Chapter Text
O ensino médio foi um turbilhão para Marinette e Adrien, com expectativas familiares, trabalhos escolares e a pressão adicional de proteger Paris como Ladybug e Cat Noir. Adrien muitas vezes se viu lutando para manter tudo sob controle, especialmente depois de perder sua mãe. Gabriel, seu pai, ficou cada vez mais frio e distante, enterrando-se no trabalho e deixando Adrien se sentido só no mundo. Adrien jurou, no fundo, que nunca seria um pai como o seu.
Agora, sete anos depois de todo aquele drama adolescente, ele e Marinette finalmente estavam em um lugar onde a vida parecia estável e segura. Eles haviam caído em uma rotina reconfortante como casal, com Adrien administrando uma filial da empresa de seu pai e Marinette desenhando peças deslumbrantes como sua estilista oficial. Foi preciso coragem para Adrien confrontar seu pai e deixar para trás uma carreira de modelo que ele nunca desfrutou totalmente, mas a decisão de começar uma vida com Marinette foi a melhor que ele já tomou.
Na tranquilidade pacífica do seu apartamento parisiense, Adrien começou a sonhar acordado com o futuro – especialmente com os filhos que poderiam ter algum dia. Ele gentilmente começou a trazer a ideia à tona, mas Marinette sempre ria disso e, por algum motivo, ela parecia hesitante em levar a conversa a sério.
*Sexta-feira - manhã*
Como sempre, Adrien acordou cedo, indo tomar banho e preparando o café enquanto Marinette aproveitava alguns minutos extras de conforto na cama. Ela se juntou a ele na mesa do café da manhã, parecendo revigorada e cheia de sua energia habitual, mas rapidamente percebeu que Adrien parecia mais reservado do que o normal.
"Por que todo esse silêncio?" ela perguntou, tomando um gole de suco com um sorriso curioso. "Você geralmente não fica tão quieto pela manhã. Você está sempre conversando sobre alguma coisa a essa hora."
Adrien franziu a testa, claramente perdido em pensamentos, antes de responder. "Eu não estou em silêncio. Estou apenas... pensando."
"Uh?" Marinette ergueu uma sobrancelha, intrigada. "Pensando em...?"
Os lábios de Adrien se curvaram em um sorriso brincalhão. "Pensando se vamos chamar nossos filhos de Hugo Noir ou Emma Bug."
Marinette quase engasgou com o suco, revirando os olhos, mas incapaz de reprimir uma risadinha. "Esse assunto de novo? Desde quando você está tão decidido a ter filhos?"
Adrien se encostou na cadeira, seu sorriso se alargando enquanto a observava corar. "E desde quando você se tornou tão contra a ideia? Ainda me lembro de você resmungando algo sobre uma familia e um hamster no colégio."
Ela engasgou, ficando com um tom de vermelho ainda mais profundo. "Adrien! Seu gatinho intrometido! Então quer dizer quer você ficava me ouvindo atrás da porta?"
Ele riu, levantando as mãos em falsa inocência. "Quem, eu? Claro que não!... Era pela janela."
Marinette cruzou os braços, estreitando os olhos em falsa acusação. "Então você fugia das patrulhas só para me espionar?"
Adrien riu, se levantando para pegar as chaves. "O tempo de conversa acabou, Bug. Hora de ir pro o escritório." Ele se inclinou, dando um beijo rápido em sua bochecha. "Te espero na garagem. Não demore muito."
Ela sorriu, balançando a cabeça enquanto ele saía, murmurando baixinho: "Salvo pelo gongo..."
*Mais tarde, naquela manhã*
A manhã passou sem problemas até o almoço, quando a curiosidade de Marinette tomou conta. Ela se encostou na porta do escritório de Adrien, fingindo inspecionar um dos designs que ela havia pregado na parede. Adrien ergueu os olhos de seu laptop, captando o olhar malicioso dela.
"Algo em sua mente?" ele perguntou, seu sorriso uma mistura de diversão e calor.
"Talvez." Ela morde levemente os labios, fingindo estar pensando profundamente. "Então... você ta realmente falando sério sobre a história de ter filhos? Ou você só ta tentando me assustar?"
Os olhos de Adrien suavizaram. Ele fechou o laptop, cruzando as mãos enquanto considerava sua resposta. "Eu acho que... estou falando mais sério do que eu imaginava." Ele se inclinou para frente, deixando a vulnerabilidade transparecer em seu comportamento geralmente alegre. "Não quero repetir o ciclo, Marinette. Quero ser um bom pai. Um pai melhor do que... você sabe."
Seu sorriso brincalhão desapareceu quando ela estendeu a mão, colocando uma mão reconfortante na dele. "Sabe, você já é tão diferente dele, Adrien."
Uma pontada de alívio tomou conta dele. As palavras de Marinette significaram tudo para ele; eles sempre significam. Mas havia algo mais profundo que o atraía – uma necessidade que ele nunca foi capaz de expressar completamente.
"E quero que nossos filhos tenham uma família... inteira. Com amor e apoio", disse ele suavemente. "Poderíamos dar isso a eles. Eu só... sinto que é algo que quero com você."
Os dedos de Marinette traçaram desenhos bobos na palma da mão do loiro, seus olhos pensativos. Ela se preocupava profundamente com ele e queria fazê-lo feliz, mas algo a impedia. Talvez fosse o medo ou talvez apenas o seu espírito independente, mas a ideia de "ser mãe" ainda era difícil de imaginar.
"Bem..." ela começou lentamente, "que tal um animal de estimação? Algo para praticar primeiro?"
Adrien riu, apertando a mão dela. "Um animal de estimação? Se for prática, então eu digo para apostarmos tudo – vamos comprar um cachorrinho. Ou talvez um papagaio?"
Ela começou a rir, balançando a cabeça. "Por que não optar por um dragão nesse ritmo?"
A risada deles ecoou pela sala, dissipando qualquer tensão que sobrava. Mas no fundo, Adrien sabia que continuaria esperando, só um pouco, pelo dia em que a conversa finalmente mudaria de dragões e cachorrinhos para pequeninos chamados Hugo ou Emma.
*Mais tarde, naquela noite...*
Mais tarde naquela noite, enquanto eles se acomodavam após o jantar, Marinette se pegou pensando nas esperanças de Adrien em relação a uma família. Ela admirava sua capacidade de se abrir, de querer algo diferente do legado de seu pai. Foi uma das muitas razões pelas quais ela se apaixonou por ele.
Quando se sentaram lado a lado, ele pegou a mão dela, com um olhar caloroso e paciente. "Olha, Marinette, se precisar de mais tempo, eu entendo. Não quero apressar você."
Ela olhou para ele, um sorriso suave se espalhando por seu rosto. "Eu te amo, Adrian. E eu quero o que você quer... algum dia."
Ele afastou uma mecha de cabelo do rosto dela, sua voz gentil. "Isso é o suficiente para mim."
O burburinho tranquilo de Paris os rodeava enquanto eles se abraçavam, rindo baixinho das conversas bobas do dia. Eles não precisavam decidir tudo ainda. A vida, eles perceberam, tinha um jeito engraçado de se desenrolar em seu próprio ritmo, e eles estavam juntos nela — em cada passo do caminho.
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Tarde de sexta-feira: uma nova perspectiva
Marinette se viu parada do lado de fora de uma boutique enquanto caminhava pela cidade na hora do almoço. A vitrine exibia uma adorável seleção de roupas de bebê: sapatinhos minúsculos, macacões coloridos, chapeuzinhos macios. Ela se pegou olhando por mais tempo do que pretendia, sua mente vagando por imagens de Adrien rindo com um bebezinho nos braços.
"Pare com isso, Marinette," ela murmurou para si mesma, balançando a cabeça com um sorriso constrangido. - Você é quem está sempre brincando com ele sobre essa conversa de bebê - ela pensou, mas aqui estava ela, imaginando seu futuro filho usando uma versão em miniatura dos olhos verdes e do sorriso brincalhão de Adrien.
Enquanto ela continuava pela rua, seus olhos não puderam deixar de vagar, notando as famílias de uma forma que ela não tinha visto antes. Ela observou uma mãe se inclinando para amarrar o cadarço do sapato de seu filho, um pai carregando sua filha risonha nos ombros. Ela até notou um carrinho estacionado em frente a um café, um pequeno par de mãos gordinhas pegando um brinquedo. Foi estranho essa consciência repentina – como se uma porta em seu coração tivesse se aberto e ela estivesse espiando lentamente.
Marinette sabia que amava sua vida como ela era, prosperando em sua carreira e em seu casamento, mas havia uma sensação crescente de que talvez, apenas talvez, houvesse espaço para algo mais.
*Patrulha Noturna em Paris*
A noite estava fresca e clara, e o traje Ladybug de Marinette brilhava enquanto ela patrulhava os telhados parisienses ao lado de Adrien, que saltava sem esforço pelos prédios como Chat Noir. Eles faziam isso há tantos anos que cada passo parecia uma tão natural quanto andar, cada canto de Paris parecia um lar.
Assim que eles dobraram a esquina perto de uma rua tranquila, Marinette avistou algo incomum – uma pequena figura sozinha, segurando um coelhinho de pelúcia. Seu coração deu um pulo quando ela reconheceu que era uma criança, com não mais de três anos. A menina parecia perdida e assustada, com o rosto molhado de lágrimas recentes.
Antes que Marinette pudesse reagir, Adrien já havia pousado graciosamente ao lado da criança, agachando-se ao nível dela com um sorriso gentil.
"Olá, mocinha", disse ele em um tom suave e reconfortante. "Onde estão seus pais?"
A garotinha olhou para ele com olhos grandes e lacrimejantes, as mãozinhas segurando o coelhinho com força. "Eu... não consigo encontrar a mamãe", ela choramingou, com o lábio inferior tremendo.
Adrien estendeu a mão lentamente, seus movimentos calmos e cuidadosos. "Tudo bem. Nós vamos ajudar você a encontrá-la, certo?" Ele deu-lhe uma piscadela tranquilizadora e, para surpresa de Marinette, a expressão assustada da menina suavizou um pouco.
Marinette assistiu, cativada, enquanto Adrien tirava um pequeno ioiô do cinto, estendendo-o para a criança. "Isso é mágico, sabia?" ele sussurrou conspiratoriamente, girando suavemente o brinquedo. "Isso nos ajuda a encontrar pais desaparecidos."
Os olhos da menina se arregalaram com curiosidade e um pequeno sorriso surgiu em meio às lágrimas. Ela estendeu a mão para tocar o ioiô, e Adrien continuou falando com ela em voz baixa e reconfortante, como se estivessem compartilhando um segredo que só eles entendiam.
- Ele será um pai incrível algum dia... - pensou Marinette, a compreensão atingindo-a como uma brisa suave. Adrien não estava apenas sendo gentil – ele estava realmente se conectando com essa criança, tomando as preocupações dela com as próprias mãos, sem hesitação.
"Ladybug, você poderia procurar os pais dela?" Adrien chamou por cima do ombro, seu tom ao mesmo tempo calmo e autoritário. "Vou ficar com nossa nova amiguinha aqui."
Marinette assentiu, com o coração acelerado enquanto ela saltava para o chão e examinava a área. Depois de alguns minutos, ela avistou um casal procurando freneticamente perto do parque e os chamou, aliviada ao ver o pânico em seus olhos desaparecer quando reconheceram sua filha.
No momento em que Marinette levou os pais de volta para onde Adrien estava sentado com a criança, ele a fez rir, imitando seus gestos brincalhões enquanto lhe mostrava como girar o ioiô. Quando os pais correram para abraçar a filha, Adrien recuou, seus olhos suavizando enquanto observava o reencontro.
Marinette podia sentir seu próprio coração inchando, um calor se instalando profundamente dentro dela enquanto observava Adrien sorrir e acenar um tchauzinho para a família. Havia nele uma gentileza que ela admirava: ele sempre teve um jeito de fazer as pessoas se sentirem seguras, um dom que ele carregava ao fazer seu papel de herói.
Quando eles ficaram sozinhos novamente, Marinette olhou para ele com uma nova admiração, e talvez com um pouco mais de certeza sobre o caminho que ele esperava que um dia eles seguiriam.
"O que?" ele perguntou, pegando-a olhando e levantando uma sobrancelha em suspeita brincalhona.
"Nada", ela respondeu, sorrindo enquanto estendia a mão e pegava a mão dele. "Você é simplesmente... muito bom com crianças, sabia disso?"
Ele riu, seu olhar suavizando enquanto ele apertava suavemente a mão dela. "Bem, talvez eu tenha praticado um pouco com a Manon", ele brincou, piscando enquanto segurava a esposa pela cintura. "E, além disso, a ideia de criar uma pequena 'Joaninha ou gatinha' com você parece incrível."
Marinette sentiu um calor familiar em suas bochechas, mas desta vez ela não ignorou as palavras dele. Em vez disso, ela se permitiu imaginar uma vida em que a maior aventura deles não fosse apenas salvar Paris, mas construir sua própria família. Eles caminharam de mãos dadas pelas ruas tranquilas, compartilhando sorrisos e olhares suaves, ambos sentindo uma mudança em seus corações. Para Marinette, a ideia de constituir família estava começando a parecer menos uma ideia a ser evitada e mais uma possibilidade, que a enchia de uma esperança que ela não esperava que precisava.
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Desde aquela noite em patrulha, a conversa sobre crianças desapareceu silenciosamente em segundo plano. Adrien, sempre observador, percebeu que Marinette parecia mais confortável quando ele deixava o assunto de lado, e resolveu não tocar no assunto novamente, mesmo que seu coração ainda doesse por isso. Por mais que quisesse começar uma família com ela, ele nunca quis que ela se sentisse pressionada ou apressada. Ele amava a vida deles como ela era, e ver Marientte feliz era mais que suficiente.
Enquanto isso, a azulada se viu pensando cada vez mais na ideia de uma futura família. Ela podia ver isso agora: uma vida cheia de calor, amor e risadas de crianças. Ela se surpreendeu com quão natural o pensamento começou a parecer, embora ela nunca tivesse tido certeza se queria ser mãe. Mas algo na maneira como Adrien se importava, não só com ela, mas com os outros, garantiu-lhe que eles poderiam criar algo lindo juntos. Ele provou repetidas vezes que era gentil, altruísta e paciente — exatamente o tipo de pessoa que ela gostaria de ter como pai dos seus futuros filhos.
Após dias pensando, ela tomou uma decisão silenciosa. Ela pararia de tomar seu anticoncepcional, deixando isso para o destino. Ela não contou a Adrien – parte dela queria manter isso como uma esperança secreta, uma pequena emoção de "se for pra ser, será". Ela não estava tentando engravidar ativamente, mas estava pronta para ver aonde a vida poderia levá-los.
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*Dois meses depois*
As semanas passaram rapidamente, repletas de dias de trabalho agitados, patrulhas noturnas e momentos roubados de risadas e amor. Paris no início da primavera floresceu com uma nova energia, e Marinette e Adrien continuaram suas rotinas, aproveitando a vida que construíram juntos. Mas, para Marinette, algo mudou.
Ultimamente, ela estava se sentindo um pouco mal. No início era sutil – apenas um cansaço ocasional, que ela ignorava como resultado de suas madrugadas e madrugadas em claro. Mas nas últimas duas semanas ela notou outros sintomas, como ondas de náusea que pareciam ir e vir sem aviso prévio.
Adrien, é claro, percebeu que ela não estava agindo como ela mesma. Uma noite, enquanto se acomodavam na cama pra dormir, ele se virou para ela, com a testa franzida de preocupação.
"Tem certeza que está bem, Bug?" ele perguntou, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha dela. "Você parece muito cansada ultimamente. Talvez você devesse tirar alguns dias de folga?"
Ela lhe ofereceu um sorriso tranquilizador. "Estou bem, sério. Foram apenas algumas semanas estressantes com a nova coleção. Acho que só preciso recuperar o sono perdido."
Mas ele não se convenceu tão facilmente. Nos dias seguintes, Adrien continuou a observá-la com uma preocupação silenciosa. Ele insistiu em fazer mais pelo apartamento, surpreendendo-a com café da manhã na cama, deixando pequenas anotações em seus cadernos lembrando-a de ir com calma e até mesmo oferecendo-se para patrulhar sozinho se ela precisasse de uma noite de folga. Marinette não pôde deixar de se sentir grata e um pouco divertida - ele a tratava como se ela fosse feita de vidro, mas não suspeitava que os sintomas dela pudessem ser algo mais do que uma doença passageira.
Certa tarde, depois de um longo dia de trabalho, Marinette se encontrou Alya em seu café favorito. Ela tentou esconder o cansaço, mas Alya percebeu imediatamente.
"Garota, você ta se sentindo bem?" Alya perguntou, olhando para ela com um olhar de suspeita que só uma melhor amiga poderia ter.
"Sim. To cansada, só isso," Marinette respondeu, mas Alya não acreditou.
"Uh-huh." Alya lançou-lhe um olhar astuto, inclinando-se para a frente como se fosse um detetive se aproximando de uma pista. "Cansada, né? E é só isso?"
Marinette se mexeu desconfortavelmente, sabendo que não poderia esconder muito de alguém tão astuta quanto sua melhor amiga. "Bem... eu também tenho estado um pouco enjoada ultimamente."
Os olhos de Alya se arregalaram, sua expressão mudando de curiosidade para excitação em um instante. "Oh meu Deus, Marinette! Você está brincando comigo? Você... você já fez um teste?"
As bochechas de Marinette coraram. "Não! Quer dizer... simplesmente não me ocorreu que..."
"Garota!" Alya riu, seu tom era uma mistura de exasperação e excitação. "Você precisa fazer isso, tipo, pra ontem! E se-"
Marinette olhou ao redor do café, esperando que ninguém estivesse ouvindo. "Alya! Shhh!" ela sussurrou, embora seu próprio coração disparasse com o pensamento. "Ok, ok. Vou fazer isso esta noite."
Alya sorriu, recostando-se na cadeira. "Finalmente. E me ligue imediatamente. Eu não me importo que horas sejam!"
*Mais tarde naquela noite*
De volta em casa, Marinette olhou para a pequena caixa em suas mãos, sua mente acelerada enquanto tentava acalmar os nervos. Parecia surreal — essa esperança silenciosa, esse momento que ela nem sabia que estava esperando. Ela respirou fundo, olhando para os lados para ter certeza que Adrien não estava mesmo em casa antes de ir até o banheiro e fechar a porta atrás de si, sentindo seu coração bater mais rápido a cada segundo que passava.
Alguns minutos depois, ela se sentou na beira da banheira, olhando para o teste em sua mão. Suas mãos tremiam levemente e um milhão de pensamentos giravam em sua mente – sobre Adrien, sobre a vida deles, sobre o que esse novo futuro poderia significar para eles.
Então, finalmente, ela olhou para o resultado.
Ela piscou uma, duas vezes, sua boca se abrindo quando a compreensão a atingiu como uma onda.
"Puta merda", ela sussurrou, mal conseguindo acreditar no que via.
