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De dois a três

Summary:

Hyunjin e Seungmin se conheceram na época da faculdade e, desde então, eles estão juntos da melhor forma que poderiam desejar estarem: casados, morando juntos e, a maior alegria de todas, a espera de um bebê que os farão deixar de ser somente eles dois em casa para, logo mais, se tornarem três.

Notes:

oiii, olhem eu aqui mais uma vez, só que dessa vez com uma fic f/m seungjin!!
espero que gostem, tenham uma boa leitura <33

(See the end of the work for more notes.)

Work Text:

Fanfic / Fanfiction De dois a três

 

— Amor, cheguei! — anunciou Seungmin, depois de entrar e trancar a porta de entrada de sua casa. Esta que ele, inclusive, morava junto com a sua querida e amada esposa, Hyunjin.

Os dois haviam se conhecido na época da faculdade graças a uma matéria optativa que existia na grade acadêmica de ambos e, mesmo que eles fossem de cursos diferentes — ele fazia Administração e ela Psicologia —, eles acabaram fazendo a bendita matéria no mesmo semestre, tornando-os assim colegas de turma por um semestre inteiro.

Dessa forma, entre um trabalho e outro em grupo, os dois logo se viram aproximar-se um do outro e, conforme iam conversando e se conhecendo um pouco a cada dia que se passava, uma amizade rapidamente começou a surgir entre eles, assim como a atração que também sentiam um pelo outro. Afinal, para o Kim, Hyunjin era a garota mais linda que ele já havia conhecido, enquanto que para ela, bem, a personalidade e senso de humor que ele tinha eram tão únicos que apenas o fazia ficar mais bonito ainda perante aos seus olhos — inclusive, ele também pensava o mesmo sobre ela, à medida que ambos iam se conhecendo mais e mais.

Desse modo, um amor surgiu e, quando menos perceberam, um compromisso foi estabelecido entre os dois. Um namoro que durou anos, até que Seungmin finalmente pediu a mão de Hyunjin em casamento e, assim, algum tempo depois, eles se casaram em uma linda cerimônia, cheia de amigos e familiares que compareceram para celebrar, junto com eles, o amor e união deles dois.

Foi algo lindo. Tão lindo que era impossível para o Kim não sorrir todas as vezes que ele chegava em casa — após um longo dia de trabalho — e se deparava com uma das fotos de seu casamento, em um lindo quadro, que enfeitava uma das prateleiras de nicho que sua esposa gostava de ter na sala de estar, pois, segundo ela, era uma decoração bonita e prática que ela sempre quis ter em sua própria casa.

Inclusive, falando da Hwang, Seungmin estranhou a falta de resposta da mulher que, frequentemente, aparecia para recebê-lo de braços abertos toda vez que ele chegava em casa. E quando não era isso, ela então o respondia gritando um pequeno “Aqui!”, fazendo-o assim perseguir o som de sua voz até o cômodo em que ela estivesse esperando por ele.

Entretanto, dessa vez, a única coisa que ele recebeu como resposta foi o silêncio ensurdecedor que, àquelas alturas, somente o deixava inquieto.

Sendo assim, preocupado com o possível sumiço de sua mulher, ele então decidiu chamar por ela mais uma vez, atento enquanto seguia o seu caminho em direção a cozinha. Lugar esse que, apesar de sua simplicidade, possuía portas de vidro que davam diretamente para os fundos da casa, onde havia um lindo jardim que, claramente, fora cultivado com muito amor e paciência de seu dono — ou dona nesse caso —, que amava jardinagem tanto quanto amava artesanato e, inclusive, estava sentado sobre uma das confortáveis cadeiras do quintal, muito concentrado em sua peça de crochê, enquanto era banhado pela luz alaranjada do sol que começava a se pôr, depois de um dia tão ensolarado e quente.

Desse modo, com um sorriso enfeitando o seu rosto, Seungmin rapidamente abriu as portas e, após calçar os chinelos que estavam ao pé da porta no lado de fora, caminhou em direção da mulher que, quando percebeu a sua presença, parou o crochê que estava fazendo e o olhou com o sorriso e olhos carregados de amor que só ela tinha.

— Você chegou! — Ela observou, ainda sorrindo para ele. Todavia, tal sorriso logo começou a diminuir, à medida que ela arregalava os olhos em surpresa. — Meu Deus! Que horas são? Não acredito que fiquei tão concentrada nessa peça que acabei nem vendo a hora passar e, agora, o jantar vai atrasar por minha culpa. Desculpa, Minnie.

— Ei, relaxa, Jinnie. Tá tudo bem. Não precisa pedir desculpas — disse Seungmin, com a voz suave, enquanto acariciava um dos ombros da mulher. Esta que tinha um beicinho enfeitando os seus lábios. — A gente pode pedir comida hoje, o que acha? Tá afim de comer alguma comida específica hoje?

— Minnie — respondeu, desfazendo o beicinho para soprar uma leve risadinha. — Não acho que desejos funcionem assim.

— Bom, não custa nada perguntar, né?! — retrucou, dando de ombros. Em seguida, sentando-se na beirada da cadeira, ao lado de Hyunjin, Seungmin a abraçou pela cintura e, com o queixo sendo apoiado sobre o seu ombro, ele começou a acariciar a barriga dela. — Precisamos nos certificar de que você e esse bebê tenham todos os seus desejos atendidos.

— Vai nos deixar muito mal acostumados desse jeito — ronronou Hyunjin, apoiando-se contra o corpo do marido e colocando suas próprias mãos sobre as dele em sua barriga.

— Tudo bem, por vocês vale a pena qualquer — declarou, deixando um beijinho no ombro alheio.

— Até mesmo comer algumas combinações estranhas de comida? — indagou em um leve tom de brincadeira.

— Até mesmo comer algumas combinações estranhas de comida — repetiu, após soltar um pequeno suspiro dramático. — Estamos juntos nisso. É o nosso bebê.

— Nosso bebê — disse Hyunjin, repetindo as palavras de Seungmin com um sorriso carinhoso, enquanto deixava um leve carinho nas mãos alheias com os polegares.

Dessa forma, com um sorriso enfeitando os lábios de cada um, os dois continuaram, por mais algum tempinho, aquele delicioso chamego, até que o sol finalmente se pôs e deu lugar à lua e às estrelas, para que eles enfeitassem os céus daquela noite.

Assim, Hyunjin e Seungmin voltaram para dentro de casa e, após um bom banho e uma boa refeição — felizmente a comida não demorou muito para chegar —, eles se aconcheram sobre a cama de seu quarto e aproveitaram da companhia um do outro da mesma forma que fizeram nos últimos anos.

Todavia, ao contrário de 7 meses atrás, eles agora ansiavam pela chegada do mais novo membro da pequena família deles e o qual já era amado mais que tudo por eles dois.

Notes:

espero que tenham gostado!

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