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Luxúria (Jourin) (+18)

Summary:

Erin e Joui namoram há quase 3 anos, 3 anos com vários altos e baixos, como qualquer outro casal, mas esses baixos, causados principalmente pela tal da amiga do Joui, Hinata.

No meio de uma festa, mais uma vez Hinata tenta jogar seu veneno para cima de Joui, que do jeito que era, não nota as más intenções da amiga, mas claro, Erin, que voltava para ver como estava o namorado, nota muito bem as intenções da garota.

É tendo uma séria conversa com o namorado, que Erin começa a se ver encurralada em uma situação que ela não planejou estar, mas também, não reclamaria, até porque ela amava sentir o calor de seu amado.

 

Ordem Paranormal | AU | Jourin | +18

Notes:

Ó eu de novo.

Bem, devo, nessa história, reforçar que é recomendada para +18, por que? Porque Essa fanfic tem sexo explícito, então em prol da segurança dos menores, recomendo que vocês, menores de idade, não leiam.

Enfim, é isso, vamos para a história :)

Boa leitura caro leitor, bjs <3

Work Text:

Era só mais uma noite fria na cidade de São Paulo, mais ou menos 23:05 da noite, horário onde algumas pessoas poderiam estar dormindo ou apenas em suas casas tranquilos sem precisar fazer nada pois teriam que fazer no dia seguinte (isso sendo caso de alguns), mas naquele contexto, algumas pessoas estavam acordadas e fora das suas casas, e para mais contexto, isso apenas para curtir um pouco.

 

Em uma festa aleatória que acontecia naquela cidade, havia várias pessoas, muitas luzes, muito barulho pela música e pelas pessoas ali, aglomeração e claro, muita bebida.

 

Por esse motivo, Joui estava mais afastado de toda aquela algazarra, conversando com uma amiga que havia acabado de chegar perto dele.

 

Joui, ou Jouki Joui, um homem de 25 anos que tinha seus 1,80 de altura, tinha um corpo bem formado, cabelo preto liso e quase espetado, olhos castanhos puxados pela sua ascendência asiática. Ele estava vestindo sua regata preta e calça jeans azul escuro, usava um tênis vermelho e preto e por último, de acessórios algumas pulseiras artesanais feitas por sua namorada, uma tatuagem de ramo de Sakura no braço e claro, sua aliança de compromisso. 

 

Já a tal amiga, assim como Joui, era uma garota asiática de também 25 anos, que tinha cabelos curtos e lisos, mas com algumas mechas violetas no cabelo, ela vestia um top preto decotado que mostrava o meio de seus seios, uma saia de couro preta, colada em suas coxas, que ia até o meio delas, meia ¾ e um tênis preto. Ela tinha seus 1,55 de altura e parecia vermelha conversando com Joui. Seu nome era Mamoru Hinata.

 

Ela era uma amiga de infância do Joui, da época que ele morava no japão, mas que agora, assim como ele, morava no Brasil, e que por isso, acabou aparecendo ali naquela festa e foi para perto de Joui. Muito perto.

 

Os dois conversavam normalmente na visão de Joui, com ele meio avoado mas sorrindo para a garota animada e que encostava o tempo todo nele, mas ele não parecia se incomodar, parecia mais focado em olhar e tentar achar um jeito de responder Hinata e as coisas que ela falava. Tinha vezes que Joui não entendia bem o que ela queria dizer com as coisas que ela falava, mas esse sempre foi o jeito dela, ao menos o que ele conhecia.

 

— [...] Mas sério Joui, sou tão leve que você mesmo poderia me usar de peso — diz para o maior enquanto acariciava o braço dele levemente com uma mão enquanto a outra segurava seu copo de bebida, ela meio que falou meio alto, mas graças aos fones de Joui, abafou um pouco — bem que poderíamos brincar disso… — e logo bebeu da sua bebida.

 

— Hm? Brincar? — sua pergunta foi inocente para a amiga. Ele estava encostado na parede, meio avoado com as coisas ao seu redor, mas dando atenção a aquele detalhe em específico, como se parecesse importante.

 

Aquilo pareceu estranho.

 

— Ah… Brincar sabe?... — sorriu de canto enquanto bebia, olhando para Joui com suas bochechas rosadas. Ela estava com febre? — tem várias formas que a gent-

 

— Joui — e uma voz interrompeu a fala de Hinata, uma voz que os dois reconheciam e que havia assustado a mais baixa, que sabia muito bem quem era.

 

Já Joui, apenas se assustou por alguns fatores, que eram: ele sabe bem quem era, o tom da voz e o momento que estava.

 

Erin nunca usava esse tom atoa, então havia algo de errado que Joui, lerdo como era, não havia notado.

 

Talvez ele esteja fodido.

 

— Joui, pode vir comigo, meu amor? — ela sorri pra ele enquanto cruzava os braços, mas o sinal claro que ela estava irritada era a veia torcida na sua testa. Joui estava fodido… “Puta merda Joui, para de ser assim” . Pensou ele ainda olhando para Erin.

 

Sua namorada.

 

— Claro, claro — suspira ele sabendo bem o que viria a seguir, seguindo sua namorada assim que ela se virou e andou para fora de onde eles estavam, que era o lado de fora da festa que acontecia.

 

Erin dá a mão para ele para guiar ele para dentro da festa, o que fez ele apertar os fones, porém mesmo brava (claramente) a mesma sabia disso e apenas se manteve perto de Joui, que a seguia.

 

Passaram por algumas pessoas, alguns colegas que eles conheciam, amigos que curtiam bem a festa e desconhecidos dos quais eles não se importam. 

 

Eles foram para umas escadas, que levava para os demais andares e logo subiram, isso para claramente terem uma conversa séria. Joui por sua vez apenas suspirava enquanto seguia Erin, que entrelaçou seus dedos e se mantinha perto, coisa que ele apreciava, pois mesmo brava, ainda tinha aquele cuidado com ele.

 

Foi uma certa caminhada para o casal de ansiosos que eles eram, mas não demorou muito, já estavam no 3° andar, onde tinha os quartos para acontecer… Coisas particulares entre pessoas que se relacionavam entre si. Joui guardaria os seus “e se” para ele, aquele não era o momento certo para aquilo, tinha que resolver aquela conversa.

 

De qualquer forma, o nipônico olha ao redor e apenas suspira, logo eles entraram em um quarto que graças a Kami estava vazio. Ele logo foi até a cama que tinha lá, se sentando nela, olhando Erin, sua amada namorada, ficar de frente para ele, com uma cara nada boa, porém antes que ela pudesse falar algo, ele fez uma rápida análise do que ela vestia, mesmo que antes deles terem saído, ele já tivesse feito isso.

 

Ele só gostava de olhar pra ela.

 

Bem, ela vestia cropped branco sem mangas de gola alta que mostrava seus ombros e sua barriga com um piercing dourado com uma joia verde, além de que esse cropped marcava os piercings nos seios dela, a ruiva também vestia um shorts jeans azul claro e seus tênis branco com detalhes em preto, seu cabelo estava com uma parte presa num rabo de cavalo e a outra apenas solta, ela utilizava como acessórios algumas pulseiras e um colar que havia sido dado de presente por Joui, um colar dourado com um pingente de flor de Sakura, já que tinha as jóias cor de rosa bem clarinho, como a flor do país de origem de Joui e falando nessa flor, em seu braço direito, havia uma tatuagem de um ramo de Sakura e claro, no anelar dela, havia a aliança de compromisso dela. Coisa linda.

 

Ele amoleceu e quase sorriu com a visão. Nesse momento ela começa a falar, irritada, claramente estressada, entretanto, ainda linda mesmo com aquele humor, o que estranhamente deixava ela mais… “Porra…” .  

 

— Que merda foi aquela, Joui, não é possível que você deixe aquilo acontecer! — exclama e logo respirou fundo, passando a mão no rosto. Joui por sua vez, não incomodado, apenas tomou susto e mudou sua expressão. Olhou confuso para a namorada, talvez perdido, pois aparentemente, algo que ele não notou aconteceu e isso irritou sua amada ruiva.

 

— Mas… Hime, o que aconteceu? — pergunta realmente na inocência, mexendo em seus dedos enquanto observava Erin respirar fundo diversas vezes e olhar para ele, parecendo mais calma.

 

— Hinata dando em cima de você — falou de maneira mais calma realmente — e ela tava dando em cima de você sim, tanto que tocou em você e caralho… Tu deixou.

 

— Erin, eu sou acostumado com ela já a muito tempo… — falou agora olhando para seu braço, sentindo um formigamento ainda presente do toque de Hinata — ela estava mesmo dando em cima de mim? Pode ser que seja coisa da sua cabeça, meu amor… — usar o “meu amor” era uma tentativa de amolecer o coração enraivecido de Erin.

 

Poderia até funcionar se ele não tivesse dito que poderia ser coisa da cabeça dela. Coitado.

 

— Você nem tente — essa tentativa sempre falhava inclusive — você acha mesmo que ela ficar tocando em você enquanto força uma voz fina dos infernos e ficar falando que vocês poderiam brincar de não sei o que cacetas é normal? E o que caralhos ela quis dizer com isso?! — enquanto falava parecia se exaltar um pouco, o que de certa forma, como uma pessoa neurodivergente (autismo), assustou Joui.

 

— Erin, calma, por favor, não grita — pediu ele suspirando enquanto arriscava com as duas mãos, tocar nos braços dela e a trazer para perto, o que ela deixou — só vamos conversar sobre isso ok? — falou calmo e olhando nos olhos ainda enraivecidos de Erin.

 

— Meu ovo Joui — ela não se afastou, e nesse momento Joui arqueou a sobrancelha e sentiu a vontade suicida de rir. “Meu ovo…” Ele riu mentalmente e quase sorria de canto — eu vou avisar só uma vez e você vai me ouvir e pôr na sua cabeça, tá me entendendo? — e ela aponta sua unha na frente do rosto dele, o que faz ele arquear as duas sobrancelhas e sentir mais ainda uma vontade de rir.

 

Ele estava perto dela, ela estava linda, cheirosa e com a boca muito beijável… “Joui, ela tá brigando com você, foco” , pensou ele se segurando para não falar ou fazer algo… Se contentou em pôr a mão na cintura dela.

 

— Se eu ver ou saber que você deixou essa garota ou qualquer outra pessoa se engraçar pra cima de você, e pior, se você corresponder, eu acabo com a vida dessas pessoas e com a sua pra completar, tá me entendendo? — perguntou totalmente séria olhando no fundo dos olhos dele, como se estivessem desafiando ele a duvidar do que ela declarava.

 

E se… “Melhor não”, pensou ele com graça , que como efeito, fez ele apertar os olhos levemente, mas ele tinha outra coisa na ponta de sua língua que ele sabia bem que causaria um efeito em Erin, talvez assim ela pudesse relaxar um pouco.

 

— Sabia que você fica um tesão quando tá assim? — de repente ele fala, sorrindo como se ele fosse um verdadeiro canalha, um sorrisinho de canto basicamente, o que faz Erin travar inteira, tanto pelo sorriso dele, mas principalmente pela fala dele que a fez se calar. Isso sempre funcionava ao menos.

 

Ela olhou para ele branca, mais do que já era, isso pela surpresa da frase que ele proferiu com a clara intenção de desestabilizar ela, o que funcionou, pois ela estava em choque.

 

— É o que? — foi até então a única coisa que ela conseguiu falar naquele momento.

— Nunca te contei que você é linda até com raiva? Ou melhor… — riu ele com aquele sorriso de canto e aproximou o rosto para dar um cheiro no pescoço de sua amada — uma grande gostosa — suspirou no pescoço dela, agora sim a fazendo se arrepiar e amolecer.

 

Aí ela começa a rir levemente, isso vai escalando e ela coloca as mãos nos ombros de Joui, como se estivesse se segurando nele. Joui apenas sorri mais com isso sem tirar as mãos da cintura dela, olhando para o rosto mais leve dela. “Linda do caralho” . Pensou ele novamente.

 

— Puta que pariu, Joui, parou — revira os olhos toda mexida já ao levantar a cabeça e olhar para ele — vai se fuder — mandou mostrando a língua pra ele, uma mania que ela tinha.

 

— Ah é, é? — ele ri um pouco agora ousando a passear suas mãos pela cintura dela, ameaçando a descer suas mãos — aqui agora ou na minha ou na sua casa? — pergunta aproximando o rosto do dela.

 

— Porra Joui, tu tá impossível! — riu nervosa, balançando a cabeça negativamente — agora nem dá, ainda tô brigando com você e o pessoal pode notar nosso sumisso.

 

— Idai? Não precisamos voltar para festa — sorriu predatório começando a lentamente dar em Erin alguns selinhos — tá brigando comigo agora? — e então sua mão lentamente desceu até a um lado da bunda da mulher, passando levemente a sua mão ali, num carinho sem tanta malícia. Ainda.

 

— Tô sim — riu ela suspirando e se aproximando mais dele e abraçando o pescoço dele, permanecendo de pé — mas você entendeu bem o que eu disse né? Ou vou ter que repetir? — pergunta tentando voltar a sua face séria para ele, mas claramente estava segurando o riso.

 

Joui apenas sorri balançando a cabeça negativamente e simplesmente apenas deita a cabeça em seus seios.

 

— Entendi amor, entendi — suspira beijando aquela área com um real carinho, isso até levantar a cabeça olhar nos olhos dela e a puxar para mais perto, a fazendo se sentar em cima dele — mas tem certeza que quer voltar pra festa? — pergunta ele com uma certa manha.

 

— Olha… Não — riu ela e suspira dando alguns beijos nele — mas o pessoal pode tá esperando a gente também…

 

Joui apenas suspira e fala com sinceridade.

 

— ...bom, eu não tô nem me importando com isso — disse enquanto retribuía os beijos rapidamente — mas ó, vê o que acha da minha proposta, ficamos aqui e depois… Vamos pro minha casa e ficamos mais um pouco pelo resto da noite.

 

— Amor, honestamente, nunca pensei que você seria tão direto ao ponto no que você quer, ainda mais assim — riu meio surpresa e segurando o rosto dele para beijá-lo mais um pouco, aí olhou no fundo dos olhos dele quando seus rostos estavam mais perto — onde aprendeu palavras tão sujas? — ela brinca revirando os olhos pra ele.

 

— Como não ser assim com uma beldade como você sendo minha namorada? — ele sorri enquanto agora, passeava suas mãos pela bunda dela, o que foi bem receptivo pela Parker. Ele logo ri com a última frase dela — ah, bem, com a melhor em não controlar o palavreado.

 

— Posso até não controlar meu palavreado, mas te controlar eu sei muito bem… — ela provoca antes de descer, se agachando na frente dele entre suas pernas, mexendo em sua fivela.

 

— Shhh cala a boquinha minha linda — brincou enquanto levou uma mão para o cabelo da ruiva, fazendo um carinho nela, mexendo em seus fios laranjas. Enquanto isso, ela já podia ver sua cueca marcando uma certa protuberância muito bem presente nele — sabe bem como mexe comigo — dizia ele em meio ao carinho que dava nela, enquanto isso ela apenas… Começava a se aproveitar muito bem do momento.

 

— Ah, sei sim… — começou massageando o membro dele já de joelhos, uma massagem e um carinho para provocar seu amado namorado, coisa que ela sabia fazer muito bem.

 

Por isso ela sabia como mexia com ele, por isso também que ele mesmo sabia que estava na palma da mão dela. Ele amava isso.

 

— Por que faz isso? — pergunta suspirando ao ter seu membro – coberto ainda – acariciado pelas mãos delicadas de Erin, que não tirava os olhos dos dele.

 

Erin ri provocativa enquanto levava uma mão até a barra da cueca de Joui, abaixando ela e lentamente revelando um membro ereto que quase bateu no rosto da Erin se ela não tivesse o segurado antes.

 

— É divertido, apenas isso, gosto de ver como você fica… Hmm… — e parou para pensar um pouco. Será que ela deveria ter filtro nas suas palavras?... Claro que não, era somente os dois ali de qualquer maneira — bem, gosto de como você fica louco de tesão por mim, parece até que tá apaixonado — riu brincando um pouco com seu namorado.

 

Joui sabia bem que ela sabia que ele estava na palma da mão dela.

 

— Ah mas eu tô… — suspira ele enquanto sentia as mãos de sua amada começar um movimento de cima para baixo repetidas vezes pelo seu pau, um movimento que tinha determinada velocidade, mas que por ela, causava ainda mais o sentimento de desejo em Joui.

 

Ainda mais com aquela ruiva olhando para ele com aquela carinha de quem sabia bem o efeito que causava.

 

“Gracinha” , chama ele em pensamento, usando um apelido que naqueles momentos Erin, usava com Joui, pois segundo ela, ele ficava uma gracinha quando estava tão entregue daquele jeito por ela. Bem, ela mordeu o lábio inferior, isso enquanto começava a estimular mais ele ele e beijar sua glade. Novamente, isso sem tirar os olhos dele.

 

— Acho que não tem problema a gente sumir por alguns minutos, não é? Não é como se eles fossem dar tanta falta da gente.

 

— Claro que não… — suspira ele, começando a ofegar ansioso para sentir mais da boca de Erin, que deslizava seus lábios por sua glande e agora por sua extensão. Seu pau logo começava a se lubrificar, ainda mais quando a ruiva deslizou sua língua pela extremidade dessa vez ao em vez dos lábios, sendo que, quando chegou no topo, deu uma chupada na glande dele, coisa que fez ele grunhir e por a mão na cabeça dela diretamente.

 

Ela riu para logo lamber da base até toda a extremidade do membro dele, olhando nos olhos de Joui, que a olhava por inteiro, então ele podia ver claramente o sorriso desafiador de Erin.

 

“Eu duvido você se manter são” . Ele também duvidava.

 

— Caralho… — soltou baixo com sua voz rouca, acariciando a cabeça de Erin e quase, quase a fazendo ir mais contra seu membro, mas apenas a olhou com o sorriso trêmulo, estando com sua mandíbula trincada no maxilar enquanto seu peito – por estar ofegante – subia e descia.

 

Aquela visão para Erin era um pecado, como alguém poderia ser tão lindo?

 

— Pretty boy… — sua fala soou com a voz aveludada, isso enquanto ela segurava o pau de Joui e batia ele na sua cara, isso antes de voltar a chupar a cabeça dele.

 

Agora ele quem riu, riu dando uma puxadinha no cabelo dela, acabando por fazer um rabo de cavalo na ruiva.

 

Agora na visão de Erin, a imagem de Joui sedento por ela, com aquela regata e ainda com a mão em seu cabelo. Ah, como ele estava lindo, queria ir pra casa depois dali e dar tudo de si pra ele.

 

Tudo.

 

— Que foi em? — pergunta beijando o membro dele e o acariciando, ela fala isso sorrindo. Joui leva sua outra mão até o rosto dela e faz um carinho em sua bochecha, o que foi bem apreciado por ela — o que tá pensando?

 

— Você sabe bem o que eu tô pensando Erin — a voz rouca de Joui que chegava como uma brisa leve em seus ouvidos, que chegava como um aroma viciante, capaz de fazer ela fazer coisas que ela nunca se imaginaria fazendo. 

 

Assim como ela tinha Joui na palma de sua mão, ele também a tinha na palma da mão.

 

Silêncio por poucos segundos, com Erin sorrindo de olhos fechados enquanto recebia um carinho no rosto, mas logo ela abriu os olhos. Ela encara os olhos de Joui, que era a coisa que ele mais amava nele, uma das várias coisas, e com um sorriso no rosto, ela se afasta da mão dele e o que aconteceu em seguida foi em uma fração de segundos.

 

Ela desceu sua mão pelo membro de Joui e simplesmente foi descendo sua boca nele de uma vez.

 

Joui por sua vez apenas solta um grunhido enquanto ainda faz um aperto no cabelo dela e a auxilia para que ele entrasse mais na boca de Erin, ou em sua garganta.

 

Já a mulher mal poderia falar mais alguma coisa, já que tinha um pau na sua boca, o qual ela ainda punhetava a parte que ainda nem tinha entrado em sua boca por completo. Foi assim que ela começou a  chupar Joui, voltando a olhar para ele nos olhos enquanto ela saboreava seu sabor, claro, dando nele algumas sugadas.

 

Joui ficava louco com aquilo, ele segurava o cabelo de Erin com firmeza, no auxílio dos movimentos que Erin fazia com o membro dele. Chegava vezes que vez ou outra, ele entrava em sua garganta, apenas na entrada e depois voltava.

 

Logo os sons das estocadas começaram a ecoar pelo quarto, misturado com os sons que o casal em conjunto fazia, que Erin fazia a cada investida e que Joui fazia a cada sugada que recebia e a cada vez que aquele movimento de vai e vem se repetia em seu pau.

 

Os sons só aumentaram quando a mão de Joui foi mais forte em segurar a cabeça de Erin, começando a fazer com que ela fosse mais fundo em seu membro começando os barulhos de engasgo que ficaram mais presentes do que antes.

 

O nipônico soltava sons abafados devido a adrenalina de estar se deliciando na boca de sua ruiva, segurando o cabelo dela com força enquanto era sugado pela tal da "boquinha de veludo" que só ela tinha e era única pra ele. Ele sentia seu tesão aumentando quando olhava nos olhos manhosos dela pedindo por mais, eles o encaravam com graça e deboche, como se ela estivesse falando aquela maldita frase que o deixava louco.

 

"Tá com dó?"

 

Ele odiava – leia-se, amava – quando Erin fazia aquela cara. Mais uma de suas carinhas de provocação.

 

Com isso ele a segurou com mais força, investiu com força, acabando por estar realmente se acabando na garganta da ruiva a fazendo ter vários engasgos com seu pau, que atingia o fundo de sua garganta até o talo da mesma.

 

Assim, ele olha de cima para Erin, Joui a encarou com um olhar nublado, algo que dizia algo como: "Acha que eu tô com dó?"

 

O pau de Joui se contorcia dentro da boca de Erin, estava quase lá, ele sabia que sim pois agora praticamente fodida aquela boca como se sua vida tivesse a necessidade disso.

 

Ele achava que tinha.

 

A boca de sua Erin era tão gostosa que Joui podia ficar lá para sempre mas sabia que tinha que fazer algo.

 

E esse algo era claro, estava na sua frente revirando os olhos e o sugando com fome e sede, babando no seu pau e gemendo da forma mais promíscua que poderia gemer quando estavam naqueles momentos. Erin estava linda naquela situação que ela tanto amava, chupando, dominando ele, o deixando louco… Ah, nunca trocaria isso por uma pessoa qualquer…

 

— Porra...— gruniu novamente, tirando o pau da boca de Erin, fazendo com que seu pau batesse no meio do rosto da ruiva.

 

—... Joui... — gemeu ela com o pau dele em seu rosto, colocando sua língua pra fora com um sorriso, fazendo uma cara claramente fingindo cansaço, já que tinha um sorriso nela e Joui tinha a ciência que era de graça. Ele poderia muito bem ler o que aquele sorriso desgraçado transmitia, e ainda mais o que se passava na mente de Parker.

 

Com isso, ele começou a passar o pau no rosto dela, pegando seu membro e começando a ele mesmo a fazer movimentos de cima para baixo nele, em outras palavras, se masturbando para ela, aproveitando que já estava perto daquele clímax.

 

O primeiro daquela noite.

 

— Joui… — chamou por ele manhosa enquanto passava sua mão na barriga bem feita dele, quase implorando. Ela sorri da maneira mais ardilosa que ela pode, aí para piorar – ou melhorar – ela morde o lábio inferior dela e malandra como era e beijou o pau dele ao chegar mais perto dele e logo ela volta a falar — goza amor, goza pra mim — e olhou com cara de dó para o maior.

 

Carinha de quem ainda ia fuder a sanidade dele.

 

— Porra… — diz rouco acelerando os movimentos, claro que ele estava chegando ao seu climax, olha a cara que aquela mulher fazia pra ele. Ele iria enlouquecer — abre a boca — ele manda voltando com a mão no cabelo dela, e obediente como às vezes era, ela abre a boca.

 

Foi inevitável.

 

Erin ri colocando a língua pra fora, sentindo o fluído de Joui pingar na sua cara e cair um pouco na sua boca, o que a faz saborear mais dele e isso a satisfazia. O clímax de Joui foi extenso, com 6 jatos de seu esperma caindo no rosto de sua amada namorada, por todo seu rosto, enquanto isso, um pouco escorria de sua glade.

 

— Porra... — xingou ela, satisfeita e lambendo seus lábios, enquanto se aproximava para chupar ele mais um pouco, saboreando mais dele — já disse que você é uma delícia Joui? — pergunta ela olhando nos olhos dele.

 

— Não me lembro muito...— falou ofegante, mas brincando se fingindo de pensativo enquanto sorria a vendo o chupar mais um pouco — tá uma delícia sua boquinha, sabia?

 

— Pois bem, vc é uma delícia meu amor — e beijou a cabeça dele após limpar ele de todo seu líquido, logo ela foi começando a se levantar — que bom que gosta, farei questão que passe a noite inteira nela — e enquanto se levantava, começava a tirar seu cropped, revelando seus seios grandes e fartos que continham um piercing em casa mamilo. Logo ela só avançou para cima dele, se sentando em seu colo, o que foi bem aceito por Joui, que já tinha suas mãos voltadas a sua bunda.

 

— Bom saber disso — riu levemente enquanto deitava na cama com Erin em cima dele, ela quem havia se sentado em cima dele e ria também, ainda lambendo os lábios, com a cara toda suja ainda — Não quer limpar o rosto? — pergunta ele com as mãos atrás da cabeça, mantendo os olhos descaradamente nos seios nus de Erin.

 

Toda a beleza que aquela mulher tinha era um fenômeno que Joui sentia que deveria comemorar, assim como ele sentia que deveria ser cada vez mais devoto aos Kami que foram gentis com ele ao ponto de o abençoar com Erin. Sagrado era o templo que o corpo dessa Deusa que ele tanto louvava. 

 

— Quero sim, só não fica com saudade — arranhou levemente o peito coberto de Joui com suas unhas antes de sair de cima dele e andar até onde seria o banheiro daquele quarto, deixando Joui ali, agora olhando para sua bunda com um sorriso  idiota de alguém morrendo pelo tesão.

 

Uma benção mesmo.

 

Joui naquele momento olha para o teto e suspira, ainda sentindo seu membro muito bem ereto e apenas desejando que sua amada ruiva voltasse para que ele pudesse retribuir o amor que ela havia dado para ele através da boca dela. Joui se sentia incrível quando Erin o fazia perder a cabeça com aquela ação.

 

Ele logo aproveitou o momento para tirar a camisa e a calça, indo logo trancar aquela porta. Odiaria que fossem interrompidos ou vistos. Odiava ainda mais a ideia de verem sua Erin.

Ele ainda sorria como um idiota ao lembrar e ainda sentir a falta daquela “boquinha de veludo” que o tirava do sério, aquela mulher por si só já tirava qualquer sanidade que Joui ainda tivesse. Que coisa, né?

 

Ele bufa enquanto seu peito achava a regularidade de sua respiração, ainda com o presente calor dentro de si causado pela ruiva. Ele logo volta pra cama e se senta no mesmo lugar onde estava, logo, olhando a de olhos verdes que agora, observava ele dá batente da porta do banheiro, já com o rosto limpo, estando de braços cruzados abaixo dos seios nus dela.

 

Ela estava completamente nua para a sua alegria.

 

Ela logo começa a se aproximar, lentamente, chegando silenciosamente na cama e Joui nesse momento a puxa para perto na intenção de abraçar o corpo da Parker, a fazendo se sentar em seu colo.

 

Ele beijou a têmpora dela, deitando o rosto na curva de seu pescoço, cheirando o perfume que ela exalava, a fazendo se arrepiar com a ação, rir e abraçar seu pescoço. Eles riem em conjunto antes de Erin começar a beijar o rosto dele e derrubar deles na cama, com Joui levando suas mãos até a cintura de Erin.

 

— Tava morrendo de saudades já — disse baixo com a voz rouca, olhando no fundo dos olhos de Erin com um olhar que misturava o tesão e a tranquilidade. 

 

— Foram só poucos segundos, meu amor, e eu já estou aqui — falou entre os beijos na mandíbula dele e em sua bochecha. Ela sentia o carinho descarado de Joui em sua cintura e quadril, carinho esse que logo descia até sua bunda, a qual foi apertada e sacudida algumas vezes, ele ajeitou ela para que ficasse em cima dele – bem em cima dele –, isso para garantir que a ruiva sentisse bem o tesão exposto ainda, que agora era muito bem presenteado com a bunda de Erin em cima dele.

 

Gemeu quando a mesma deu uma rebolada em cima dele.

 

— Pra mim, quase horas. — enquanto falava isso Joui passava seu pau entre a bunda da ruiva, descia suas mãos até a coxa da ruiva até que parou a mão na panturrilha da Erin e então voltou sua mão até perto de onde estava buceta de Erin, começando a passar os dedos naquela região de baixo para cima e depois de cima para baixo, só para provocar, sorrindo no pescoço da ruiva soltando arfadas de ar quente no pescoço da Erin a fazendo se arrepiar um pouco, nesse momento ele começa a beijar seu pescoço e lamber um pouco o mesmo — sugoi…

 

Erin riu enquanto arfava e gemia minimamente, mexendo seu quadril de um lado para o outro, se mexendo em cima dele, de maneira lenta mas com certa intensidade

 

Erin se afasta levemente para olhar Joui, e ela apenas viu a imagem que ela amava, um corpo que em sua visão era construído e feito por deuses gregos, os peitos grandes e fartos de anos de treino, uma barriga trincada, seus braços fortes que ela amava quando a levantavam. Mas lá estava uma parte favorita de Erin em Joui, a tatuagem de um ramo de Sakura, a flor que Joui dedicava para Erin e que foi feita para Erin.

 

A tatuagem já estava exposta devido ao fato de que Joui estava usando uma regata, mas naquele momento olhar para aquela tatuagem era diferente de alguma maneira, isso a levava ela a olhar para a sua tatuagem de ramo de Sakura que ela tinha em seu braço.

 

Ele era dela, ela era dele.

 

Foi nesse momento que sem ver, Erin quando viu, já estava por baixo de Joui, que beijava seu pescoço naquele momento, a fazendo gemer levemente. Ele passou a descer seus beijos por seu pescoço, sua clavícula, seus seios, e ah deus… Ela sabia bem como ele amava aquela parte de seu corpo de todas as maneiras, já que aqueles beijos vieram a mexer com todo o seu sistema nervoso e a mexer com seus piercings, a arrepiando. Ele desce mais os beijos, chegando em sua barriga chapada, passando suas mãos em sua cintura em um carinho que a fez novamente se arrepiar. Ela começa a levemente a puxar aqueles lençóis que tinha naquela cama.

 

Ele desce mais suas mãos logo começando a descer elas por suas pernas, coisa que Erin permitiu. Enquanto isso, o mesmo salpicava beijos em suas pernas chegando até seus calcanhares e pés. 

 

Ele, sorrindo para ela enquanto beijava os pés dela, como um mero servo perante sua rainha, ele em seguida se ajeita para ficar entre as pernas dela, com uma mão em cada joelho dela e abrindo mais suas pernas.

 

Erin sorria com aquilo, aberta para ele sabendo bem o que ele faria e sabia que nunca seria como a primeira vez aquilo.

 

Afinal, a língua de Joui era mágica.

 

Ele logo se abaixou até sua intimidade, lentamente Joui deu pequenos beijos na parte interna da coxa de Erin, vendo o quão molhada Parker estava, então, com um sorriso no rosto de satisfação de seus próximos atos, num ritmo lento o mesmo se aproximou daquela área pulsante, colocando sua língua para fora, começando a saborear a mesma com movimentos de baixo para cima, a lambendo como se estivesse devorando por inteira, coisa que ainda não estava fazendo. Ainda.

 

A língua de Joui era realmente viciante, para Erin, era da mais pura dominação. Estar ali, se contorcendo entre sua língua, tendo seus pontos de prazer muito bem estimulados. Seus dedos se agarravam entre o lençol e se mudam para emaranhar-se no cabelo de seu namorado. Enquanto isso o asiatico se mantinha paciente, lambendo a intimidade de Erin, com uma mão agarrando sua coxa, dando vez ou outra algumas agarradas na região, e com a outra, ele a leva para a buceta de Erin, dois dedos para ser específico. Ele sabia bem o que estava fazendo com ela quando começou a provocar uma entrada dentro dela, deixando a ruiva quase 

desconcertada.

 

— Quer que eu entre? — pergunta ele de modo provocador, deslizando os dedos na entrada de Erin enquanto lambia e apertava com a língua seu clítoris. Sua voz estava abafada, o hálito quente entre sua vágina.

 

Erin olha para ele com as pupilas dilatadas, o peito arfando. Seus lábios vermelhos entreabertos, ofegantes quando os olhares de luxúria se encontram com o único objetivo de comunicar o que queriam.

 

“Me fode”.

 

Ele entendeu claramente, enfiando lentamente seus dedos dentro do núcleo da ruiva, lá dentro o mesmo fez um leve movimento de “coçar” para começar a estimular a buceta da parceira, enquanto seus dedos se ocupavam dentro da ruiva, sua boca se agarrou em seu clitoris começando a chupar o mesmo com vigor, chupando, sugando, saboreando, qualquer outro sinônimo dessas palavras ele estava fazendo.

 

Ele sentia como ela ficava mais molhada, isso claro, junto dos gemidos que Erin desde o começo estava dando. Era lindo, até aquele momento Jouki estava observando o peito da Parker subir e descer freneticamente em prazer ao sentir a boca dele em sua buceta, ela mordia seu lábio inferior enquanto se deliciava com a boca de Joui nela, e a mão que estava no cabelo de Joui forçava mais ele a chupar ela, coisa que ele fazia com todo o prazer do mundo.

 

Dar prazer a sua mulher, essa era uma oração pessoal que ele tinha com ela, uma espécie de carnaval carnal entre cada esquina das preciosas coxas que ela tinha, que escondiam a real Veneza que existia entre suas pernas.

 

“Desgraçada” Ele pensa enquanto ela solta um grito miúdo quando ele suga seu clítoris.

 

Ele pensava isso porque naquele ponto, seu pau estava desesperado para ter a atenção da intimidade de Erin, fundo, dentro e prazeroso.

 

— Joui… — ela gemeu seu nome como um louvor enquanto arqueava suas costas. Ele por vingança acelera os movimentos de seus dedos, indo, voltando, estimulando ela e a fazendo enfiar sua cara nos travesseiros ali enquanto seu prazer era executado como um sagrado ritual para Joui.

 

O que era, realmente era para Joui, que estava ali sentindo o sabor e prazer de Erin, que estava rendida a ele de uma maneira tão íntima e pessoal deles dois. Ele amava a intimidade deles, como eles eram, apenas quando o assunto era apenas eles, quatro paredes e o desejo descomunal de se tocarem.

 

Seu membro pulsou e como consequência, sem muito pensar, ele aperta mais a parte interna da coxa de Erin e acelera mais os movimentos, fazendo os barulhos que eram como a música mais bela tocada, chegassem mais aos ouvidos de Joui, que tinha o orgulho de ser o motivo dos gemidos de prazer daquela mulher que ele tanto amava.

 

Ela sabe o que ela faz com ele, ele não a chama de beldade à toa.

 

Mas… O que Joui fazia com ela? O que ele era para Erin?

 

Era simples de responder essa pergunta, muito simples, ainda mais quando ela dedicava todos os seus sons de prazer a ele como uma canção regada de satisfação, era fácil saber o que ele era para ela, quando sua mão estava na cabeça dele o fazendo ficar mais ainda contra sua buceta, era fácil saber o que ele era para ela, já que seu coração só estava acelerado daquela maneira devido ao fato de como ele conhecia cada ponto de prazer que ela queria que ele conhecesse, que ela deixou, que ela permitiu, assim como ela permitia agora que ele a fizesse dele novamente.

 

Seu corpo, seu coração, sua mente e não duvide quando ela disser que sua alma pertencia a ele.

 

Os movimentos que ele fazia dentro dela aceleraram outra vez, de repente Erin volta a sentir os beijos de Joui no interior de sua coxa, ela sentia a delicadeza dos lábios do nipônico irem por algum segundo na sua pele sensível ao toque devido aos estímulos que recebia. Ele foi subindo, beijando sua coxa, beijando sua intimidade, beijando sua virilha e foi subindo e subindo por seu corpo, dando aquele carinho enquanto seus dedos permaneciam fazendo Erin se contorcer.

 

— Calma, calma… — sussurrou com a voz rouca contra a pele alva de Parker, já em meio aos seus seios, mas não parando de subir, passando a focar os beijos no pescoço dela, coisa que ela permitiu ao levar sua cabeça pro lado para que ele pudesse beijar mais aquela região, ação essa que a fazia gemer com certa manhã.

 

— Caralho, Joui… — foi o que ela disse ao sentir a grande mão dele passar por sua cintura, os dedos de Joui a dedilhando e estimulando, e agora sua boca chupando seu pescoço, a deixando a beira de enlouquecer.

 

Sentir o polegar dele prensando seu clitóris foi algo que a fez agarrar Joui, abraçar ele e arranhar levemente suas costas. Isso o motivou a continuar com os movimentos dentro dela, mesmo começando a sentir a tensão de seus músculos. Ele se afoga no pescoço de sua amada quando ela geme e arfa em prazer enquanto se deixava ser tocada pelo maior.

 

O jeito que seu polegar mexia em seu clitóris deixava Erin em outro mundo, sentir ele em contato com seu pescoço a fazia quase revirar os olhos e ela mordia seu lábio inferior. Quanto mais ele mexia nela e ia e voltava, mais perto do clímax ela se encontrava, mais e mais perto e o jeito de fazer Joui ter consciência disso era o arranhar de suas costas que ela dava, era sua respiração ofegante e o jeito que ela chamava por ele.

 

— Joui… — ela geme quando ele volta a beijar seu pescoço e em seguida a chupar ele. Joui nesse tempo retira seus dedos de dentro de Erin e passa a focar apenas no seu ponto de prazer. Erin a esse ponto estava na porta do orgasmo.

 

A música a fora tocava sem parar, era alta e contínua junto das pessoas que cantavam junto ou apenas faziam seu barulho, mesmo alto e audível do andar onde Erin e Joui estavam, não era alto o suficiente para Joui não ouvir os sons de Erin, ainda mais quando ela era sempre “escandalosa” quando chegava lá.

 

Ela chegou lá, de forma alta, clara e trêmula, detalhes que faziam Joui sorrir contra o pescoço da namorada. Ele se levantou um pouco para ficar mais em cima dela, brincou com a intimidade sensível de Erin para em seguida descer novamente os dedos para a entrada dela, brincando lá também para poder sentir o quão molhada após aquele clímax ela estava. Ele ri levemente e a olha, analisando friamente sua feição. 

 

Bochechas e boca avermelhadas, boca essa entreaberta, seus olhos cerrados, mas mesmo assim dando para ver o brilho deles que Joui sabia bem decifrar o que dizia.

 

Ele se aproxima para a beijar, assim o fazendo, se apoiando ainda em uma mão e levando a outra para o rosto dela, fazendo um carinho. Ela em resposta retribuiu o beijo mesmo ainda em êxtase e ofegante. Arranhou mais as costas de Joui quando ele começou a se posicionar entre ela, e estando em sincronia, Erin abriu mais as pernas.

 

— …Depois daqui… — ela começa entre o beijo, afastando um pouco os dois apenas para fazer. Joui a olha com atenção — melhor na sua casa… — ela sorri levemente, mas a conhecendo, Joui via a malícia naquele sorriso — você sabe…

 

— Eu sei — e deu apenas uma risada antes de voltar a beijá-la, se posicionando entre as pernas dela, com sua mão descendo do seu rosto até todo seu corpo até as pernas, mas logo levou sua mão até seu membro, no objetivo se o posicionar na entrada de Erin, que ao sentí-lo, apenas suspirou entre o beijo e o abraçou mais ainda.

 

Essa foi a permissão dela que Joui recebeu para entrar mais nela, de forma lenta apenas para ouvir os gemidos que ela dava entre o beijo, o qual ela se separou para enfiar o rosto na curva do pescoço de Joui, isso conforme Joui entrava nela.

 

Com Joui, seu coração estava batendo forte, ele se sentia em outro mundo sempre que estava dentro de sua Erin, sentindo o calor que sua intimidade tinha era equivalente a ser acolhido pelo próprio paraíso. Ele começa lentamente a se movimentar, indo e voltando na ruiva que respirava e inspirava a cada lento movimento seu.

 

Erin havia fechado fortemente os olhos ao começar a sentir a movimentação do asiatico dentro de si, sentindo a sensação de ser preenchida em sua intimidade úmida e encharcada pelo desejo que ela tinha pelo maior.

 

Erin tenta esconder seu rosto novamente na curva do pescoço de Joui que estava acelerando seus movimentos conforme o prazer era sentido, mas ele age antes, levando sua mão até a mandíbula da ruiva, a empurrando com delicadeza e mantendo sua cabeça no travesseiro.

 

Erin o olha para ele e o vê apenas abaixando a cabeça, a próxima sensação que ela tem é dele próximo aos seus seios, que logo foram abocanhados por Joui, que retira a mão da mandíbula de Erin e enfia a mão no travesseiro ao lado do pescoço dela. Ela sente a outra mão dele passear por sua perna e agarrar sua coxa, isso enquanto a língua do asiatico brincava com o piercing em seu mamilo.

 

Isso a estimulava cada vez mais, e só o fato de seu corpo já estar sensível do último clímax que ela teve, por isso a cada investida de Joui dentro dela, junto da sensação do pau dele indo e voltando nela, a fazia se sentir motivada a gemer e gemer, gemer cada vez mais e mais o nome dele no objetivo de incentivá-lo a continuar a acelerar e ir mais forte.

 

Ainda com os olhos no namorado, visualizava muito bem Joui chupando seus seios, chupando um, indo para outro e brincando com os piercings que havia em seus mamilos. Seu peito descia e subia conforme seus gemidos eram causados unicamente pelo nipônico que fodia ela com vontade. Isso a faz se sentir, de repente, energizada por algo que nem ela entendeu, mas vez ou outra acontecia.

 

Talvez fosse o fogo que estava regendo seu ser.

 

De toda forma, sorri, levando suas mãos até o cabelo de Joui, esse que olha para ela com um sorriso maldito, um sorriso sacana que era dado enquanto ele dava uma leve mordida no piercing do seu mamilo. A estocada que veio fez ela quase puxar os cabelos dele. O maldito era lindo… Bem, ainda com o sorriso, a ideia que ela teve volta a sua mente após se recuperar da vontade de gemer para ele como se ela tivesse rendida a ele. Bem, seria ele a ficar rendido logo logo.

Ela ri e geme ao mesmo tempo em mais uma estocada de Joui, mas lógico, ela quer provocar também, essa é a ideia que ela teve.

 

— Ah Joui… Você não tá com dó não é? — ela questiona com o olhar afiado para seu amado namorado, que ao ouvir a provocação, olha no fundo dos olhos dela, de uma maneira que apenas de sacanagem, fez ela dar um sorriso de canto e dar uma risadinha maldita. “Tá com dó? Tá amor?” , pensa ela com graça.

 

Mas a graça some no momento em que ela geme sentindo o membro de Joui lentamente saindo dela, foram gemidos de insatisfação. Ela olha confusa para ele sem entender muito e vê ele mais em cima dela, ela pode sentir as grandes mãos dele em sua cintura, e quando olha para o rosto dele. Ele está com um sorriso e um olhar hipnotizado. De repente ele faz força ao segurar ela e quando a ruiva vê, ele rolou na cama junto com ela, a colocando em cima dele.

 

Olhando nos olhos dele pedindo uma resposta, ela teve logo de imediato.

 

Ela suspira e sorri enquanto levantava um pouco e levava sua mão para o membro dele, o posicionando melhor em sua intimidade, e assim quando o fez, sentou logo de uma vez em cima dele, soltando um gemido memorável aos ouvidos de Joui que apenas admirava a visão que tinha de sua ruiva em cima dele.

 

Joui tinha o costume de – naqueles momentos, naquela posição especificamente – ver Erin como uma Deusa, uma divindade que ele tinha a dádiva de ter ao lado. Ele realmente se sentia admirado por Erin naqueles momentos.

 

Ele passa suas mãos pela cintura de Erin e leva as duas para a bunda dela, começando a ajudar a acelerar nos movimentos dela já tinha começado. Ela sentava com força no pau de Joui, este que gemia com o prazer de ter sua “Deusa” em cima dele. 

 

Era uma visão magnífica, diga-se de passagem.

 

Agora, a Parker, olhando Joui por cima, ela via bem o sorriso que Joui dava para ela e o brilho que ele tinha nos olhos que ela tanto amava. Isso a fez ver que um pensamento anterior havia se concretizado.

 

Joui já estava rendido a ela naquele momento.

 

Agora era ela quem mandava.

 

Entre seus gemidos e respiração ofegante, Erin dá uma sentada forte, fazendo Joui grunhir num tom grave e num teor de rendição. Ah… Deus sabia bem o que isso causou na buceta de Erin, que claro, havia amado ver novamente aquele lado de seu amado e certinho Joui… 

 

Ela adorava ver aquele lado tão rendido a ela…

 

A esse ponto os corpos suados do casal estavam na mais pura adrenalina, corpos quentes pelo tesão que dominava os dois que apenas queriam o prazer de estarem naquela maneira um com o outro, somente os dois como um só.

 

Joui tinha seu maxilar trincado e chegava a bufar de tão ofegante que estava sentindo o coração bater como um tambor. ele se movimentava também em sincronia com Erin, essa sentava nele, sentindo seus seios pularem em seu tronco. O pau de Joui chegava a tocar no colo do útero da Parker que agora tinha uma mão apertando o peito de Joui.

 

Ela ofegava, respirava e inspirava de forma frenética enquanto Joui como se estivesse se vingando do aperto do peito, apertava um lado da bunda dela com certa força.

 

Eles a esse ponto não ligavam se o som deles chegassem até o corredor e as pessoas que passassem por ele ouvissem o que o casal estava fazendo, depois eles pensavam nisso, aquele não era o momento, ainda mais quando Erin estava incrivelmente focada no pau de Joui dentro dela e no prazer que ele lhe dava. Joui por sua vez, se encontrava – novamente como foi dito – completamente hipnotizado por Erin sentando nele, como uma Deusa que estava dando a ele a honra de ser completamente dominado por ela, havia coisa melhor do que isso?

 

De repente, ela vai até ele, jogando seu corpo para frente, sorrindo com um brilho nos olhos dela que dizia o quão imersa no prazer ela estava. Tudo o que Jouki sentiu em seguida foi Erin o beijando, beijo esse que ele retribuiu de imediato, levando uma mão até a cabeça dela na intenção de intensificar mais aquilo.

 

Era o beijo, era o sexo, era os corpos suados e colados um no outro, uma intensidade que apenas os corações daqueles amantes tão sedentos um pelo outro.

 

Bem, mas aquele ponto, para os dois, o clímax novamente batia na porta, Erin soube disso quando levemente Joui começou a puxar os fios de seu cabelo. Joui soube disso quando a buceta de Erin começou a apertar mais ainda seu pau.

 

Os dois estavam perto e isso fazia com que os dois ficassem cada vez mais agitados e excitados um pelo outros. O beijo que eles tinham ficou cada vez mais intenso, com suas línguas batalhando para entrarem na boca um do outro, isso ao mesmo tempo que eles respiravam ofegantes, desejando mais e mais ar, vez ou outra se separavam do beijo pela falta dele.

 

O clima fervia entre eles e eles claramente não ligavam mais para o que acontecia fora daquele mundo onde só existia os dois juntos ao desejo que eles tinham.

 

A sensação de estar tão próximos ao êxtase já gerava um certo prazer aos dois, que naquela hora, olharam nos olhos um do outro, fazendo uma troca de olhares onde os dois se comunicaram e compartilharam da determinação de chegar logo ao clímax, mas em meio aquela comunicação visual que eles tinham, eles abriram um sorriso um para o outro, compartilhando uma ideia.

 

A força das estocadas de Joui junto da sentada de Erin fazia um barulho que percorria por todo aquele quarto abafado, o suor do corpo de cada um caindo por suas extremidades era um detalhe crucial que indicava o quão animados eles estavam.

 

Erin se levantando no pau de Joui, não demorou muito mais do que queria para enfim, em apenas uma sentada que ela logo deu, sentir algo quente a preencher ainda mais, aquecendo seu interior ao mesmo tempo que seu corpo tremeu ao êxtase chegar e a dominar por completo.

 

A ruiva havia jogado a cabeça para trás quando gozou, por isso não viu a expressão de satisfação de Joui quando ele gozou dentro dela, mas ele viu como ela ficou ao gozar e novamente, viu a Deusa que ela era.

 

Os movimentos lentamente começam a cessar, o cansaço vem nos corpos suados e tensos deles. Erin vai parando os movimentos, mas em um, retira o membro de Joui de dentro dela e vai pro lado, caindo ao lado de Joui e deitando naquele braço que ele havia aberto para ela.

 

Estavam ofegantes, o peito de ambos subia e descia freneticamente e o suor grudava o cabelo de ambos em suas testas. Joui leva sua outra mão a testa para tirar o cabelo de seus olhos e vira a cabeça para olhar Erin, que ao mesmo tempo que ele o olhou, agora parecendo que analisava seus detalhes, com isso Joui fez o mesmo. 

 

Erin sorri, ainda ofegante e leva sua mão até a mandíbula dele.

 

— Você tá vermelho… — comenta ela com seu sorriso, fazendo um carinho na mandíbula dele. Ela ri um pouco e ele sorri para ela.

 

— Eu sei… — suspira e leva seus braços até a cintura dela e atrás mais pra perto na intenção de abraçar ela e a trazer até seu peito, onde ela deita a cabeça e continua olhando pra ele — e isso é culpa sua Hime…

 

— Eu sei — riu novamente — cansado demais? Não estou nem um pouco afim de dormir aqui — falou ela mexendo no peito dele com seus dedos.

 

— É, aqui já não era um dos melhores lugares para fazer essas coisas aqui — agora sim ele fica um pouco mais vermelho — e você? Muito cansada?

 

— Um pouco, mas você me conhece, logo vou estar inteira — ela suspirou mexendo o pescoço — acha que deram nosso sumiço?

 

— Bem, eu acho que não, não ouvi nada — ele começa a fazer um carinho na cintura de Erin, que começou a deslizar a unha no peito dele.

 

— Sei bem o porquê você não estava ouvindo nada — provocou Erin com um agora sorriso de canto para Joui, esse que estava mais calmo, mas que, novamente, ficou vermelho, de novo.

 

— Também, você sabe bem como tomar meu foco, Hime — virou os olhos para o outro lado e ouviu a risada que sua amada namorada deu por ver o que via.

 

— Sou boa, né? Você estava bem focado em mim pelo o que eu vi — ela provoca novamente, indo deitar mais a cabeça no peito dele para ver se entrava mais no campo de visão dele. Aí ele olha diretamente pra ela.

 

Ele sorri de canto pra ela.

 

— Sekushi — e Erin aperta os olhos até entender o que ele falou, mas antes dela poder falar algo, Joui logo vai trocar as posições e fica por cima dela, dando um susto em Erin.

 

— Joui?!- — e ele apenas se aproxima rapidamente para a beijar, logo a relaxando, ela retribui o beijo, fecha os olhos e abraça seu pescoço.

 

O beijo durou alguns segundos antes deles se separaram, com Erin sorrindo mais energética. Joui apenas se animou vendo isso.

 

— Vamos pra casa, eu cuido de você lá — ele sorri de canto, passando sua mão pela coxa de Erin, dando um aperto e um leve tapa, fazendo Erin rir levemente enquanto ele se levantava de cima dela.

 

— Cuida de mim, é? — olha para as costas dele, ele estava pegando suas roupas no chão e Erin pode ouvir uma risadinha. Ele olha oara ela ainda com aquele sorriso de canto maldito.

 

— Do jeito que você gosta, Hime — e logo vira começando a pôr sua roupa, ao som da risada nada inocente de Erin.

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Continua?...