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Fandom:
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Language:
Português brasileiro
Stats:
Published:
2026-08-04
Completed:
2026-08-10
Words:
3,379
Chapters:
4/4
Comments:
5
Kudos:
23
Hits:
519

Lumax ‐ One shots

Summary:

Momentos fofos de Lucas e Max

Notes:

* Esta é minha primeira fanfic de Lumax. Faz muitos anos que não escrevo algo assim, então minha escrita pode não estar na sua melhor fase.
* Caso alguém veja esta história, acabe gostando e queira mais, posso continuar escrevendo.
* Esta história se passa em um universo alternativo no ano de 2026. Não existe Hawkins nem coisas sobrenaturais.

A história é curta para servir como um teste caso isso dê certo. Perdoem qualquer erro de pontuação ou escrita. Espero que gostem e boa leitura!

Chapter Text

A chuva batia nas janelas do pequeno apartamento no Brooklyn. Max estava sentada no sofá confortável de cor caramelo assistindo a Glee. A sala estava sendo iluminada pela televisão e por luzes amarelas, trazendo um ar de aconchego para o ambiente. Ela estava usando um pijama fofo rosa com patinhos amarelos, o cabelo em um coque bagunçado e óculos de grau estilo anos 70. Distraída com a televisão, não percebeu o barulho das chaves abrindo a porta da frente.
Lucas entrou, deixou as chaves na mesa de jantar junto com a bolsa do trabalho, colocou o guarda-chuva molhado no porta-guarda-chuvas e foi à procura de Max na sala.
— Oi, querida — ele falou num tom mais baixo, mas ainda assim audível.
— Oi, amor — Max disse, tirando os olhos da televisão e virando-se para Lucas com um sorriso no rosto.
— Trouxe uma surpresa — ele falou com um sorriso crescente no rosto, enquanto escondia um buquê de lírios atrás das costas.
— E você vai me mostrar a surpresa ou vai continuar escondendo atrás de você? — a mulher ruiva perguntou, levantando as sobrancelhas com um sorriso leve no rosto.
Lucas então tirou o buquê das costas e entregou a Max.
— Surpresa! — ele disse, andando até ela e entregando as flores.
— Lucas... elas são tão lindas! Muito obrigada! Elas com certeza melhoraram o meu dia — ela disse, pegando as flores da mão dele.
Lucas então se sentou ao lado dela no sofá, dando um beijo na testa de Max.
— Tudo por você, meu bem — ele passou um dos braços por cima do ombro de Max, puxando-a para mais perto.
Ela então levantou a cabeça e deu um beijo suave nos lábios de Lucas.
— Eu te amo — Max sussurrou contra a boca de Lucas, sentindo a respiração quente dele contra os seus lábios.
— Eu também te amo — ele levou a mão até a bochecha dela e a acariciou.
Depois de alguns minutos de pequenos beijos e declarações, Max se levantou para colocar as flores em um jarro com água, enquanto Lucas foi tomar um banho quente para tentar relaxar os músculos. Quando terminou, foi até o quarto do casal e colocou uma blusa cinza larga com a logo da Coca-Cola — que já estava gasta de tantas lavagens — e uma calça folgada de moletom branca que também já estava um pouco velha.
Quando terminou de se arrumar, foi até o quarto ao lado. O cômodo era pequeno, tinha uma decoração fofa de ursinho, com as paredes pintadas de azul-claro e branco, prateleiras brancas com alguns livros infantis e itens de decoração, uma cômoda ao lado do berço e uma poltrona de amamentação que parecia ser a mais confortável de todas.
Ao se aproximar, avistou um pequeno ser dormindo: Era Jade, a junção perfeita dele e de Max. A bebê tinha apenas 3 meses. Lucas então ficou na frente do berço observando a filha dormir com um conjunto de moletom macio e quente para protegê-la do frio.
Alguns segundos se passaram e Max apareceu na porta, observando os dois. Ela se aproximou, abraçando o marido por trás e se aconchegando nas costas dele.
— Vocês são as minhas duas pessoas favoritas no mundo — ela apertou Lucas mais forte.
— E eu sou o homem mais feliz e sortudo do mundo. Nada mais incrível do que chegar em casa num dia cansativo de trabalho e encontrar minha esposa — que é a mulher mais linda deste mundo — e a minha menininha dormindo, sendo o ser humano mais fofo que existe. — Ele virou de frente para Max, fazendo-a se aconchegar agora em seu peito.
Depois de alguns minutos nessa posição, o clima de família foi interrompido pelo ronco alto da barriga de Lucas.
— Acho que alguém está com fome — Max riu, pegando na mão do marido e arrastando-o para fora do quarto. — Vamos comer, porque senão a próxima barriga a roncar vai ser a minha.
Ela então fechou a porta do quarto, tomando cuidado para não fazer barulho, e foi direto para a cozinha jantar.
A noite estava só começando. A chuva ainda continuava do lado de fora, com uma lua linda e brilhante iluminando a rua com a ajuda dos postes, ao som dos carros e das pessoas se movimentando lá fora. Essa era uma terça-feira qualquer na rotina de casados e pais de Lucas e Max.