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Testando fundos diferentes para cada capitulo (enquanto personagens de bnha reencarnam)

Summary:

Mina morreu, em algum lugar em outro mundo.

e então ela nasceu, em algum lugar em outro mundo.

Chapter 1: BNHA - Mina Ashido - Reencarnação

Summary:

Mina morreu, em algum lugar em outro mundo.

e então ela nasceu, em algum lugar em outro mundo.

Notes:

(See the end of the chapter for notes.)

Chapter Text

Mina piscou quando o mundo lentamente entrava em foco ao seu redor, ainda estava escuro, a única luz no quarto era a que vinha de uma abertura na cortina da janela permitindo que a luz da lua brilhasse em sua mesa de estudos.

Mina passa a mão no rosto e virou as costas para a parede, foi um sonho terrível. Algo que ela viveu e espera que nunca aconteça novamente, nunca poderá acontecer, no fundo ela sabe, seu futuro passado não é mais seu futuro presente.

Mas, existem tantas coisas que ela queria que pudesse ser iguais. Ela queria sua família de volta.

Mina sempre esteve pronta para morrer por algo que acreditava, em sua vida passada isso fez muito bem a ela, Mina como uma aventureira era destemida e valente, e isso a elevou acima de tantas pessoas até a transformar em um dos pilares da guilda e consequentemente ter um dos papéis mais importantes na guerra. Ela entendia isso, na sua vida passada, agora, no entanto, não muito, muito de seu conhecimento se transferiu para essa vida, e dentre tantas outras coisas o poder não foi um deles, Mina era tão leal quanto ela poderia ser e servir aos seus ideais ainda era algo que acreditava, mas Mina não é a mulher que um dia foi e nunca será. Esse novo mundo mostrou isso a ela muitas e muitas vezes, mesmo que existam muitos paralelos entre seu mundo e este, ela não tem poder aqui, ou melhor, ela tem mas não pode usá-lo para fazer o bem, ela bem sabe o que seus pais pensam sobre ter que ir buscá-la na sala da diretoria ou nas delegacias da cidade algumas vezes por mês. Na maioria das vezes ela nem está usando ativamente sua peculiaridade, apenas usando a boa e velha arte da pancadaria passada pra ela por ela mesma ao longo de sua morte e vida, sua peculiaridade só entrava em cena, às vezes, para fazer os delinquentes escorregarem e caírem em suas próprias bundas. Era divertido até algum idiota chamar a polícia e devido a sua aparecia, era sempre o caso atire primeiro e depois faça as perguntas, mas como ela era uma criança aos olhos da lei, Mina nunca levou um tiro. Honestamente, sua perigosa fama de vilã em ascensão já está lhe atingindo nos nervos. Foi bom que seus pais a entendessem um pouco, mesmo que ela precisasse ouvir um longo monólogo sobre o que quer que eles queiram e esperam que ela faça, e que eles ficassem um pouco bravos.

Ela acaba dormindo em algum momento depois de acalmar a hipervigilância que sempre é desencadeada depois desses sonhos, aqui é um local seguro, mesmo que ela não tenha nenhuma sentinela ou troca de turnos, aqui é a casa dela, é seguro, seus pais estão no quarto no fim do corredor e seu cachorro na sala. Mina provavelmente poderia ouvir suas respirações se tentasse.

Ela era muito boa em reconhecer outras pessoas na sala, foi preciso aprender depois que eles souberam que havia um espião na guilda e ela quase perdeu a vida, ela aprendeu a ser mais cautelosa e ficou surpresa depois de descobrir que isso a ajudava durante a luta, e ela nunca admitiu isso na frente dos outros, mas ela invejava o poder mental que seus companheiros tinham às vezes na frente das várias traições que tiveram.

Ela sonha novamente, desta vez porém, ela vê sua família reunida em volta da mesa, festejando alguma boa conquista recente. Eles estão tão felizes. A luz sol poente vindo das janelas mergulha tudo em um laranja quente e nostálgico. Ela se sente flutuando enquanto assiste e seu coração se aquece.

Quando Mina acorda de manhã, ela sorri e se envolve no cobertor quente ainda se sentindo um pouco flutuante, em breve ela terá que levantar e ir pra escola.


Olhar pra si mesma quase sempre é uma surpresa, às vezes ela espera ver cabelos mais escuros, mais compridos, um nariz mais torto, um rosto mais velho cheio de marcas e linhas de expressão, e as cicatrizes que ela se lembra de ter. Só às vezes, porém, não é sempre. Ela já tinha chifres, então nunca é uma surpresa quando algo prende neles, estes são um pouco menores do que ele se lembra e mais fofos.

E sua pele é rosa.

Ela tem pesadelos com seus próprios olhos às vezes.

Mina termina de se arrumar e desce para tomar café da manhã.


Mina solta um suspiro profundo e doloroso, ela resiste a vontade de bater com a cabeça na mesa, isso iria ser doloroso e a atenção seria desnecessária nesse momento, mas pelo menos talvez fizesse a professora parar com a palestra.

Notes:

o texto ainda é legível com essa imagem de fundo.