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Primeiro verão em Denver.

Summary:

Stan e Kyle se mudam para Denver por conta da faculdade, dividindo um apartamento pago por suas bolsas de estudo esportivo. Stan agora se vê tendo problemas encarando até demais as coxas do seu super melhor amigo.

Notes:

Acho difícil alguém ler isso daqui por estar em português, mas honestamente, eu queria ler muito algo específico com fetiche em coxas e não achei em lugar nenhum desse ao3, então por que eu mesmo não escrever? É isso.

(See the end of the work for more notes.)

Work Text:

Fazia cerca de cinco meses que Kyle e Stan estavam morando juntos num pequeno apartamento em Denver, vivendo sob os custos das bolsas esportivas que cada um havia conseguido em sua modalidade, Kyle no basquete e Stan no hóquei. 

Para Kyle, era divertido morar com seu super melhor amigo. Anteriormente, pensava que seria mais estressante, pois conhecia bem a pessoa a qual o Marsh era, mas ele acabou o surpreendendo positivamente, sendo muito mais organizado nos últimos meses do que ele já fora um dia em todos os seus dezenove anos de existência. Stan se esforçava ao máximo para não decepcionar seu colega de moradia e, por isso, havia mudado tanto em tão pouco tempo, havia decidido em sua cabeça que iria de fato se mudar, mas não apenas no sentido mudança de casa, mas queria mudar-se para deixar para trás a adolescência pacata e irresponsável que tivera e começar a crescer enquanto jovem-adulto. 

Porém, havia uma coisa que Stan não conseguia mudar de jeito nenhum: a sua obsessão pelas coxas de seu super melhor amigo. Kyle, em si, era forte e levemente musculoso, um bom padrão para jogadores de basquete, apenas um pouco mais esguio, entretanto suas coxas contrastavam com seu físico, eram gordas e “leitosas” — termo que Stan leu uma vez num tweet sobre fetiches e nunca mais conseguiu despregar da sua mente —, brancas e sardentas como era Kyle por inteiro. O que piorava a sua situação era que o verão de Denver era extremamente quente e seco e, para tentar diminuir o calor, o ruivo andava por aí com shortinhos minúsculos que normalmente não usaria na frente de ninguém por considerá-los “muito gay”, mas se sentia confortável de usar eles perto de Stan e unicamente com ele, porque bem, era Stan. 

E esse era um desses dias. Era sábado, um final de semana meio apressado por conta das provas e dos treinos intensos de ambas as equipes que se preparavam para campeonatos estaduais. Kyle chegava de seu treino ao final da tarde e corria para o banheiro, implorando para tirar todo o suor de seu corpo e colocar a roupa para lavar com urgência. O treino de seu amigo tinha sido pela parte da manhã por conta dos horários da pista de gelo que eram divididas para diversas locações de treino, de profissional a amador. Quando o ruivo saiu do banho, Stan estava cozinhando frango e batata para os dois que precisavam manter os macronutrientes alinhados com os treinos, o Marsh usava apenas com uma bermuda leve que ia até seu joelho e uma regata branca para não passar calor.

Sentiu o cheiro do sabonete de lavanda de Kyle assim que ele entrou na cozinha, seu cabelo ainda pingava um pouco e ele sorria atrás de Stan.

— Isso tá com um cheiro maravilhoso, é cozido, né? — O ruivo falava chegando perto da panela.

— Sim, é a mesma da semana passada, aquela receita brasileira. — Stan dizia sorrindo olhando para a panela, até virar para ver seu amigo.

Lá estava ele mais uma vez, usando os benditos shorts estupidamente curtos para as suas coxas estupidamente grandes. Kyle usava apenas uma camisa branca qualquer de tecido fino e aquele pedaço de pano preto que mal cobria sua bunda. Stan estava praticamente anestesiado vendo aquela cena, a água escorrendo dos seus cabelos volumosos e algumas gotas respingando naquelas coxas brancas.

— …mas o Tolkien não calava a boca na ligação- Cara, você tá me ouvindo? — O ruivo chacoalhou o amigo que parecia estar em transe.

— Ah, ahn? Desculpa, eu tava pensando no cronograma de estudos de estatística, acabei me perdendo, é coisa demais e aí, sabe como é. — Stan inventava uma desculpa e rapidamente mudou seu foco para a panela, se proibindo de olhar para algum canto sem ser a panela fervendo com frango e batata.

— Não, tudo bem, eu só queria saber se você quer ver a reprise do jogo do Denver Broncos, você sabe, a tarde eu tava no treino e não conseguir ver, o pessoal de South Park comentaram comigo que foi um jogão. 

— Ah, claro! A gente pode ver os melhores momentos na tevê jantando se você quiser.

Kyle sorriu e abraçou Stan de lado enquanto ele ainda mexia na panela.

— Sabia que podia contar com você, cara! 

Kyle saiu quase que saltitante para arrumar a sala da tevê, com suas coxas tão alegres quanto eles.

Quando o jantar ficou pronto, Stan pesou ambos os pratos e levou-os para a sala de estar. Normalmente, iam para a sala e ficavam cobertos com um grande cobertor, mas dado o calor que os atingia mesmo a noite, claramente teriam que dispensar o uso da coberta por hoje. O moreno entregou o prato ao ruivo, se sentando ao seu lado e apoiando sua refeição no braço do sofá, Kyle fazia o mesmo. Colocaram no YouTube os melhores momentos do jogo e assistiam comentando e comendo, rindo de algumas piadas que o narrador favorito deles fazia naquele vídeo. Claro, às vezes seu foco saia da televisão e se conectava a pele à mostra das coxas do melhor amigo, mas logo voltava o foco para o que realmente deveria estar prestando atenção graças a algum comentário como “Caralho, isso foi muito bonito!” ou “Esse passe foi inacreditável!”

Depois de uma conversa acalorada e vinte minutos assistidos de um vídeo que tinha quarenta e cinco minutos, ambos finalmente terminaram a refeição.

— Ei, deixa que eu lavo a louça já que você fez o jantar. — Kyle dizia já se levantando, pegando o seu próprio prato e o prato vazio da mão de Stan. — Tava maravilhoso, inclusive, tu cozinha muito bem, cara.

Era perceptível seu pequeno sorriso carinhoso para seu super melhor amigo que derretia com as palavras. Stan agradeceu e continuou vendo o vídeo com o volume quase no máximo, sabendo que Kyle gostaria de ouvir os comentários da cozinha.

Normalmente, o moreno não deixaria Kyle lavar as louças porque sabia que ele estava cansado dos treinos da tarde, principalmente seus braços, mas havia algo em ver seu super melhor amigo de costas lavando pratos e às vezes rindo de algum comentário que era encantador. É redundante dizer, mas Stan observava de longe como a carne gorda de suas coxas se movimentava, principalmente quando Kyle andava pela extensão da pia ou mudava de posição para alguma mais confortável (como ficar com as pernas em formato de 4). Era realmente algo inexplicável para o Marsh, gostaria de negar, mas havia algo muito atrativo nas coxas de seu amigo de infância a qual dividia uma casa.

Quando Kyle terminou a louça, colocou no escorredor e se juntou mais uma vez ao sofá ao lado de Stan. Ficaram pelo menos uma hora vendo mais alguns comentários do jogo e depois vendo vídeos aleatórios que passavam, como reviews de restaurantes ou respectivas de cinco minutos de jogos universitários da região. Stan continuava perdendo a concentração frequentemente, tendo que se esforçar para olhar para a tevê ou para os olhos de Kyle ao invés de suas pernas.

— Cara, o que tá acontecendo com você?! — Kyle perguntava impaciente.

Stan rapidamente se assustou, olhando para seus olhos, saindo de seu foco anterior.

— Do que você tá falando, cara?

— Desde que o verão começou você anda extremamente avoado, você tá deixando de tomar o medicamento para depressão ou o que? Isso não é normal. — Kyle dizia num tom preocupado, mas também levemente raivoso. — Cê mal tá prestando atenção na tevê, tá sempre olhando para baixo, cara, tá tudo bem? Eu sou seu super melhor amigo, o nome é besta, eu sei, mas eu tô aqui para te ouvir e..

— Desculpa. — Stan cortou, já nervoso e com suas bochechas ficando mais vermelhas como se tivesse sido pego no ato. — É só o cansaço, eu juro, é muito coisa para estudar e os treinos, eu não tô voltando a ficar depressivo, okay?

— Porra, Stan, eu me preocupo com você! Você pode me falar se tiver algo te incomodando na situação que a gente está, sabe, eu entendo que a mudança é difícil.

— Não, você faz ser mais fácil, você sempre faz ser mais fácil. — Stan dizia sorrindo.

Kyle sorriu de volta, agarrando o amigo num abraço de urso, passando suas pernas para cada lado de Stan apenas para que eles ficassem abraçados numa posição que já era comum entre os dois. Ficaram assim por alguns segundos demorados, o que não seria problema, se Stan não tivesse passado o abraço inteiro com os olhos abertos olhando para baixo.

— Cara, cê tá olhando para as minhas coxas? — Kyle questionou e Stan deu um pulo, que fez o ruivo cair em cima do seu colo.

— E-Eu? Cara, não.

— Stan, eu acabei de ver você olhando para baixo enquanto me abraçava. Cara, você tá realmente muito tempo sem transar com uma garota para olhar para mim assi-

— Porra, não é sobre garota nenhuma. Você me tira a paciência, Kyle. Eu tô olhando as suas coxas porque são as suas coxas, eu gosto delas porque elas são brancas, cheia de manchinhas e-

Stan se calou. Tinha um problema em ser muito honesto quando Kyle fazia um comentário que ele considerava estúpido ou burro. Kyle, por outro lado, sorria ao ouvir o que seu super melhor amigo tinha a dizer sobre suas coxas.

— Esquece, eu falei besteira. — Stan tentou tirar Kyle de cima de si, mas o ruivo basicamente sentou com força em seu colo na tentativa, em cima de seu pau, fazendo Stan gemer sem querer.

— Então você gosta delas, ein? Por que não vê elas de perto ao invés de ficar cobiçando de longe? 

O moreno olhou totalmente surpreso para o ruivo quando ele disse essas palavras. Kyle sorria de forma pequena, mas provocadora enquanto observava seu amigo, apoiando a cabeça no ombro de Stan para observá-lo de lado.

— Cara, não, você é meu melhor amigo..

— Stan, eu tô literalmente sentindo seu pau na minha bunda e você vem me encarando assim a semanas. — Kyle dizia se aproximando de seu ouvido, resgatando o abraço de novo para ficar ainda mais próximo do moreno. — Eu tava tentando ignorar no começo, mas acho que você realmente não sabe esconder.

Kyle sorriu contra seu pescoço, deixando um selar atrás de sua orelha que fez Stan tremer por inteiro, agarrando a cintura do outro de forma instintiva.

— Não faça meu trabalho mais difícil, já é difícil tentar te ignorar me comendo com os olhos, não me deixe na mão quando eu crio a coragem que você não tev-

Kyle foi cortado susto de um puxão em seus cabelos, a mão de Stan agarrou a grande massa cacheada e a manipulou em segundos até que estivessem cara a cara, iniciando um beijo desesperado enquanto sua pegada descia para agarrar a carne farta das coxas de seu melhor amigo. O ruivo gemeu entre as bocas quando sentiu as grandes mãos agarrando a carne abaixo da sua bunda com uma força descomunal, sua pele sentindo cada calejado das mãos de Stan.

O beijo continuou, era barulhento e molhado, desesperado. Não era a primeira vez que se beijavam, mas era a primeira vez que pareciam estar fazendo isso com vontade para além de um selar bêbados. As mãos de Kyle agarram com força os cabelos pretos do Marsh, os puxando e deixando os dois sem ar devido a intensidade de tudo aquilo.

— Eu sabia que você tava com fome, só não sabia que era tanta assim. — Kyle brincou sorrindo, fazendo um carinho mais leve na nuca do outro. 

— Eu não tenho culpa se eu não transo faz sete meses e meu melhor amigo gostoso tá andando por aí com micros shorts durante todo o verão.. — Stan estava sendo honesto, até demais.

O moreno agora distribuía beijos pelo pescoço do outro, realocando a pegada das suas mãos por dentro do short do outro garoto, apertando a carne da sua bunda com força, deixando-a vermelha pela força.

— Cara, porra, você olha assim pras minhas coxas desde que a gente era adolescente. — Kyle falava com dificuldade, Stan fazia leves sucções pela sua clavícula e continuava a apertar sua bunda, agora a movimentado por cima de seu pau já mais que ereto. — Nos treinos de educação física você não tirava os olhos das minhas pernas, é um fetiche dos fortes pelo jeito.

Kyle deu uma risadinha baixa que foi cortada por um gemido alto quando Stan voltou o foco a suas coxas e fincou suas unhas na carne do outro. O moreno o agarrou com tudo e mudou a posição que ambos estavam no sofá, colocando o ruivo deitado e se colocando entre suas pernas.

— Deixa eu fuder suas coxas, por favor. 

Stan implorou quase chorando, cortando a conversa. Aquelas palavras se transformam em um estímulo que foram enviadas diretamente para o pau de Kyle, que gemeu estupidamente audível. 

A resposta do ruivo foi tirar suas pernas das laterais do outro homem, as levantando juntas à frente de Stan.

— Sem isso. — Stan falou e agarrou seu short e cueca do jovem deitado, as retirando de uma vez só.

O ruivo gemeu pela brutalidade do moreno. Era a primeira vez que Kyle sentia-se envergonhado diante de toda aquela situação, sentia seu rosto ficar vermelho e parecia que sua pele iria igualar-se ao tom do seu cabelo. Seu pau repousava agora em em sua barriga, pingando pré-gozo. Sua camisa estava quase toda levantada e deixava a mostra seus mamilos, que estavam tão duros quanto seu pau.

Stan não perdeu tempo e se reposicionou no sofá, colocando o rosto entre as pernas do seu melhor amigo, quase levando uma chave de coxa. Começava a mordiscar a pele sensível, sendo mais bruto do que estava sendo no pescoço do ruivo. Mordia com mais vontade, deixava chupões na parte interna das coxas, agarrava com vontade o que conseguia e se apertava ainda mais contra aquelas pernas, quase se sufocando.

Kyle gemia baixo com cada toque, esperava que o Stan se fudesse em suas coxas assim que ele perguntou, não imaginaria que ele ficaria tanto tempo assim adorando o seu corpo. Às vezes o moreno respirava perto demais de suas bolas, o que lhe garantia um choque de adrenalina inexplicável, que o fazia fechar as pernas com Stan no meio delas, em contrapartida, Stan estava no céu cada vez que sentia-se sufocado pela carne macia daquelas coxas, que agora não estavam só marcadas com as pequenas sardas do ruivo, mas também pelos seus dentes e chupões.

Depois do que para Kyle pareceu ser uma eternidade e, para Stan, apenas alguns segundos de devoção, o Marsh finalmente saiu do meio de suas pernas. Desajeitadamente tirou sua bermuda e cueca, largando-as em algum lugar aleatório da sala junto ao short e cueca de Kyle. 

Stan estava pingando mais que Kyle, na verdade, só com aquela ação de ficar entre as coxas do ruivo, estava por gozar, mas se segurou para o seu momento de glória. Alinhou seu pau entre as coxas, não precisaria nem de lubrificante para o tanto que ele estava molhado, e apenas começou a se esfregar no meio das coxas do melhor amigo.

Kyle gemeu de satisfação ao sentir o molhado entre suas pernas e fez ainda mais barulho quando via a cabeça do pau do seu amigo aparecer entre suas coxas. Stan tinha um pau grande e pesado, Kyle já tinha visto muitas vezes, inclusive já duro, mas ter ele entre suas coxas era totalmente diferente: podia sentir o peso, os pelos pubianos roçando na sua perna e os barulhos molhados. Parecia que tudo estava no ápice, sentia cada pequena coisa e Stan nem estava o penetrando de verdade.

Stan começou meio tímido com a fricção entre as coxas, mas logo foi se animando e começando a se fuder nelas. Agarrou com tudo as pernas do ruivo e começou uma movimentação rápida e quase brutal, era possível ouvir o baque das peles se chocando e seus gemidos altos que se sobressaiam aos pequenos sons que o ruivo fazia.

Em dado momento, percebendo que Kyle estava aproveitando, mas não tanto quanto ele, Stan agarrou o pau do seu melhor amigo. Sua mão se fechava e quase o engolia inteiro de uma só vez, o que fazia Kyle gemer alto ao ver a cena, mas nada se comparava a quando ele começou a mastubar o ruivo — mesmo que numa posição meio complexa — na mesma intensidade que se fodia entre suas coxas. Stan seguia o ritmo, às vezes apertando de forma um pouco descontrolada o pau do amigo, que começou a gemer tão alto quanto ele devido a brutalidade da situação.

Stan já estava começando a falhar, mas não deixava de mão o ritmo bruto em Kyle. O ruivo por sua vez estava uma bagunça, de olhos fechados e aproveitando a mão amiga que recebia diante daquela situação.

— K-Kyle, caralho, eu vou gozar. — Stan anunciou com quase um urro.

Kyle, que era facilmente abalado pelas palavras, deu um pequeno pulo de tesão e fechou ainda mais as pernas, fazendo Stan gozar quase que automaticamente entre suas coxas, gemendo grosso e sentindo as suas pernas latejarem. Esperma escorria agora pelas coxas do sardento e algumas gotas grossas da porra do amigo repousavam em sua barriga, Stan respirava pesado apoiando parte do seu peso nas pernas do amigo. Kyle estava muito perto, aproveitava ainda de olhos fechados devido aos demasiados estímulos, então foi verdadeiramente surpreendido quando Stan separou suas pernas e fez uma sucção na cabeça de seu pau, ato que o fez gozar com força e com gemidos altos quase que automaticamente, agarrando com força a cabeça do Stan, que foi a primeira coisa que viu ao abrir os olhos devido a surpresa. 

Quando se sentiu vazio, viu Stan levantando o seu rosto, estava sujo em partes pelo seu esperma branco, mas podia ver que ele engolia algo.

— Cara, eu acho que aquela sua salada de frutas com abacaxi realmente faz efeito. — Foi a primeira coisa que Stan disse após tudo isso, rindo sozinho da piada enquanto Kyle ainda estava extasiado.

O ruivo que estava um tanto fraco ainda pegou a almofada que nem havia percebido que estava atrás da sua cabeça até aquele momento e acertou no rosto do amigo, envergonhado. Não sabia como teve aquela onde de coragem para o flerte, mas agora que encarou as consequências, a vergonha tomava-lhe conta.

— Cara, você tá da cor do seu cabelo. — Stan riu, chegando perto de sua bochecha e dando um beijo.

— Stan, você tá cheio de porra, saí de perto de mim! — Kyle tentou afastar o outro garoto, mas falhou miseravelmente, ganhando um selar sujo do seu amigo.

Stan riu e ficou alí ao seu lado, o agarrando. O sofá era grande, então não era propriamente desconfortável. Kyle ainda estava nervoso, mas ter Stan rindo ao seu lado e comentando como se nada demais tivesse acontecido era reconfortante.

— Hm, eu pensei que tudo ia ficar estranho. — Kyle disse se escondendo no pescoço do outro, aproveitando para abaixar sua camisa e tentar esconder seu pau como se Stan não tivesse o masturbado.

— Você disse que percebeu isso a anos, se isso não deixou estranho antes, não acho que vai ser isso que vai deixar. — Stan soltou uma risadinha e começou um cafuné nos cabelos cacheados do outro. — Era proposital?

— O que? Os shorts?

— Sim..

— Ah, mais ou menos. — Kyle agarrou o outro num abraço leve desta vez, ainda deitados. — Eu sabia que você olhava e gostava, já tinha sonhado com coisas parecidas antes, se é que você me entende, mas eu gosto mais de usar porque é estupidamente confortável.

— Porra, cara, eu acho que foi a melhor foda que eu já tive e eu nem te fudi de verdade. 

E com seu último resquício de coragem, Kyle respondeu:

— Você pode descobrir como é então.

Notes:

Dude.