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Characters:
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Language:
Português brasileiro
Series:
Part 5 of llegaste tú (y todo cambió)
Collections:
Anonymous
Stats:
Published:
2026-09-14
Words:
2,901
Chapters:
1/1
Comments:
6
Kudos:
9
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1
Hits:
45

te quiero dar suavemente esos besitos que tenemos pendientes

Summary:

“— Maurício — seu fluxo de pensamentos foi interrompido pela voz de Gustavo vinda da cozinha — a água para o mate já ferveu… Você vai tomar junto comigo ou vai querer tomar café antes?

— Vou emprestar um pouco da água para tomar um cafézinho primeiro — Maurício respondeu, aproximando-se de Gustavo.”

ou

Gustavo e Maurício passam uma manhã de folga juntos.

Notes:

Work Text:

Esticando os braços para se espreguiçar mais uma vez, Maurício saiu de seu quarto e caminhou vagarosamente até a sala, ligando a televisão para deixar as notícias soando como pano de fundo.

 

Naquela manhã seu joelho não estava incomodando tanto, mas ele ainda assim decidiu não colocar muito peso sobre as articulações ao caminhar por seu apartamento, pois queria poder se recuperar rapidamente para voltar a jogar logo.

 

(E ele esperava ser escalado para entrar numa partida logo também, já que isso não vinha acontecendo ultimamente–)

 

— Maurício — seu fluxo de pensamentos foi interrompido pela voz de Gustavo vinda da cozinha — a água para o mate já ferveu… Você vai tomar junto comigo ou vai querer tomar café antes?

 

— Vou emprestar um pouco da água para tomar um cafézinho primeiro — Maurício respondeu, aproximando-se de Gustavo.

 

O mais novo parou ao lado dele e encostou seu corpo ao Gómez, simplesmente porque podia e porque gostava de aproveitar todas as chances que tinha de compartilhar o mesmo espaço que ele. Colocou o pó de café no coador e o deixou sobre a xícara, pegando a chaleira e preparando seu café, enquanto Gustavo observava tudo.

 

— Que foi? — Maurício perguntou, assim que percebeu o olhar do outro sobre si — hoje não tem pasta de dente na minha bochecha, eu já conferi no espelho… — Colocou a chaleira de lado e esfregou o lado do rosto uma vez mais para garantir que não havia nada.

 

Da última vez, Gómez havia perturbado Maurício por causa da pasta de dente presa em sua barba, e até mesmo havia tirado uma foto de seu rosto sujo – e ele provavelmente tinha a imagem salva em seu celular até hoje.

 

— Você está ótimo, não se preocupe — Gómez deu um pequeno sorriso, virou seu corpo para Maurício e, puxando para cima os fios de cabelo que caiam na sua testa, deixou um beijo em sua fronte.

 

Maurício sentiu seu joelho amolecer – e nem era o joelho lesionado – e suspirou (apaixonado) assim que seu namorado se afastou.

 

— Você se aproveita muito da nossa diferença de altura para me pegar desprevenido… — fingiu bufar em indignação, mas não conseguiu conter o sorriso de aparecer em seu rosto. — Agora se abaixa porque eu também quero fazer — ele posicionou suas mãos sobre as bochechas de Gustavo e esperou até que ele se inclinasse mais para a frente para beijar sua testa. Seus lábios também deixaram toques na bochecha dele até encontrar os lábios do outro em um beijo suave.

 

Eles já haviam se beijado um pouco logo pela manhã, assim que haviam finalizado sua higiene matinal depois de levantarem juntos da cama, mas, depois de terem oficializado seu relacionamento, os dois pareciam sentir necessidade de se beijar em toda oportunidade que aparecesse.

 

E naquele dia, eles teriam todo o tempo do mundo para fazer o que quisessem, já que ambos estariam de folga no domingo enquanto o resto do time faria trabalhos de recuperação no CT à noite. Como o Palmeiras iria viajar para o Equador na segunda-feira à tarde para o jogo de quarta-feira contra a LDU, os dois foram dispensados do trabalho de hoje – Gustavo, porque não participaria do próximo jogo e Maurício porque só iria se reapresentar na segunda-feira por causa do problema em seu joelho.

 

— Você ‘tá com muita fome? — Maurício perguntou assim que os dois pararam de se beijar e Gómez voltou a sua posição anterior.

 

Gustavo ergueu as duas sobrancelhas e olhou para Maurício com uma expressão de julgamento.

 

— Maurício, não vamos transar na cozinha de novo — Gómez respondeu, — e nem podemos, porque seu joelho não está 100%…

 

— Se você dissesse que queria, eu daria um jeito mesmo com o joelho todo fodido — Maurício disse convencido, mas depois riu alto. — E nem era isso que eu ia te perguntar, dessa vez foi você quem foi malicioso — chutou a perna de Gustavo de leve usando sua perna boa.

 

— Sempre que você olha para mim desse jeito, já imagino que nunca vai ser uma coisa inocente… Seu histórico não é favorável — Gustavo justificou, retornando um chute na perna não lesionada de Maurício.

 

— E mesmo assim você segue atendendo meus pedidos né, meu bem… Agora não adianta reclamar, pois foi você quem me acostumou mal — Maurício argumentou e então mostrou a língua para o outro.

 

Gustavo respondeu revirando os olhos – não tinha como se defender dessa acusação porque realmente fazia quase tudo que Maurício pedia – e, para disfarçar, começou a colocar água quente na cuia com a erva mate.

 

— Te fiz essa pergunta porque pensei em fazermos uma sopa paraguaia para o café, mas se você estiver com muita fome podemos deixar para fazer à tarde e comer outra coisa agora — Maurício explicou. — Eu tenho todos os ingredientes aqui em casa, mas sei que o preparo demora um pouco, então queria saber sua opinião…

 

Gómez ficou sem reação por alguns instantes, sentindo um calor subir por seu peito ao perceber que Maurício queria preparar com ele uma refeição que o mais velho havia dito que gostava e da qual sentia falta de poder comer com mais frequência.

 

Ele sabia que Maurício lhe amava – ouvia várias vezes declarações de amor em mais de um idioma –, mas em momentos como esse também sentia o amor de outro em suas ações. Gustavo também estava perdidamente apaixonado por Maurício, e esperava que o outro pudesse perceber isso através de suas atitudes e palavras também.

 

— Não estou com muita fome, não — Gustavo acabou respondendo, engolindo o nó em sua garganta. — Podemos fazer esse prato juntos, sim. Eu adoraria — confessou.

 

— Então vai ser isso mesmo… Os nutricionistas do Palmeiras não precisam saber! — Maurício deu um sorriso que mostrou os dentes, então juntou suas mãos como se estivesse se preparando para fazer alguma travessura e se virou na direção da geladeira.

 

Gustavo aproveitou a deixa e o abraçou por trás, olhando para dentro da geladeira por cima do ombro de Maurício e apoiando seu queixo sobre ele. Já era a segunda vez ali que sentira a necessidade de se aproximar fisicamente de Maurício, e ele não negaria a si mesmo a chance de tê-lo em seus braços novamente.

 

— Amo quando você fica grudado em mim assim, mas desse jeito não vou conseguir pegar nada da geladeira porque vou me distrair muito com você estando tão pertinho…

 

— Só estou olhando o que tem na sua geladeira, não vou te atrapalhar, amor — Gustavo disse, e cumpriu com sua palavra ao separar seu corpo de Maurício logo que o outro começou a tirar coisas da geladeira.

 

Depois disso, ao som de uma playlist criada misturando o gosto musical dos dois, eles começaram a separar os ingredientes para seu café da manhã. E, apesar de Gustavo saber a receita de cor, ambos decidiram procurar uma receita como apoio para não errar nenhum passo do preparo. Os dois dividiram um pacote de torradas, para comer como um aperitivo, enquanto também compartilhavam o mate depois que Maurício havia terminado de tomar sua xícara de café.

 

Gustavo e Maurício dividiram as tarefas: um ficou responsável por picar os ingredientes enquanto outro batia os ovos (separando as claras das gemas), e assim se sucedeu com os outros ingredientes até o momento de misturar tudo. Em seguida, Maurício untou a forma para assar a sopa, e ligou o forno para pré-aquecer, e após finalizar o que fazia começou a observar Gustavo que estava sentado à mesa batendo a massa com uma espátula, em vez de utilizar a batedeira ou um liquidificador.

 

Apreciando a vista e decidindo que só olhar não era suficiente, dessa vez foi Maurício que jogou seu corpo sobre as costas de Gustavo e abraçou-lhe por trás, enquanto assistia o que seu capitão fazia por cima de seu ombro.

 

As costas largas de Gustavo malmente cabiam em seu abraço, dada a diferença de tamanho entre suas formas, mas isso também era algo que Maurício amava. Quando os dois estavam em pé, ele geralmente não conseguia alcançar os ombros de Gómez dessa maneira e com tanta facilidade – porém não era nada que não pudesse ser resolvido com Maurício pulando nas costas de seu namorado e pedindo para ser carregado de cavalinho.

 

(E bem, quando eles estavam deitados a diferença de altura e tamanho só adicionava um tempero a mais a tudo—)

 

— Então quer dizer que você pode ficar grudado em mim enquanto eu estou ocupado? — Gustavo disse depois de um tempo de Maurício aconchegado contra seu corpo.

 

— Sim — Maurício disse rindo. — E eu já percebi que não ‘tô te atrapalhando, porque você continua mexendo do mesmo jeito que estava antes de eu aparecer aqui…

 

(Maurício também ficou reparando bem nos braços musculosos de Gustavo mexendo na massa e batendo com a colher e teve que se segurar um pouco para não lembrar de outras situações onde ele fazia movimentos parecidos—)

 

— Humm. Mas agora eu preciso que você levante porque já passou da hora de colocar a massa no forno e daqui a pouco o nosso café da manhã vai virar almoço.

 

Assim como seu namorado havia feito antes, Maurício também levantou prontamente e se afastou de Gustavo, não sem antes deixar um beijo em sua nuca – que era um lugar de difícil acesso quando ambos estavam em pé – ouvindo Gustavo bufar um riso.

 

Imediatamente, Gustavo despejou a massa da sopa na forma e a colocou no forno, ajustando os minutos para que o eletrodoméstico apitasse assim que estivesse pronto. Ele e Maurício terminaram de organizar a bagunça que a preparação havia causado, e enquanto Maurício guardava as sobras no lugar e limpava a mesa, Gustavo lavava a louça que haviam utilizado.

 

Se da vez passada Maurício parecia estar bem familiarizado com a localização das coisas no apartamento de Gustavo, desta vez não foi diferente e o mais velho também sabia onde ficavam os itens nos armários de Maurício, encontrando-os com facilidade.

 

Depois que tudo estava organizado novamente, os dois homens decidiram ir até a sala para assistir um pouco de televisão para esperar até que a sopa ficasse pronta.

 

Gustavo sentou em um dos cantos do sofá enquanto Maurício deitou com a cabeça no braço do outro lado, esticando seu corpo pelo cumprimento do móvel e posicionando suas pernas sobre as pernas de Gómez.

 

— Folgado — Gustavo murmurou assim que Maurício se ajustou no sofá, mas seu tom de voz não parecia nada além de carinhoso.

 

Maurício respondeu mandando um beijo para Gustavo, antes de voltar a olhar para a televisão, pegando um controle para escolher o que assistir.

 

Apesar de um silêncio confortável ter se estabelecido entre eles, Maurício acabou se sentindo inquieto alguns minutos depois, especialmente porque volta e meia seu olhar saía da tela da televisão e parava em Gustavo totalmente focado no que estava assistindo.

 

Como um homem podia ser tão atraente mesmo quando não estava fazendo nada além de estar sentado em um sofá assistindo televisão? E esse homem ainda por cima era o namorado de Maurício… Porra, ele era um cara muito sortudo.

 

E, veja bem, Maurício sabia que os dois provavelmente passariam boa parte do dia juntos – se não o dia todo – e que teriam todo o tempo do mundo para se perderem um no outro, porém ele sentia que se não pudesse ficar mais próximo de Gustavo naquele exato momento isso seria um desperdício total de oportunidade.

 

Gustavo percebeu seus movimentos assim que viu Maurício sentando-se no sofá, em vez de continuar deitado. Ele já começou a se preparar para o que viria pela frente.

 

— Gustavo.

 

— Hum?

 

— Eu quero que você me dê um beijo — Maurício disse, e então se moveu mais para frente cuidadosamente, ficando bem próximo a Gustavo.

 

Gustavo apoiou seu cotovelo no encosto do sofá e apoiou sua cabeça sobre sua mão, olhando para Maurício com um sorriso.

 

— E desde quando você pede por beijos meus? Geralmente você me beija quando te dá vontade… — Argumentou.

 

— Ah, bom saber que tenho permissão para continuar fazendo isso — Maurício deu um sorriso ladino — mas é que eu ‘tô lesionado, sabe… Preciso de um chameguinho do meu amor para me recuperar — completou, e então nem ele mesmo se aguentou com o que disse e começou a gargalhar, caindo de lado no encosto do sofá.

 

Gustavo riu junto com ele, tanto pelo absurdo que havia saído da boca de Maurício como pela maneira que ele estava rindo com todo o rosto e de uma maneira linda.

 

— Porra, exagerei — Maurício disse depois de se recuperar de seu riso. Ele só estava com tendinite. Não iria ficar meses sem jogar por causa disso. — Mas eu ainda quero um chamego seu…

 

— E é óbvio que você não poderia ter feito o pedido normalmente… Agora perdi a vontade de te atender  — Gustavo revirou os olhos levemente. Porém, antes de discutir qualquer outra coisa com Maurício (ele provavelmente iria se distrair mais uma vez), decidiu virar seu corpo também na direção do outro. — Vem aqui buscar seu beijo, dengoso — falou, antes de olhar para Maurício em desafio.

 

E, como sempre, quem era Maurício para negar um pedido de seu capitão?

 

Movendo-se de maneira que não forçasse seus joelhos, Maurício praticamente sentou no colo de Gustavo para beijá-lo, segurando o rosto dele com certa força enquanto seus lábios se encostavam e suas línguas se encontravam. Gustavo tinha uma de suas mãos sobre a nuca de Maurício, enquanto a outra estava apoiada sobre sua cintura, segurando-o sem fazer muita pressão.

 

Maurício adorava ficar em cima de Gustavo, mas também amava quando o outro colocava o peso de seu corpo sobre o dele, quando sentava em suas pernas e o satisfazia ao procurar por seu próprio prazer. Ele mal via a hora de estar totalmente recuperado não só para o futebol, mas para cuidar de seu capitão também.

 

Os beijos que trocavam eram intensos, mas não como aqueles desesperados depois de um jogo ou que serviam como preliminares. Eram demonstrações de que eles desejavam um ao outro, sim, mas também eram, de certa forma, uma maneira de se amarem e estarem presentes um para o outro, sem se importar com o que acontecera antes ou o que viria depois.

 

Na vida que os dois levavam, de jogadores de um time com a agenda cheia de jogos e viagens, ali naquele apartamento e durante um dia de folga os dois poderiam preocupar-se apenas com a existência um do outro.

 

E assim eles continuaram, perdidos nas sensações de seus lábios e mãos se tocando, até o momento em que o forno elétrico apitou avisando que o tempo de assamento havia terminado.

 

— Ah. Provavelmente deveríamos ter checado algumas vezes para ver se a sopa não iria dourar demais, não é? — Foi a primeira coisa que Maurício falou assim que separou sua boca da de Gustavo e prestou atenção no barulho vindo da cozinha.

 

Agora que os dois haviam parado, ele percebeu que seus lábios estavam um pouco inchados depois de tanto estímulo. Os de seu namorado não estavam muito diferentes, e bem, não era como se isso fosse ser um problema muito grande durante aquele dia.

 

— Acho que não vai ter acontecido nada demais — Gustavo assegurou. Provavelmente. Ele esperou Maurício sair de cima de seu corpo e então se levantou do sofá para ir até a cozinha conferir o que havia acontecido.

 

Estava tudo okay com o prato!

 

(Ambos tiveram mais sorte do que juízo desta vez, porque realmente a receita dizia que seria bom acompanhar o crescimento da massa para que nada desse errado, mas Gustavo ficava feliz que ao final tudo havia dado certo mesmo com o descuido.)

 

Maurício chegou um pouco depois na cozinha, e vendo que estava tudo bem decidiu pegar os utensílios necessários para que os dois pudessem finalmente se alimentar bem naquela manhã.

 

Sentados juntos à mesa, Maurício e Gustavo se serviram de suas porções do prato, e voltaram a dividir mais uma cuia de chimarrão enquanto comiam e conversavam. Mesmo nos momentos de silêncio enquanto mastigavam, os dois permaneceram confortáveis com a presença um do outro, e para Maurício aquilo era uma das coisas que ele mais gostava do relacionamento que os dois tinham atualmente.

 

Para Gustavo, poder apreciar ao lado de Maurício um prato que ele gostava e que os dois haviam preparado tornava tudo ainda mais especial e gratificante. Ele realmente não havia imaginado que seu relacionamento com Maurício um dia chegaria a este ponto.

 

— Bora assistir aquela série que começamos naquele dia, mas que ainda não deu certo de terminar? — Maurício perguntou assim que terminou de comer.

 

Como ainda era bem cedo, ele pensou que os dois poderiam ter uma programação mais quieta pelo período da manhã e só então fazer algo mais movimentado depois do almoço.

 

— Vamos — Gustavo respondeu. — Mas vamos ver se você vai aguentar assistir até o final sem tirar um cochilo dessa vez.

 

— Não vou dormir não, estou muito bem disposto agora! — Maurício protestou.

 

— Se você diz…

 

 

(Maurício acabou tirando um cochilo mesmo durante o terceiro episódio que estavam assistindo, mas quando acordou pensou que ninguém poderia culpá-lo já que aconteceu por ele estar deitado sobre o peito de Gustavo enquanto assistia televisão. Quem não dormiria em um lugar tão aconchegante e cheiroso?

 

Já Gustavo riu ao perceber que Maurício havia realmente dormido antes mesmo do final do episódio, então desligou a televisão e decidiu fechar seus olhos para descansar um pouco também.

 

Quando Maurício acordasse Gustavo poderia provocá-lo mais uma vez, mas por hora iria apenas abraçá-lo contra seu peito e aproveitar o momento de tranquilidade que os dois estavam tendo juntos.)

 

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