendeu James

Lily ficou chateada pois se lembrou da relação que tinha com a irmã

eram o que havia de menos parecido possível com os Dursley.

-Graças a Merlin- James agradeceu

Eles estremeciam só de pensar que os vizinhos iriam dizer se os Potter aparecessem na rua. Os Dursley sabiam que os Potter tinha um filhinho, também, mas nunca o tinha visto. O garoto era mais uma razão para manter os Potter à distância; eles não queriam que Duda se misturasse com uma criança daquelas.

-Falar de mim até vai, mas falar do meu filho aí já é demais- James começa a se irritar, Lily se surpreende afinal ele conheceu o filho a minutos atrás

Quando o Sr. e a Sra. Dursley acordaram na terça-feira monótona e cinzenta em que a nossa história começa, não havia nada no céu nublado lá fora sugerindo as coisas estranhas e misteriosas que não tardariam a acontecer por todo o país.

-E lá vem- Sirius se interrompe

O Sr. Dursley cantarolava ao escolher a gravata mais sem graça do mundo para ir trabalhar e a Sra. Dursley fofocava alegremente enquanto lutava para encaixar um Duda aos berros na cadeirinha alta.

Nenhum deles reparou em uma coruja parda que passou, batendo as asas, pela janela.

-Coruja durante o dia em um bairro trouxa? Isso está estranho- Lily a única nascida trouxa do passado fala

Às oito e meia, o Sr. Dursley apanhou uma massa, deu um beijinho no rosto da Sra. Dursley e tentou dar um beijo de despedida em Duda mas não conseguiu, porque na hora Duda estava tendo um acesso de raiva e atirava no cereal nas paredes.

- Pestinha - disse rindo contrafeito o Sr. Dursley ao sair de casa. Entrou no carro e deu marcha à ré para sair do estacionamento do número quatro.

-Ele ainda acha bonito-Remo fala indignado

-Né- Alice concorda, os outros também concordaram com a cabeça menos Snape que ainda se perguntava por que estava ali

Foi na esquina da rua que ele notou o primeiro indício de que algo estranho ocorria - um gato lia um mapa.

-Um animago- Remo sussurrou para os amigos

-Tia Minie-completou Sirius recebendo o aceno positivo de James e Remo

-Da para os princesos pararem de cochichar- Marlene pergunta causando risada em todos menos em Snape

Por um o Sr. Dursley não disse o que vira - em seguida virou rapidamente a cabeça para dar uma segunda olhada. Havia um gato de listras amarelas sentado na esquina da rua dos Alfeneiros, mas não havia nenhum mapa à vista. Em que estava pensando naquela hora? Devia foi um efeito da luz.

-É com certeza- Ginny debocha e todos riem menos Ranhoso

Ele piscou e arregalou os olhos para o gato. O gato o encarou. Enquanto virava a esquina e subia a rua, espiou o gato pelo espelho retrovisor. Ele agora estava lendo uma placa que dizia dos Alfeneiros - não, estava lendo uma placa: gatos não podia ler mapas nem placas.

-Mas um animago pode- sussurro James para os marotos

O Sr. Dursley sacudiu a cabeça e tirou o gato do pensamento. Durante o pedido do caminho para a cidade ele não fornece em mais nada exceto no grande de brocas que tinha esperanças de receber o dia.

-Repito, que empolgante- Lene repete o que fez na primeira vez

Mas ao sair da cidade, como brocas foram varridas de sua cabeça por outra coisa. Ao parar no costumeiro engarrafamento matinal, não pôde deixar de notar que havia uma quantidade de gente estranhamente vestida andando pelas ruas. Gente com capas largas.

-Bruxos? - perguntou Lice

-Mas o que estariam fazendo em um bairro trouxa? - Lily pergunta

-Livro- informou Luna

O Sr. Dursley não tolerava gente que andava com roupas ridículas - os trapos que se viam nos jovens! Imaginou que aquilo fosse uma nova moda idiota. Tamborilou os dedos no volante e seu olhar recaiu em um grupinho de excêntricos parados bem perto dele. Cochichavam excitados. O Sr. Dursley se irritou ao ver que alguns deles nem eram jovens; ora, aquele homem desviar ser mais velho do que ele, e usava uma capa verde-esmeralda! Que petulância!

-Preconceituoso, cada um usa o que quer- Frank fala com irritação

Mas então ocorreu ao Sr. Dursley que se tratava provavelmente de alguma promoção boba - essas pessoas estavam obviamente arrecadando alguma coisa ...

-Está certo de novo olho que inteligente- Rony debocha causando risadas em todo salão menos nem preciso dizer quem é né?

é, desviar ser isto! O tráfego avançou e alguns minutos depois o Sr. Dursley chegou ao estacionamento da Grunnings, o pensamento de volta às brocas.

O Sr. Dursley sempre sentava de costas para uma janela em seu escritório no nono andar. Se não o fizesse, talvez tenha achado mais difícil se concentrar em brocas aquela manhã. Ele não viu como corujas que voavam velozes em plena luz do dia,

-Isso não é nem um pouco normal- Lily repete

embora as pessoas na rua as vissem; elas apontavam e se espantavam enquanto coruja atrás de coruja passava no alto. A maioria jamais vira uma coruja mesmo à noite. O Sr. Dursley, porém, teve uma manhã perfeitamente normal sem corujas. Gritou com cinco pessoas diferentes. Deu telefone váriosmas importantes e gritou mais um pouco.

-Super normal- Luna ironiza e todos concordam

-Olha ruiva o emprego perfeito para você- Sirius brinca

-Eu que o diga- James entra na brincadeira e Lily revira os olhos

Estava de excelente humor até a hora do almoço, quando aplicável em esticar as pernas

-Isso não faz sentido nenhum- Harry fala confuso conhecendo o tio

e atravessar a rua para comprar um pãozinho doce na padaria defronte.

-Agora sim faz- isso causa risadas em todos mesmo os que não sabiam direito quem era o Sr. Dursley, tirando como sempre Snape

Esquecera completamente como pessoas de capas até passar por um grupo delas próximo à padaria. Olhou-as com raiva ao passar.

-Raiva mesmo é o que eu sinto por você- Harry fala deixando os passado curiosos

-Por que? - Remo pergunta

-Livro- Neville diz antes que alguém solte informações do futuro

Não sabia o porquê, mas elas o deixavam nervoso.

-Por que você é chato para um caralho- Sirius se interrompe recebendo um olhar repreensivo de Lily e Alice e arrancando risada dos marotos e os do futuro

Essas cochichavam agitadas, também, mas ele não viu nenhuma latinha de coleta. Foi ao passar por elas, na volta, levando uma grande rosca açucarada em um saco, que entreouviu algumas palavras do que diziam.

- ... Os Potter, é verdade, foi o que ouvi ...

- ... é, o filho deles, Harry ...

-O que tem? - perguntou James curioso e preocupado

-Livro- Mione falou

O Sr. Dursley parou de repente. O medo invadiu-o.

-Credo, o que eu fiz para ele?

-Nada- Harry responde e leva uma cotovelada da namorada- AII, foi mal

Virou a cabeça para olhar as pessoas que cochichavam como se quisesse dizer alguma coisa, mas pediu melhor.

Atravessou a rua depressa, correu para o escritório, disse rispidamente à secretária que não o incomodasse,

-Dá para perceber que ele é bem-educado- Lily ironiza

agarrou o telefone e quase terminara de discar o número de casa quando mudou de ideia. Pôs o fone no gancho e alisou os bigodes, pensando ... não, estava agindo como um idiota.

-No caso você é um idiota- Lene debocha

Potter não era um nome tão fora do comum assim.

-Na verdade só minha família tem esse- James corrigiu

-Não no mundo trouxa- Lily afirma

-Legal- James diz sincero surpreendendo novamente Lily, ela achava que ele iria surtar falando que só a família dele poderia ter esse sobrenome, talvez ele não fosse tão imaturo assim

Tinha certeza de que havia muita gente chamada Potter com um filho chamado Harry. Pensando bem, nem sequer tinha certeza de que o sobrinho tinha o nome de Harry.

-Que ótimo tio, não sabe nem o nome do sobrinho- Remo ironiza Jamais vira o menino.

Talvez fosse Ernesto. Ou Eduardo.

-Ernesto é um péssimo nome para se pôr em uma criança, coitada- James fala pensativo

Não tinha sentido preocupar a Sra. Dursley, ela sempre ficava tão perturbada à simples menção da irmã. Não a culpava - se ele tivesse uma irmã como aquela ...

-Por que a sua é ótima- Harry defende a mãe

mas, mesmo assim, aquelas pessoas de capas ...

Achou bem mais difícil se concentrar nas brocas aquela tarde e, quando deixou o edifício às cinco horas, continuava tão preocupado que deu um encontrão em alguém parado ali à porta.

-Além de inteligente, educado ainda presta atenção no que faz- Neville finge estar elogiando fazendo todos gargalharem mesmo não vou nem falar

- Desculpe - murmurou, quando o velhinho cambaleou e quase caiu. Levou alguns segundos até o Sr. Dursley perceber que o homem estava usando uma capa roxa. Não parecia nada aborrecido por ter sido quase jogado ao chão. Ao contrário, seu rosto se abriu em um largo sorriso e ele disse numa voz esganiçada que fez os passantes olharem:

-Não precisa pedir desculpas, caro senhor, porque nada poderia me aborrecer hoje! Alegre-se, porque Você-Sabe-Quem finalmente foi-se embora! Até trouxas como o senhor deviam estar comemorando um dia tão feliz!

Todos do passado conhecido paralisados, como assim você-sabe-quem tinha ido finalmente embora? Depois de um tempo processando a informação os grifinórios apresentados a comemorar, depois de muita comemoração eles se acalmaram e Sirius continuou a ler

E o velho abraçou o Sr. Dursley pela cintura e se afastou.

O Sr. Dursley ficou pregado no chão. Fora abraçado por um completo estranho. E também achava que um chamado de trouxa, o que quer que isso quisesse dizer.

-Quer dizer que você não é bruxo- Frank falou como se fosse obvio

-É que no mundo trouxa é um xingamento- Mione explicou

Estava abalado. Correu para o carro e partiu para casa, esperando que esteja imaginando coisas, o que nunca esperara que fizesse, porque não aprovava uma imaginação.

-Que homem horrível- Lene fala

-Quem não aprova a imaginação? - pergunta Sirius indignado e horrorizado

Quando entrou no estacionamento do número quatro, a primeira coisa que viu - e isso não melhorou o seu estado de espírito - foi o gato listrado que notara aquela manhã. Agora ele estava sentado no muro do jardim. Tinha certeza de que era o mesmo; como marcas em volta dos olhos eram como iguais.

- Chispa! - disse o Sr. Dursley em voz alta.

O gato não se mexeu. Apenas lançamento-lhe um olhar severo.

-Tia Minie certeza- Sirius cochichou para os amigos

Será que isto é um comportamento normal para um gato ?, recomendo o Sr. Dursley.

-Não- todos menos Snape responderam

Continuava decidido a não comentar nada com a esposa.

A Sra. Dursley teve um dia normal e agradável. Contou-lhe durante o jantar os problemas da senhora do lado com uma filha e ainda que Duda aprendera uma palavra nova ("Nunca").

-Nossa! Que palavra linda para uma criança aprender- Lily ironizou

O Sr. Dursley tentou agir normalmente. Depois que Duda foi se deitar, ele chegou à sala em tempo de ouvir o último noticiário noturno.

"E, por, os observadores de pássaros em toda parte registraram que as corujas do país se comportaram de forma muito estranha hoje. Embora normalmente cacem à noite e apareçam à luz do dia, fadigas pássaros foram vistos hoje voando em todas As especialistas não sabem explicar por que as corujas de repente mudaram o seu padrão de sono. "O locutor se despeda um sorriso. “Muito misterioso. E agora, com Jorge Mendes, o nosso boletim meteorológico. Vai haver mais tempestades de corujas hoje à noite, Jorge? "

" Bom, Eduardo ", disse o meteorologista," não sei lhe dizer, mas não foram só como corujas que se comportaram de modo estranho hoje. Ouvintes de todo o país têm telefonado para recuperar que em vez do aguaceiro que prometi para ontem, eles têm tido chuvas de estrelas! Talvez alguém ande festejando a noite das fogueiras uma semana mais cedo este ano! Mas posso prometer para hoje uma noite chuvosa. "

-Não é possível, estão ficando loucos, assim vão nos descobrir- Lene fala recebendo a concordância de todos menos Snape

O Sr. Dursley ficou paralisado na poltrona. Estrelas cadentes em todo o país? Corujas voando durante o dia? Gente misteriosa usando capas por todo lado? E um cochicho, um cochicho a respeito dos Potter ...

-Só queria saber por que odeiam tanto minha família- diz James intrigado

A Sra. Dursley entrou na sala trazendo duas xícaras de chá. Não adiantava. Teria que lhe dizer alguma coisa. Pigarreou nervoso.

-Aleluia vamos descobrir alguma coisa- Alice fala levantando a mão para o céu

- Hum, hum, Petúnia,

Lily se engasga com sua própria saliva, Snape fecha mais a cara se é que é possível Alice grita:

-MENTIRA

-EU SABIA- Lene grita e juntamente com Alice começa a fazer uma dança estranha de comemoração

Enquanto isso Harry ajuda a mãe a desengasgar, Lily põe os braços no joelho e afunda seu rosto nas mãos negando com a cabeça

-O que está acontecendo aqui? - pergunta Sirius muito confuso

Alice e Lene vão para o lado de Lily e apontam para ela e dizem juntas:

-Apresento a vocês Sra. Potter

Todos que não sabiam abrem a boca em um perfeito O, Remo, Sirius e Frank começam a dançar junto com as meninas, James ficou paralisado por alguns segundos, depois se junta com os outros e começa a dançar falando: "eu consegui"Lily estava muito corada

-Todo mundo me deve 10 galeões – Sirius fala comemorando mais ainda

-Não acredito que vocês estavam apostando isso- disse Lily com descrença

-Não acredito que ninguém além do Sirius acreditou no meu potencial- James fingia estar magoado

-Foi mal - pediram Alice e Frank

-Nossa, mas você não tem nada a ver com ela- comentou Remo nesse momento Harry pega a varinha murmura um feitiço com os olhos fechados e os abre dando a visão da verdadeira cor dos seus olhos, Lily dá um sorrisinho que é retribuído

Depois de se acalmarem eles trocam de lugar Lily, James e Harry em um sofá, Alice, Frank, Marlene e Sirius em outro Remo, Rony e Hermione em outo Luna, Neville e Ginny ficaram no chão e Snape no mesmo lugar

 - Hum, hum, Petúnia, querida, você não tem notícias de sua irmã, ultimamente?

Conforme esperava, um Sra. Dursley provocada chocada e aborrecida. Afinal, normalmente fingiam que ela não tinha irmã ...

A ruiva mais velha deixa uma lagrima escapar, lhe doía saber que a relação com a irmã tinha piorado, James vendo isso a abraçou e para uma surpresa de todos e raiva de Snape ela aceitou , na verdade já estava pensando em dar um uma chance ao moreno a um tempo.

- Não - respondeu ela, seca. - Porque?

- Uma notícia - murmurou o Sr. Dursley. - Corujas ... estrelas cadentes ... e vi uma porção de gente de aparência estranha na cidade hoje ...

- E daí? - cortou a Sra. Dursley.

- Bem, penso ... talvez ... alguma ligação com ... sabe ... o pessoal dela.

-O pessoal dela? - perguntou Sirius se interrompendo

- Túnia não suporta magia, o pessoal dela seria os bruxos- Lily responde ainda nos braços do moreno

-Agora faz mais sentido todo ódio que eles têm pela minha família- James diz sem ligar

A Sra. Dursley bebericou o chá com os lábios contraídos. O Sr. Dursley ficou em dúvida se teria coragem de lhe contar que ouvira o nome "Potter". Decidiu que não. Em vez disso, falou com a voz mais displicente que pôde:

- O filho deles ... teria mais ou menos a idade do Duda agora, não?

- Suponho que sim - respondeu a Sra. Dursley, ainda seca.

- Como é mesmo o nome dele? Ernesto, não é?

- Harry. Um nome feio e vulgar, se quer saber minha opinião.

-Pena que ninguém pediu- Lily defende

-E Dudley é um lindo nome- James ironiza

- Ah, é - disse o Sr. Dursley, sentindo um aperto horrível no coração. - É, concordo com você.

-Sem opinião própria- Marlene fala

Não disse mais nenhuma palavra sobre o assunto a caminho do quarto onde foram se deitar. Enquanto a Sra. Dursley estava no banheiro, o Sr. Dursley foi devagarinho até a janela e espiou o jardim da casa. O gato continuava lá. Observava o começo da rua dos Alfeneiros como se esperasse alguma coisa.

-É a tia Minie- Remo afirma recebendo aceno positivo dos marotos

-Como tem tanta certeza? - Lene pergunta

-Detenções, detenções - cantarolou Sirius

Estaria imaginando coisas? Será que tudo isso teria ligação com os Potter? Se tinha ... se transpirasse que eram aparentados com um casal de ... bem ele achava que não aguentaria.

-Dramático- falou Luna

Os Dursley se deitaram. A Sra. Dursley adormeceu logo, mas o Sr. Dursley continuou acordado, pensando no que acontecera. Seu último consolo antes de adormecer foi pensar que mesmo que os Potter estivessem, não havia razão para se aproximar dele e da Sra. Dursley. Os Potter sabiam muito bem o que pensavam deles e de sua gente de sua laia .... Não via como ele e Petúnia podem se envolver com nada que ocorreu. O Sr. Dursley bocejou e se virou. Isso não poderia afetá-los ...

Como estava enganado.

-Isso não é nem um pouco bom- Lily disse com um semblante preocupado Harry concordou mentalmente

O Sr. Dursley talvez estivesse mergulhando em um sono inquieto, mas o gato no muro lá fora não mostrava sinais de sono. Continuava imóvel imóvel como uma estatua, os olhos fixos na esquina mais distante da rua dos Alfeneiros. E nem sequer estremeceu quando uma porta de carro bateu na rua seguinte, nem mesmo quando duas corujas mergulharam do alto.

-Tia Minie- Sirius afirma

-Duvido, o que ela estaria fazendo em um bairro trouxa? - pergunta Lene

-Quer apostar? - Lene assente - 5 galeões

-Fechado - e apertaram as mãos

-Vocês apostam tudo nunca vi - Neville fala rindo como quase todos

Na verdade, era quase meia-noite quando o gato se mexeu.

Um homem apareceu na esquina que o gato estivera vigiando. Apareceu tão súbita e silenciosamente que se poderia pensar que teria saído do chão.

-Aparatou - Mione afirma e "todos" concordam

O rabo do gato mexeu ligeiramente e seus olhos se estreitaram.

Ninguém jamais vislumbrara nada parecido com este homem na rua dos Alfeneiros. Era alto, magro e muito velho, a julgar pelo prateado dos cabelos e de sua barba, suficientemente longos para prender no cinto. Usava vestes longas, uma capa púrpura que arrastava pelo chão e botas com saltos altos e fivelas. Seus olhos azuis eram claros, luminosos e cintilantes por trás dos óculos em meia-lua e o nariz muito comprido e tartaruga, como se o incluído pelo menos duas vezes.

-Tio Dumby - os marotos falam empolgados

-Por que vocês chamem a professora Minerva de Tia Minie e o professor Dumbledore de tio Dumby? - perguntou Ginny

-A gente pegou intimidade por causa das detenções- Remo explica

O nome dele era Alvo Dumbledore.

-Falamos- os marotos comemoram

-O que ele tá fazendo aí? - Lily estava achando como coisas muitíssimo fora do normal

Alvo Dumbledore não parecia ter consciência de que acabara de pisar numa rua onde tudo, desde o seu nome às suas botas era malvisto.

-Como se fizesse diferença para ele- Alice diz estava ocupado apalpando a capa, procurando alguma coisa. Mas parecia ter consciência de que estava sendo vigiado, porque ergueu a cabeça de repente para o gato, que continuava a fixá-lo da outra ponta da rua. Por algum motivo, a visão do gato determinado diverti-lo. Deu uma risadinha e murmurou: "Eu dev ter imaginado."

-Vai ser a tia Minie - Sirius se interrompe confiante

-Não vai não - Lene provoca

-Continua Sirius - pediu James vendo que aquilo podia dar briga

Encontrou o que procurava no bolso interior da capa. Parecia um isqueiro de prata. Abriuo, ergueu-o no ar e o acendeu. O lampião de rua mais próximo apagou-se com um estalido seco. Ele o acendeu de novo - o lampião seguinte piscou e apagou, doze vezes ele acionou o "apagueiro", até que as luzes luzes acesas na rua toda eram dois pontinhos minúsculos ao longe

-Eu quero - choramingou James e os do futuro olharam para Rony

- os olhos do gato que o vigiava. Se alguém espiasse pela janela agora, até a Sra. Dursley, de olhos de contas, não conseguiria ver nada que estava acontecendo na calçada.

-Isso é grande coisa viu, Túnia vê tudo - Lily disse, a irmã realmente via tudo e ela sentiu falta disso, sentiu falta da irmã

Dumbledore tornou a guardar o "apagueiro" na capa e saiu caminhando pela rua em direção ao número quatro, onde se sentou no muro ao lado do gato. Não olhou para o bicho, mas, passado algum tempo, dirigiu-se a ele.

- Imaginei encontrar a senhora aqui, Profa. Minerva McGonagall.

-EU FALEI- gritou Sirius estendendo a mão para Marlene onde ela pois 5 galeões revirando os olhos

E virou-se para sorrir para o gato, mas este desaparecera. Em vez dele, viu-se sorrindo para uma mulher de aspecto severo que usava óculos de lestes quadradas exatamente do formato das marcas que o gato tinha em volta dos olhos. Ela, também, usava uma capa esmeralda. Trazia os cabelos negros presos num coque apertado. E parecia decididamente irritada.

- Como soube que era eu? - perguntou.

- Minha cara professora, nunca vi um gato se sentar tão duro.

- O senhor quer duro se tivesse passado o dia todo sentado em um muro de pedra - respondeu a Profa. Minerva.

-Por que diabos ela ficou aí o dia todo? - perguntou James intrigado

- O dia todo? Quando podia estar comemorando? Devo ter passado por mais de dez festas e banquetes a caminho daqui.

A professora fungou aborrecida.

- Ah sim, vi que todos estão comemorando - disse impaciente. - Era de esperar que um pouco mais cautelosos, mas não, até os trouxas notaram que alguma coisa estava acontecendo. Deu no telejornal. - Ela indicou com cabeça a sala às escuras dos Dursley. –Eu ouvi ... bandos de corujas ... estrelas cadentes ... Ora, eles não são completamente idiotas. Não foi possível deixar de notar alguma coisa. Estrelas cadentes em Kent, aposto que foi coisa do Dédalo Diggle. Ele nunca teve muito juízo.

-Verdade - todos do passado falaram menos aquele que nunca faz nada

- Você não pode culpá-los - ponderou Dumbledore educadamente. - Temos tido muito pouco o que comemorar nos últimos onze anos.

-Onze anos? Se estamos em 1977 e ele vem ganhando força a 7 anos, então quer dizer que é daqui a 4 anos - Frank fez os cálculos

-Vocês foram rápidos - Remo se direciona ao casal que continuava abraçado o que causava raiva e náuseas em Severo

-Não sei se fica feliz ou preocupada - Lily fala feliz e ao mesmo tempo preocupada recebendo o aceno positivo de James

- Sei disso - retrucou a professora mal-humorada. - Mas não é razão para perdermos a cabeça. As pessoas estão sendo completamente descuidadas, saem às ruas em plena luz do dia, sem nem ao menos vestir de trouxa, e espalham boatos.

De esguelha, lançou um olhar atento a Dumbledore, como se esperasse que ele dissesse alguma coisa, mas ele continuou calado, por isso ela recomeçou:

- Ia ser uma graça se, no próprio dia em que Você-Sabe-Quem parece ter finalmente ido embora, os trouxas descobrissem a nossa existência. Suponho que ele teve realmente ido embora, não é, Dumbledore?

-Espero que sim - James expõe seu pensamento e "todos" do passado concordam

- Parece que não há dúvida. Temos muito o que agradecer. Aceita um sorvete de limão?

-Um o quê? - alguns da sala perguntam

- Um o quê?

- Um sorvete de limão. É uma espécie de doce dos trouxas de que sempre gostei muito.

- Não, obrigada - disse a Profa. Minerva com frieza, como se não achasse que o momento pedia sorvetes de limão. - Mesmo que Você-Sabe-Quem tenha ido embora.

-O que custa falar Voldemort? - Marlene pergunta os do futuro e do passado exceto Snape concordaram

- Minha cara professora, com certeza uma pessoa sensata como a senhora pode chamá-lo pelo nome. Toda essa bobagem de Você-Sabe-Quem, há onze anos venho tentando convencer as pessoas a chamá-lo pelo nome que denominada: Voldemort. - A professora franziu o rosto, mas Dumbledore, que estava separando dois sorvetes de limão, liberou não reparar. - Tudo fica tão confuso quando todos não param de dizer "Você-Sabe-Quem". Nunca vi nenhuma razão para ter medo de dizer o nome de Voldemort.

-Voldemort - falaram "todos"

- Sei que não vê - disse a professora parecendo meio exasperada, meio admirada. - Mas você é diferente. Todo o mundo sabe que é o único de quem Você-Sabe ... ah, está bem, de quem Voldemort tem medo.

- Isto é um elogio - disse Dumbledore calmamente. - Voldemort tinha poderes que nunca tive.

-Por que você é muito nobre para usá-los - Lily diz

- Só porque você é muito ... bem ... nobre para usá-los.

- É uma sorte estar escuro. Nunca mais corei assim desde que Madame Pomfrey me disse que gostava dos meus abafadores de orelhas novos.

-Desnecessário - Alice fala com uma cara desgostosa

A Profa. Minerva lançar um olhar severo a Dumbledore e disse:

- As corujas não são nada comparadas aos boatos que correm. Sabe o que todos estão dizendo? Por que ele foi embora? O que foi finalmente o deteve?

-É o que a gente quer saber - James fala ansioso para receber a resposta

Aparentemente a Profa. Minerva chegara ao ponto que estava ansiosa para discutir, a verdadeira razão pela qual estivera esperando o dia todo em cima de um muro frio e duro,

-A gente também - Lily fala do mesmo modo do futuro marido

porque nem como gato nem como mulher ela fixara antes um olhar tão penetrante em Dumbledore como agora. Era óbvio que seja o que fosse que "todos" estavam dizendo, ela não iria acreditar até que Dumbledore confirmasse a verdade. Dumbledore, porém, estava estava mais um sorvete de limão e não respondeu.

- O que estão dizendo - contínuo ela - é que a noite passada Voldemort apareceu em Godric's Hollow. Foi procurar os Potter. O boato é que Lílian e Tiago Potter estão ... estão ... que estão ...

-Esqueceu como se lê Sirius? - perguntou Marlene depois de Sirius parar subitamente de ler

-Vai Sirius continua - James pediu

-N ... Não ... Não consigo - lagrimas rolaram pelo seu rosto

-Deixa eu ler - Alice pega o livro

O boato é que Lílian e Tiago Potter estão ... estão ... que estão ... mortos.

Sua voz sai fraca na última palavra, todos elaborados a chorar desesperadamente, Snape fingiu que não se importava, mas por dentro estava amargurado e com raiva de James "ora ele não conseguiu protegido-la" ou "é tudo culpa do Potter", James pensa o mesmo que não conseguirá proteger sua família.

Todos amigos do futuro casal foram os abraçar quando se separam Lily se encolheu nos braços do moreno que a abraçou mais forte, Harry lançou um olhar reconfortante, muito abalado Sirius continua

Dumbledore fez que sim com a cabeça. A Profa. Minerva perdeu o fôlego.

- Lily e James ... Não posso acreditar ... Não quero acreditar ... Ah, Alvo.

Lily e James deram um sorriso triste pelo carinho da professora com eles

Dumbledore estendeu a mão e deu-lhe um tapinha no ombro.

- Eu sei ... eu sei ... - disse deprimido.

A voz da Profa. Minerva tremeu ao prosseguir:

- E não é só isso. Estão dizendo que ele tentou matar o filho dos Potter, Harry. Mas ... não conseguiu. Não conseguiu matar o garotinho. Ninguém sabe o porquê nem como, mas está dizendo que na hora que não pôde matar Harry Potter, por alguma razão, o poder de Voldemort desapareceu, e é por isso que ele foi embora.

-COMO? - todos gritaram

-Isso é impossível - Snape fala indignado

-Livro - falou Harry fazendo os passado revirarem os olhos

Dumbledore concordou com a cabeça, sério.

- É ... é verdade? - gaguejou a professora. - Depois de tudo o que ele fez ... todas as pessoas que matou ... não conseguiu matar um garotinho? É simplesmente espantoso ... de tudo que poderia detê-lo ... mas, por Deus, como foi que Harry sobreviveu?

-Queremos saber - Lily falou irritada por não entendre

- Só podemos imaginar - disse Dumbledore. - Talvez nunca cheguemos um sabre.

-Ele sabe - os marotos falaram

A Profa. Minerva pegou um lenço de renda e secou com delicadeza os olhos por baixo das lentes dos óculos. Dumbledore deu uma grande fungada

James e Lily ficaram felizes com a consideração dos professores

ao mesmo tempo que tirava o relógio de ouro do bolso e o examinava. Era um relógio muito estranho. Tinha ponteiros mas nenhum número; em vez deles, pequenos planetas giravam à volta. Mas devia fazer sentido para Dumbledore, porque ele o repôs no bolso e disse:

- Hagrid está atrasado. A propósito, foi ele que lhe disse que eu estaria aqui, suponho.

- Foi. E suponho que você não vá me dizer por que está aqui e não em outro lugar.

- Vim trazer Harry para o tio e a tia. Eles são uma única família que lhe resta.

-Não, Túnia me odeia vai maltrata-lo - Lily se levanta entrando em desespero, mas James a puxa para que se sente novamente e tenta acalma-la

-Calma, eu estou aqui não estou? - Harry fala para mãe

- Você não quer dizer, você não pode estar se referindo às pessoas que moram aqui ?! - exclamou a Profa. Minerva, pulando de pé e escolha para o número quatro. - Dumbledore, você não pode. Estive observando a família o dia todo. Você não poderia encontrar duas pessoas menos parecidas conosco. E têm um filho, vi-o dando chutes na mãe até a rua, berrando porque queria balas. Harry Potter vir mais aqui!

-Não mesmo - Lily estava vermelha de raiva

- É o melhor lugar para ele - disse Dumbledore com firmeza. - Os tios aprendem explicar tudo quando ele for mais velho, escrevi-lhes uma carta.

-UMA CARTA? - todos gritaram

-Você pode ser essa carta Harry - Lily fingia estar calma

-Não posso falar

-HARRY, qual o nome do meio dele? - perguntou para Ginny com delicadeza

-James

-HARRY JAMES POTTER VOCÊ RECEBEU ESSA CARTA?

-Não

-Eu vu matar Túnia

-Calma lírio

-Imagina quando ela descobrir o resto - Hermione falou

-Não quero nem ver - Harry disse, Lily já estava no seu lugar de novo, Snape estava quase explodindo de raiva "como ela pode aceitar tão Fácil um filho com o Potter? "pensava

- Uma carta? - repetiu a professora com uma voz fraca, sentando-se novamente no muro. - Francamente, Dumbledore, você acha que pode explicar tudo isso em uma carta? Essas pessoas jamais vão entendê-lo! Ele vai ser famoso, uma lenda. Eu não me surpreenderia se o dia de hoje ficasse conhecido no futuro como o dia de Harry Potter. Vão escrever livros sobre Harry. Todas as crianças no nosso mundo vão conhecer o nome dele!

- Exatamente - disse Dumbledore, está muito sério por cima dos óculos de meia-lua. - Isto seria o bastante para virar a cabeça de qualquer menino. Famoso antes mesmo de saber andar e falar! Famoso por alguma coisa que ele nem vai se lembrar! Você não vê que ele vai muito melhor se crescer longe de tudo isso até que tenha capacidade de compreender?

-É, mas podia deixar com outar pessoa que não fosse Túnia

-Por que ele não ficou com um de vocês? - James perguntou para os amigos e Harry abaixa a cabeça

A professora abriu a boca, mudou de ideia, engoliu em seco e então disse:

- É, é, você está certo, é claro. Mas como é que o garoto vai chegar aqui, Dumbledore? - Ela olhou para uma capa dele de repente como se lhe ocorresse que talvez escondesse Harry ali.

-Ele não faria isso - Alice afirma

- Hagrid vai trazê-lo.

- Você acha que é sensato confiar em uma tarefa importante do Hagrid como esta?

-Eu confiança em Hagrid minha vida - Falaram os marotos

- Eu confiaria em Hagrid minha vida - respondeu Dumbledore.

"Todos" riram

- Não estou dizendo que ele não tenha o coração no lugar - concedeu a professora de má vontade -, mas você não pode fingir que ele é cuidadoso. Que tem uma tendência a ... que foi isso?

Um ronco discreto quebrara o silêncio da rua. Foi aumentado cada vez mais enquanto eles olhavam para cima e para baixo da rua à procura de um sinal de farol de carro; o ronco se transformou num trovão quando os dois olharam para o céu - e uma enorme motocicleta caiu do ar e parou na rua diante deles.

-Eu quero - Sirius se interrompeu

-Novidade - Remo e James falaram juntos

Se a motocicleta era enorme, não era nada comparada ao homem que a montava de lado. Ele era quase duas vezes mais alto do que um homem normal e pelo menos cinco vezes mais largo. Parecia simplesmente grande demais para existir e tão selvagem - emaranhados de barba e cabelos negros longos e grossos escondiam a maior parte do seu rosto, as mãos tinha o tamanho de uma lata de lixo e os pés calçados com botas de couro pareciam filhotes de golfinhos. Em seus braços imensos e musculosos ele segurava um embrulho de cobertores.

- Hagrid! - exclamou Dumbledore, parecendo aliviado. - Finalmente. E onde foi que arranjou um moto?

- Pedi emprestada, Prof. Dumbledore - respondeu o gigante, desmontando da moto ao falar. - O jovem Sirius me emprestou. Trouxe ele, professor.

-É MINHA DESGRAÇA, É MINHA - Sirius largou o livro e começou a fazer uma dancinha estranha arrancando risadas de quase todos não vou me dar ao trabalho de dizer quem não riu

- Não teve nenhum problema?

- Não, senhor. A casa ficou quase destruída, mas consegui tirá-lo inteiro antes que os trouxas invadissem o lugar. Ele dormiu quando sobrevoou Bristol.

A sala mergulhou em uma imensa tristeza ao lembrar da morte do futuro casal

Dumbledore e a Profa. Minerva curvaram-se para o embrulho de cobertores. Dentro, apenas visível, havia um menino, que dormia a sono solto. Sob uma mecha de cabelos muito negros caída sobre a testa eles viram um corte curioso, tinha uma forma de um raio.

- Foi aí que ...? - sussurrou a professora.

- Foi - confirmou Dumbledore. - Ficará com cicatriz para sempre.

Antes que alguém perguntasse Harry fazer o cabelo mostrando a cicatriz

- Será que você não poderia dar um jeito, Dumbledore?

- Mesmo que pudesse, eu não o faria. As cicatrizes podem vir a ser úteis. Tenho uma acima do joelho esquerdo que é um mapa perfeito do metrô de Londres.

-Que aleatório - Neville comenta rindo como os outros

Bem, me dê ele aqui, Hagrid, é melhor acabarmos logo com isso.

Dumbledore chamado Harry nos braços e virou-se para a casa dos Dursley.

- Será que eu podia ... poderia me despedir dele, professor? - perguntou Hagrid.

Ele curvou uma enorme cabeça descabelada para Harry e lhe deu o que deve ter sido um beijo muito áspero e peludo. Depois, sem aviso, Hagrid soltou um uivo como o de um cachorro ferido.

-OU - Sirius falou os Marotos e o trio de ouro formar a rir o que causou estranhamento nos marotos, mas colocado para lá

- Psiu! - sibilou a Profa. Minerva. - Você vai acordar os trouxas!

- Des-des-desculpe - soluçou Hagrid, puxando um enorme lenço sujo e escondendo a cara nele. - Mas nã-nã-não consigo, Lily e James mortos, e o coitadinho de Harry ter de viver com os trouxas ...

A família Potter sorriu

- É, é, é muito triste, mas controle-se, Hagrid, ou vão nos descobrir - sussurrou a professora, dando uma palmadinha desajeitada no braço de Hagrid enquanto Dumbledore saltava a mureta de pedra e se dirigia à porta da frente. Depositou Harry devagarinho no batente, tirou uma carta da capa, meteu-a entre os cobertores do menino e,

-ELE DEIXOU MEU FILHO NA PORTA NO FRIO - Lily e James gritaram, Harry sorriu com a proteção dos pais sempre sonhará com isso, Snape ficava cada fez mais carrancudo

em seguida, voltou para a companhia dos dois. Durante um minuto inteiro os três ignorados parados olhando para o embrulhinho; os ombros de Hagrid sacudiram, os olhos da Profa. Minerva piscaram loucamente e a luz cintilante que sempre brilhava nos olhos de Dumbledore parecia ter-se extinguido.

- Bem-disse Dumbledore finalmente -, acabou-se. Não temos mais nada a fazer aqui. Já podemos reunir aos outros para comemorar.

-Comemorar quando duas pessoas morreram? - disse Sirius com raiva recebendo apoio de Marlene, Alice, Frank e Remo

-Não se esqueçam, Voldemort foi derrotado - justificou James

-Mesmo assim - dessa vez foi Frank

- É - disse Hagrid com a voz muito abafada. - Vou devolver a moto de Sirius. Boa-noite, Profa. Minerva, Professor Dumbledore ...

Enxugando os olhos na manga da jaqueta, Hagrid montou na moto e acionou o motor com um pontapé; com um rugido ela voo voo e desapareceu na noite.

- Nos veremos em breve, espero, Profa. Minerva - falou Dumbledore, com um aceno da cabeça. A Profa. Minerva assoou o nariz em resposta.

Dumbledore se virou e desceu a rua. Na esquina parou e puxou o "apagueiro". Deu um clique e doze esferas de luz voltaram aos lampiões de modo que a rua dos Alfeneiros de repente iluminou-se com uma claridade laranja e ele divisou o gato listrado se esquivando pela outra ponta da rua. Mal dava para enxergar o embrulhinho de cobertores no batente do número quatro.

- Boa sorte, Harry - murmurou ele. Girou nos calcanhares e, com um movimento da capa, desapareceu.

-Acho que não adiantou muita coisa - cochichou Harry rindo para os futuro

Uma brisa arrepiou as cercas bem cuidadas da rua dos Alfeneiros, silenciosas e quietas sob o negror do céu, o último lugar do mundo em que alguém esperaria que acontecessem coisas espantosas. Harry Potter virou-se dentro dos cobertores sem acordar. Sua mãozinha agarrou a carta ao lado, mas ele continuou para dormir,

Todas as meninas fizeram um "ownt" e os meninos exceto um riram sem sabre que era especial,

sem sabre que era famoso, sem sabre que iria acordar de bilhar horas com o grito da Sra. Dursley ao abrir a porta da frente para pôr como garrafas de leite do lado de fora,

-Exagerada é só um bebê - Remo criticou

nem que passaria as próximas semanas levando cutucadas e beliscões do primo Duda ...

-Beliscão minha mão na tua cara - Sirius falou irritado arrancando risos do futuro

ele não podia saber que, neste mesmo instante, havia pessoas se reunindo em segredo em todo o país que erguiam os copos e diziam com vozes abafadas:

- A Harry Potter: o menino que sobreviveu!

-Acabou - anunciou Sirius

-Ótimo um capítulo e eu já tenho uma lista de pessoas que eu quero matar - falou Marlene com sarcasmo (ou não)

-Vamos ler mais um? - perguntou Luna

-Só depois que a gente comer - Rony falou

-Ok então vamos na cozinha comer e depois voltamos para ler mais um capítulo

- Mione repassa o que vamos fazer e todos concordam

Chegando na cozinha dar de cara com Petúnia e Duda, todos do passado fecham a cara, eles comeram e como Petúnia e Duda já tinham aparecido foram ler o próximo capítulo, chegaram na sala precisa e todos se acomodaram, Snape sozinha na poltrona, Jily no chão, Petúnia, Duda e Remo em um sofá, Romione e Blackinnon em outro, Hinny e Nuna em outro, Franlice no Mini sofá

-Quem lê? - Sirius perguntou com o livro na mão

-Eu - Luna falou e pegou o livro - O vidro que sumiu

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