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Nossa Professora é um Anjo

Summary:

E se nosso assalariado favorito renascesse em um mundo peculiar com um aspecto angelical, para sua frustração e nossa diversão, e tornasse um professor da U.A.
Inspirado em nosso professor é um demônio de AMortePerpetuaLiberaNos, (link: Our Teacher is a Devil Chapter 1, a My Hero Academia + Youjo Senki: Saga of Tanya the Evil Crossover fanfic | FanFiction)

P.S: Essa é a versão original da história. A em inglês está sendo traduzida pelo DeepL.

Chapter Text

Izuku Midoriya POV

 

Primeiro dia na U.A a melhor escola de heróis do Japão. Eu estou tão feliz por ter entrado que mesmo estar novamente na mesma sala que o Bakugou não estragou isso é o que digo a mim mesmo. 

Faltam poucos minutos para o horário marcado da primeira aula e a sala já está cheia de alunos diferentes e todos sentados, alguns parecendo calmos outros mais nervosos como eu.

(som de passos)

A porta é aberta e eu notei as asas primeiro.

Duas asas brancas, enormes, surgem no batente da porta antes mesmo que eu consiga registrar qualquer outra coisa. Logo depois, uma auréola de luz pairando acima da cabeça dela.

Por alguns segundos, é só nisso que consigo pensar.

Então percebo que é uma mulher. Linda. Cabelos loiros presos em um rabo de cavalo, com um ahoge rebelde e mechas laterais emoldurando olhos azuis que varrem a sala com calma.

Ela veste um terno preto com detalhes dourados sobre uma camisa branca um pouco aberta, além de uma gargantilha escura e um crachá. A saia e os sapatos sem salto completam o conjunto, mas confesso que demorei a notar

No momento exato que ela fica de frente para a turma o sino de começo das aulas começa a tocar e assim ele para que para ela começa a falar em um tom formal. E todos ficam em silêncio.

“Bom dia a todos classe 1-A eu serei a professora responsável por vocês e também quem ministrará as aulas de primeiros socorros. Eu sou Tenshi Hikari também conhecida como.”

“O anjo da luz! A décima primeira deusa!” Eu falo alegremente, então me chutei mentalmente em seguida por ter demorado tanto para reconhecê-la.

 A 11º heróina no ranking que teve uma das ascensões mais rápidas da história, uma das melhores heróinas de resgate, a sucessora da garota de recuperação que eu conheci antes e além disso uma das principais defensoras dos direitos dos heteromorfos.

“Pessoalmente eu prefiro que se refiram a mim pelo meu nome pessoal ou só me chamem de professora.” Enquanto olha diretamente para mim com um olhar irritado mas com um tom ainda formal.

“DD-desculpa.” Enquanto me encolho de vergonha.

“De qualquer forma peço que evitem usar meu nome de herói, o motivo é um tanto infantil, eu admito, mas eu ainda estou um pouco irritada por não ter sido capaz de escolher meu nome devido a circunstâncias.” 

A explicação dela gera um burburinho na sala e vários alunos começam a perguntar ao mesmo se poderão escolher seus nomes ou não ou sobre a professora, suas circunstâncias, sobre a escola e um que perguntou sobre as medidas dela. 

Eu queria perguntar sobre a peculiaridade dela, mas ainda bem que não fiz imediatamente, assim como o garoto de óculos que se apresentou como Tenya que apenas levantou a mão e esperou.

A professora começa a bater palmas, até gradualmente acalmar a sala. “Agora que vocês se acalmaram.” Ela começa um pouco exasperada, eu acho?

“Vamos começar com o plano de aula para hoje.” Ela explica agora em um tom mais formal enquanto olha de um lado para o outro da sala.

“O que vocês farão agora é ir para os vestiários A e B, trocar para as roupas de ginástica e me encontrar no campo de treinamento para um teste físico e de peculiaridades. Fui clara?” Ela agora olha para nós com uma expressão mais séria, um brilho intimidador sai da auréola e um olhar muito assustador, muito assustador mesmo.

“Sim sensei” todos os alunos falam quase em sincronia perfeita, provavelmente tão assustados e surpresos quanto eu.

“Ótimo, o último a chegar no campo vai receber uma punição, agora podem ir.” E com isso ela se vira e sai da sala sem dizer mais nada ou responder nenhuma das perguntas de antes.

Depois de alguns segundos parados todos se levantam e começam a andar apressadamente em direção aos vestiários designados.



Tenshi Hikari POV

 

Na U.A. tem espaço para que eu possa mover minhas asas livremente, fico feliz que isso não tenha mudado. Os corredores e portas são largas o suficiente para que eu não precisasse ficar em alerta constante na posição das minhas asas. Para que fiquem presas em algo me atrapalhando …ou elas não batam em alguém, ainda tenho que ficar alerta quanto a isso. 

Eu realmente senti falta disso. São poucos lugares que são adaptados para pessoas que precisam de mais espaço, como eu. O tanto de lugares pelos quais eu tive que me apertar e manter minhas asas imóveis. Mais de uma vez, cheguei a ter que amarrá-las.

Eu preferiria ir voando para o campo de treinamento, mas as janelas são muito pequenas para as minhas asas. Teria quebrado alguma janela daquela sala, se eu tivesse decolado de dentro.

O que é inaceitável, não apenas um professor quebrando patrimônio escolar. Pior ainda sendo no primeiro dia. Isso não apenas acabaria com minha credibilidade pessoal, como também resultaria em minha demissão imediata.

Além disso, essas roupas provavelmente seriam danificadas no melhor cenário e completamente destruídas no pior, por causa da velocidade. O que me deixaria com uma aparência pouco profissional, o que deve ser evitado.

Eu estou feliz por não ter perdido a capacidade de voar. Mesmo com o preço sendo maior por depender da minha peculiaridade em vez da magia.

A minha peculiaridade é poderosa e versátil, eu admito, mas porque eu tenho que parecer um anjo. Claro que seria um anjo. Um símbolo que remove suspeitas, cria devoção e gera tolerância automática. O Ser X nunca escolhe formas inocentes por acaso qual o plano dele, com isso duvido que seja apenas para rir de mim.

Essa roupa é um pouco irritante mas eu preciso apelar para tudo, mesmo machucando meu orgulho preciso de todos os recursos e favores que eu puder conseguir assim como todos os truques do livro. 

Meu objetivo é me tornar um ícone na mídia para ter a vida mais pacífica possível para um herói profissional e alcançar uma aposentadoria pacífica.

Mesmo com o Ser X ativamente me impedindo de sair da linha de frente com suas artimanhas e joguinhos. Eu tenho que admitir uma coisa. Eu me destaquei demais como maga aérea e soldado, e a recompensa de fazer um milagre é ser solicitada a criar mais milagres.

Eu não posso repetir o erro de ser reconhecida unicamente por minhas capacidades de combate como na minha vida passada, senão eu seria forçada a me concentrar unicamente nisso.

A descoberta de que eu posso curar com minha peculiaridade foi fundamental para permitir isso. Antes eu planejava ficar apenas me deslocando entre hospitais e as zonas de desastre depois do ocorrido apenas, curando sendo apenas uma médica/socorrista superestimada teria sido o fim ideal.

Mas a comissão de heróis começou a me pressionar insinuando que minhas autorizações médicas poderiam ser suspensas por ‘exposição excessiva ao risco’. 

Eu não teria vindo a U.A se não fosse por isso. Na realidade eu não teria feito muita coisa como mostrar tanta pele em público.

Os pirralhos precisam gostar de mim o máximo possível para poder me estabelecer aqui na U.A. e evitar as lutas mais perigosas. Agora eu posso jogar a carta do médico de que estou ocupada demais curando pessoas para isso. Embora a comissão ignorou quando tentei isso antes.

Ajudar a garota de recuperação nos hospitais a ponto de eu ser considerada sua sucessora espiritual. Não apenas ter cultivado um relacionamento amigável com ela como ela ter sido minha mentora foi apenas o primeiro passo. 

Agora dou o meu segundo passo para uma aposentadoria tranquila sem mais conflitos e guerras mundiais.

Quem eu tô querendo enganar a essa altura? Eu não ficaria surpresa se o maldito ser X fizesse a escola ser invadida por vilões ou bombardiada, um aluno ser sequestrado, desmembrado ou morto. 

Ou até mesmo o próprio falecido All for One retornando do caixão ainda mais perigoso do que era antes ou outra Mary Sue seja ela reencarnada ou um equivalente desse mundo. 

E agora que sei o segredo do All Might também sei que um conflito violento se aproxima. Sei que é inevitável e é certeza que não acontecerá o cenário ideal onde o menino Midoriya estará pronto para assumir o legado de seu mentor antes dele ser desmascarado. O problema não é só azar. É que o símbolo está enfraquecendo e o mundo sempre testa fraquezas.

Soltei um suspiro.

Reclamar mais é só um desperdício de tempo e energia, agora preciso fazer todos aqueles pirralhos ficarem cada vez mais fortes e disciplinados o quanto possível.

Mas não posso usar os mesmos métodos que no 203º batalhão nem nada tão violento e direto. Porque todos são menores de idade e a forma que os poderes funcionam nesse mundo torna inviável um treinamento universal padronizado.

Falei com o diretor antes obviamente e ele me deu sinal verde para seguir o plano para o primeiro dia depois que eu expliquei meu raciocínio do por que eu quero focar mais nas capacidades de combate dos alunos.

Ele até me avisou que o Vlad King, o professor da outra classe de heróis decidiu aderir depois de receber o aviso dele e a explicação dos motivos.

Agora que cheguei no campo, olho em volta para confirmar se tudo está no lugar planejado para hoje.

Agora é só esperar as crianças chegarem aí eu faço os testes para descobrir do que eles são capazes. Depois criarei métodos para elevá-los ao limite e apagar suas fraquezas ao mesmo tempo. 

Definitivamente transformarei os alunos da classe 1-A em ás dos ases, mesmo que precise apelar, afinal vamos precisar de tantos combatentes quanto pudermos reunir.

Alegrem-se crianças farei com que se tornem extremamente fortes em tempo recorde. Por dentro, eu ria não de alegria, mas do reconhecimento. Já vi esse roteiro antes. 

Por fora, mantive o sorriso suave que as câmeras adoravam sereno, calmo, quase maternal. O tipo de expressão que fazia qualquer um baixar a guarda. Mas não ficaria surpresa se meus sentimentos estivessem vazando um pouco.

Se o mundo insiste em me empurrar para a linha de frente, então vou garantir que ela nunca esteja vazia quando eu sair.