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Com a mão fechando em uma pedra sem pensar Harry a joga contra rabicho que não teve o reflexo de fazer um feitiço de proteção.
— Ah seu menino maldito!
A varinha de Cedrico estava ali perto do corpo e Harry se jogou no chão escapando por um triz de um feitiço de levitação de Pedro pegando a varinha ele grita o feitiço de desarme.
A cabeça de Harry gritava para voltar para a taça, Rabicho estava em seu encalço e sua cicatriz latejava com a presença do monstro depositado no caldeirão. Enjoado com os olhos arregalados e em pânico Harry segura o corpo de Cedrico e a taça, mas uma mão o toca no ombro.
E então todo os três estão de volta a Hogwards.
Alguém lançou algum feitiço para afastar o rabicho que voou para longe sendo incapacitado. Harry segurou as vestes de Cedrico a morte dele ainda gravada na sua cabeça lágrimas quentes saiam de seus olhos. Alguém perguntava o que tinha acontecido e Harry sentia a língua pesada. O professor Mood veio escotá-lo para longe da arquibancada do corpo de Cedrico e do Pedro mantido grudado no chão.
...
Harry acordou na enfermaria até o professor Mood era capanga de Voldemort na verdade não era Mood e sim um homem disfarçado dele.
— Você acha que trouxas vão conseguir proteger ele do Voldemort? — a descrença era pesada na voz de Sirius.
— Não podemos deixá-lo sem proteção!
—Ele pode ficar comigo! Minha sentença vai ser revogada e vou ser posto em liberdade!
—Sirius, rapaz. — A voz de Dumbledore era cheia de pesar. —Os comensais vão fazer todo o possível para conseguir sangue de Harry.
—Justamente por isso que não vai ser uma boa ideia deixá-lo com trouxas que nem sabem usar uma varinha!
Harry acabou conchilando depois.
Quando voltou a si Hermione e Rony conversavam ali perto algo sobre o dever de porções.
— Harry! — Ambos exclamaram ao vê que acordara.
Ron e Hermione passaram a contar o que acontecera nos últimos dias, Pedro Petigrew foi preso e condenado por homicídio doloso e fraude devendo ser mantido para todo o sempre em Azkaban.
—Sirius ainda vai ser julgado inocente. — Disse Hermione se sentando na beirada da cama de Harry.
— Achei que eles já iam soltá-lo!
—Não é tão simples assim, Harry. — Disse Ron suspirando. — As pessoas não querem acreditar na inocência dele e...
Ron lançou um olhar para Hermione como se perguntando se poderia ou não dizer o que ia falar.
— Não querem acreditar em ti. Não querem acreditar que você-sabe-quem retornou.
—Mas como?! Ele matou Cedric! Matou Cedric com a maldição da morte! —Gritou Harry irado.
Trincou os dentes para não chorar.
Ron apertou o ombro e Hermione lhe deu um semi abraço.
— Rabicho estava lá com ele e o pôs em um caldeirão, pegou um osso de uma lápide e pós lá junto. Matou C-Cedric e tentou me pegar, mas consegui pegar a taça antes.
— O quê você acha que ele planejava? —Ron perguntou com medo.
— Fazer Voldemort retornar por completo. — Disse Harry. — Só que ele precisava do sangue de seu inimigo, meu sangue para a transformação realmente acontecer.
Hermione tampou a boca com as mãos.
— E agora? — Se perguntava Hermione angustiada.
— Dumbledore tem que fazer algo! — Exclamou Ron irritado. — Não podemos deixar Harry no meio daqueles trouxas no verão o perigo é enorme!
— Nem sei o que dizer. Se eu ficar com os Durleys pelo menos ninguém vai ser arrastado comigo para o perigo. — Disse Harry cabisbaixo.
Ron lhe estapeou.
— Ron! — Sibilou Hermione zangada.
— Se você acha que a gente vai deixar você se lascar sozinho está muito enganado!
Naquele momento Ron parecia brilhar de certeza e Hermione assentiu com força. Harry não podia nem imaginar melhores amigos que eles.
Nem sabia o que dizer, mas eles pareceram entender os três se abraçaram.
...
Apesar de haver com os Durleys a proteção de sua mãe, Dumbledore foi convencido que não era o bastante já que até Dobe tinha entrado lá sem ser convidado. Além disso poria em perigo os trouxas, Harry nem tinha pensado que eles seriam alvo também dos comensais. Portanto sua estadia era agora com Sírius que foi inocentado depois de vários tribunais. Sírius deixou sua casa ser usada como sede da ordem por isso haveria mais proteção ao alcance deles.
Harry acordava de pesadelos no cemitério o rosto de Cedric assombrava seus sonhos. Algumas vezes era acordado por Sírius que também não dormia lá essas coisas ver o corpo de seus amigos e passar anos em Azkaban não fazia bem a ninguém. Aí os dois conversavam sobre trivialidades e muitas vezes Harry perguntava sobre os pais. Sírius não se importava com as perguntas como outras pessoas já faziam quando Harry buscava cada farelo de informação de Lily e James que conseguia.
Sírius lhe ensinou a andar de moto que Harry passou a amar.
Harry não podia usar sua coruja a vontade pois as cartas podiam ser estraviadas, mas felizmente podia usar o pó de Flu para visitar Ron. E Hermione logo veio ficar hospedada com os Weasley.
Um dia Dumbledore disse que iria ensinar a Harry occlumencia para está preparado de ataques. Harry só agradeceu que era Dumbledore parece que a outra opção seria o Snape.
— Ele faria mais mal que bem! — Reclamou Sírius irritado quando soube dessa história. E Harry concordava plenamente o cara o odiava desde o primeiro dia.
Era tão bom ter alguém que acreditasse nele e quissese o bem dele. Apesar da escuridão que os meses vindouros prometiam Harry se sentia verdadeiramente em casa.
