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Pontos de vista de Ash
Após termos sido liberados da escola e saímos pelo portão central calmamente, por que não tinha pressa de chegar em minha nova casa, no entanto nesse caminho fiquei pensando o por que aquela menina, a tal Iris agiu estanho quando a encarei na sala de aula e os olhos deles estão parecendo como que fazem pegando fogo vivo por dentro e parecia até que ela está querendo em assustar ou coisa assim. Durante esse caminho acabei quase que batendo de cara no chão e no entanto uma mão amiga me segura forte quando minha cara estava quase por bateria no chão.
— Garoto, olhe por onde você está! — Alertou Roma um pouco incomodada.
— Desculpe senhor, eu estava apenas...
— Isso não importa, você precisa prestar atenção quase que bateu no chão hoje de manhã. — Falou ele sério a para meia ajuda ficar direito — Aconteceu alguma coisa com você para estar assim fora do mundo? Por acaso viu alguma assombração por essas bandas?
— Não senhor! Apenas estive pensando um pouco nem na minha nova vida aqui! — Respondi assustado para ele e tenho uma ideia rápida — O Senhor viu uma menina de cabelos longos, olhos castanhos e morena passar por aqui?
— Uma menina de cabelos longos e pele morena? — Repetiu ele um pouco o queixo para pensar — Desculpe dizer isso Ash mas, a muitas meninas assim nesse colégio, poderia ser mais específico? Tipo falando mais alguma característica ou o nome dela
— Está bem ela tem uns cabelos em duas marias chiquinhas e os olhos castanhos! — Respondi para ele pensado na aparência física dela — E o Nome dela que me lembro é íris.
— Íris? Ah sim, eu a conheço! Uma boa garota se quer saber. — Respondeu ele dando um sorriso de alegria — Mas por que pergunta sobre ela? Por acaso teve algum problema com a mesma coisa?
— Não exatamente senhor! Sabe hoje quando estive na aula e durante alguns momentos que a olhei eu na sala, eu vi alguma coisa estanha nos olhos dela. — Falei ainda me lembrando bem frescamente do acontecimento.
— Que coisa está? — Perguntei ele um pouco mais sério para mim — Por acaso você fez exame de vista o garoto?
— Bem senhor, eu acabei de parecer tolice o que vou falar, mas o que acabei de ver ...
— Roma venha aqui, estamos com um problema no banheiro feminino. — Chamou diretora Júpiter da janela do prédio — Ash melhor ir embora, as aulas já terminaram e dentro de quartas começa minutos o período da tarde.
— Está bem, diretora. — Falou ele sério, antes de me pegar no braço um pouco forte.
— Mais tarde nós conversamos Ash, agora tenho o que fazer aqui. — Disse Roma num tom sério e olhar mais frio.
— Está... Está bem! — Respondi um pouco assustado com sua atitude sai muito rápida para fora do colégio.
Quebra de tempo
Quando cheguei numa praça próxima do centro a me senti num banco para poder processar o que aconteceu agora, pois ainda não me sai da mente aquela imagem dos olhos daquela menina estanha e a ocorrência de Roma agora pouco suspeita quando comentei esse detalhe. Após ainda tentar entender o que ouve ali, inesperadamente fui acertado por alguma coisa pequena, mas um pouco dura na minha cabeça quando fui olhar tive uma grande surpresa.
— ai...Um chinelo feminino, mas de onde velho isso? — Perguntei olhando para o objeto e percebi qual era rosa e com algumas flores desenhadas — Que estanho parece até o chinelo da....
— Iris sai desça dessa árvore. — Mandou um policial fardado que caminhava próximo da passagem e saiu correndo em direção a uma árvore — Isso é uma ordem menina.
Quando em virei minha cabeça para olhar para cima percebi que num dos galhos de havia um vulto do tamanho de árvore de pessoa andando e poucos segundos descera da árvore muito rápido com algo nós braços e quando tocou no chão fiquei surpreso com quem era.
— Íris! — Exclamei muito surpreso em ver ela no chão com um gato nos braços.
— Muito bem mocinha, o que estava fazendo subindo numa árvore dá pra...
— Desculpe senhor Benedito, mas estou ajudando uma menina que estava com o gato lá em cima e por nada ele descia! — Respondeu ela um pouco desconcertada — Vai lá gatinho se junta a sua dona.
— Verdade moço! Não a prenda, por favor. — Pediu uma garotinha de cabelo liso igual a ela.
— Tudo bem mocinha! Ela não será presa por causa disso. — Disse o policial calmamente e acaricia a cabeça da garotinha e olha Iris sério com um semblante repreensão — Mas por favor se essa situação acontecer de novo, ambas peçasm ajuda ao corpo de bombeiros, eles são especialistas em ajudar gatos presos em árvores.
— Sim, senhor! — Falou Iris constrangida com cara de boba.
— “Até que ela ficou fofinha” — Pensei um pouco ao ver essa cena, onde balanço a cabeça um pouco desacredita no que pensei.
— Ótimo agora pode ir Iris, tenho mais o que fazer, nada de encrencas novamente Iris. — Disse ele se afastando da gente e sumindo na esquina próxima.
Após ouvir eu dou uma leve risada dessa situação, antes de perceber eu íris em olhar.
— EI! Você está por acaso me seguindo? — Exclamou ela me olhando um pouco irritada notando minha presença.
— Eu...não é nada disso...e que...
- Zumbir! me dá aqui meu chinelo, onde já se viu pegar nos chinelos dos outros! — Reclamou ele pegando da minha mão o calçando.
- Ei! Não preciso ser grosso também! — Reclamei para ele irritado como que fez — É você que tem culpa em deixar esse chinelo cair na minha cabeça.
— Olha como fala comigo sua criança! — Reclamou ela para mim irritada.
— Criança, eu tenho sua idade menina chata. — Exclamei sem pensar em mais nada por estar irritado com ela.
— Ora seu ...
Ao ter ficado irritado notei que os olhos de íris demonstravam novamente estar ardendo um fundo com aquele fogo azulado ao qual dançavam rapidamente, como uma força como se estivesse vivo dentro dela.
— Hum! Nem vou perder meu tempo com uma criança igual a você. — Bufou ela dando as costas para mim — E por que você está olhando tanto na sala de aula? Nunca viu uma garota afro — brasileira?
— Nada não é nada diss....e que...que....
— Humf, você e igual a muitos outros garotos que procuraram chamar minha atenção, eu não quero ter nada com garoto nenhum e não tenho interesse de ter algum em namoro... me deixa— me paz. — Falou Iris com um semblante frio para mim, antes de sumir no meio da multidão muito rápida.
— Credo que menina mais estanha! — Exclamei tal atitude estanha dela.
- Zumbir! Vejo que conheci a Iris pelo pé esquerdo. — Falou um homem de tamanho médio e um pouco careca próximo mim segurando um jornal.
— Quê? O senhor a conhece? — Exclamei surpreso com isso.
— Sim! Eu a conheço e a família dela, meu jovem prazer meu nome Manoel Sousa. — Falou ele estende a mão para mim — E qual é seu nome rapaz? Sabe que eu nunca vi você por aqui antes dessa cidade.
— Ash Ketchum, senhor Manoel! — Respondi para ele direto — Mas você realmente conhece?
— Sim! Conheço ela desde que tinha uns 5 anos de idade, inclusive converti de vez em quando com o avô dela, Drayden! — Respondeu e para mim calmamente — Uma boa pessoa ele, inclusive ela é um dos últimos descendentes de uma tribo indígena.
- Zumbir! Interessante, mas ainda assim ela não me parece ser uma boa pessoa agora, depois do jeito quem e tratou. — Falei ainda irritado pela maneira que agiu.
— Rapaz perdoe o que ela fez! Acredita que ela é uma menina muito boa, meiga e divertida quando se conhece direito, ela é assim só depois que o pai dela morreu. — Falou o senhor para mim com um olhar um pouco um triste — Isso já faz uns seis anos, no entanto ela continua afetada por isso é um amigo da família também foi afetado.
— Nossa ...eu não fazia ideia disso. — Falei triste ao ter ouvido essa informação.
— Você não tem culpa de nada, apenas fique um pouco no seu canto, até ela se rir. —Conselhou o Homem com um olhar um tanto melancólico.
— Tudo bem senhor! — Falei para ele ter de aceitar o concelho e perceber o livro em sua mão com alguns desenhos de uma estanha criatura semelhante a um duende ou coisa assim — O que está escrito nesse livro senhor?
- Zumbir! Você está interessado no meu livro? — Pergunte Manoel me olhando intrigado de nisso assentei fortemente — Esse livro que está vendendo na minha mão, e sobre a mitologia do meu país e suas várias criaturas mitológicas.
— Há?!aqui no Brasil você tem mesmo uma mitologia? — Perguntei um pouco surpreso pois pensei que não havia uma.
— Claro que esse país tem sua própria mitologia, meu rapaz, só que muito não daqui não valoriza ela e até infantiliza muito as lendas, como o lobisomem, a cabra-cabriola ou cuca. — Falou ele um pouco sarcástico- se com esse assunto — Ouve histórias que meu pai contava para mim e minhas irmãs quando criança, acho que eu iria ficar mais brancos o que papel.
— O que realmente eles infantilizam as mesmas lendas aqui nesse país? — Perguntei um pouco surpreso com isso.
—Claro Ash! Assim como as crianças sobre essas criaturas, mas embora isso pareça legal, eu não gosto disso. — Comentou o ele um pouco triste — Esses seres são bem astutos, traiçoeiros e perigosos.
— Espera! Você acredita nessa coisa? Tipo que existe a tal mula-sem-cabeça ou essa coisa de lobisomem? — Perguntei desconfiado com tal coisa que ele disse, fazendo até aparecer serem reais — Sabem que ele apenas é histórias para botar medo em crianças e no meu pai de origem tem lendas bem mais macabras e assustadoras que isso.
— Acreditei no que quiser meu rapaz, as pessoas querem acreditar no que querem, eu acredito no que percebo ser verdade que não preciso ver para crer, além disso as lendas daqui podem ser tão assustadoras quanto onde você nasceu! — Respondei ele dando um suspiro – E já que fiquei curioso sobre esse assunto, pode levar meu, livro para estudar mais sobre a cultura daqui.
— Espera, eu não quero ofender.......
— Não se preocupe com isso! Aliás, pode ficar com o livro, pois já li várias vezes ele e não vai fazer falta. — Falou o senhor calmamente e dá um sorriso curto nos lábios — E vejo que está precisando muito conhecer mais da cultura desse país imenso Ash.
— Tudo seja...bem Roma. — Gaguejei meio sem graça com tudo isso.
— Bom, eu tenho que ir agora, preciso comprar algumas coisas que estão faltando em casa agora, então até mais tarde. — Falou ele começando a se distanciar um pouco de mim — E nunca anda de privacidade à noite pela mata daqui perto, muitos perigos nela durante a noite as vezes durante o dia em certos períodos.
— Certo.... Vou fazer isso que disse. — Devolvei para ele estanhando o que ele e em seguida olho para o livro interessado livro que recebi – “Lendas e mitos do Brasil, o guia para específicos na cultura indígena e dos povos que fazem parte” interessante.
Quebra de tempo
Logo depois que voltei da rua vi que minha mãe não estava em casa fazendo com que tivesse que fazer minha praia comida, mas acabou que não estava com vontade de comer nada e fui me deitar no sofá da sala de estar confortavelmente.
Comecei folhear as várias páginas do livro que mostram várias criaturas do folclore nacional que em parte bizarras por seu nome ou aparecia como o tal da de Capelobo que parecia mais uma fusão de tamanduá com um homem ou coisa assim e que parecia mais uma cópia fajuta do vampiro com um lobisomem e que morre com um tiro no umbigo, outra foi tal de Caipora que aprecia uma espécie de duende ou elfo das matas, a Iara uma sereia de rios qual também faz o mesmo que as séries das outras partes do mundo.
— Meu Deus, por que será que as pessoas daqui acreditam nessas coisas bizarras? — Me perguntando dando uma risada com essa lenda — Mas até que meio criativo esse bicho tanto quanto algumas lendas do Japão.
Eu continuo a folhear mais um pouco livro durante alguns minutos até que numa uma virada de página, vejo uma criatura que acabou por me fazer lembrar do que ouvi na sala de Aula.
— O boitatá? Zumbir! Parece interessante esse bicho. — Falei o observando a figura de uma imponente cobra de fogo sobre e pouco depois acabei por começar a ler.
Leitura sobre
De Origem Tupi-guarani, boita´re uma das mais conhecidas lendas do enorme continua brasileiro e muito reconhecida por vários povos indígenas pelos colonizadores portugueses, sendo relatada pela primeira vez pelo padre Anchieta em 1500.
Diz a lenda que há muito tempo atrás, uma noite se prorrogou muito parecendo que nunca mais teria luz do dia. Era uma noite muito escura, sem estrelas, sem vento, e sem barulho algum dos bichos da floresta, era um grande silêncio. Os homens viviam dentro de casa e estavam passando fome e frio.
Não havia como cortar lenha para os braseiros que mantinham as pessoas aquecidas, nem como caçar naquelas trevas. Era uma noite sem fim. Os dias foram passando e a chuva começou, choveu muito, esta chuva inundou tudo e muitos animais acabaram morrendo.
Uma grande cobra que vivia em refúgio num imenso despertou faminta e começou a comer os olhos de animais mortos que brilhavam boiando nas águas. Alguns dizem que eles brilharam devido a luz do último dia em que os animais viram o sol
E de tantos olhos brilhantes que a cobra comeu, ela ficou toda brilhante como fogo e transparente, a serpente se transformou num monstruoso brilhante, o Boitatá. Dizem que o Boitatá assusta as pessoas quando elas entram na mata à noite. Mas muitos acreditam que o Boitatá protege as mortes contra incêndios.
Como a maioria das lendas e crenças populares que são passadas de geração em geração através do “ouvir e contar”, a lenda do boitatá sofreu algumas modificações, sendo que em muitas partes do Brasil a lenda é contada de forma diferente.
Essa criatura também possui suas variações em algumas regiões como Santa Catarina, por exemplo, o boitatá é descrito como um tour de "pata como a dos gigantes e com um enorme olho bem no meio da testa, a brilhar que nem uma tição de fogo".
Leitura desligada
- Zumbir! Interessante, essa criatura então controla o fogo. — Falei pensei o na notícia que vi na teve — Mas acho que isso meio absurdo, uma cobra de fogo existe nos dias de hoje.
Pouco depois acabei lindo mais um pouco o livro com algumas criaturas um tanto bizarras até que no fim por não aguentar de cansaço dormi bem ali na sala de estar praticamente por metade da tarde, mas o cochilo teve um sonho um tanto estanho entre o fogo azul se movendo igual uma serpente junto a uma figurara feminina de cabelos longos balançando no meio das chamas azuis que me pareceram intensamente entre as sombras escuras para em seguida desaparecer.
— Ash...Ash Onde você está? — Chamou como que desesperada e em lagrimas me procurando — Por favor Ash...onde você está.
Pouco depois de um homem chorando no chão próximo a duas sombras menores parecendo uma mulher e de uma criança pequena, no entanto algo de diferente naquela duas pois seus olhos parecem diferentes de um ser humano, mas como Iris de bicho.
— Seu Maldito...eu vou te matar por isso...vai pagar por isso que fez a elas. — Gritou voz do homem cheia de raiva e ódio em meio a lágrimas
no fim uma perversa gargalhada que fez meu coração quase pular do peito fazendo eu acordar.
— O que tudo isso significa esse sonho? — Perguntei todo assustado e um pouco suado de medo — Por que raios eu sonhei com isso?
Tentei raciocinar por algum tempo tentando saber o que seria esse sonho bizarro que tive, mas acabei por ficar mais confuso com isso e pensar que não ser a nada mais que um pesadelo que tive ao ler o livro que recebi do zelador.
Narrador em
Enquanto isso em algum lugar escuro e distante de onde Ash se encontrava, duas figuras se encontravam numa espécie de gruta ampla, úmida e mal iluminada por algumas tochas e pedregosa, onde demostrava estar com várias goteiras do teto cheio de estalagmites com alguns poucos morcegos suspensos nelas dando ar sombrio.
— Então ela está agitada novamente, sabe se conseguiu dominar os poderes por completo? — Perguntou voz rouca e fria de uma mulher aparentemente idosa.
— Ainda não! eu pude ver que ela ainda não consegue usar todo aquele poder contra gente! – Respondeu a voz de masculino forte e com certa soberba pertencente a um homem beirando a idade avançada — Mas preciso agir rápido, porque isso não é para sempre.
- Zumbir! isso em dá uma ideia muito boa pra poder a pegar! —Disse a mulher com certa satisfação em sua voz —E não se preocupe, não já planejei o que fazer.
— O que pensa que vai fazer? Vai usar um de seus cães? — Perguntou a seu fundo.
Após fazer essa disse um somos de correntes fortes e ouvido ao fundo da caverna, além de níveis grunhidos intensos indica que mais feras de grandes portes estão naquele local próximo.
— Quietos todos vocês bestas estupidas! Não para pegar ela, precisa—se de outra coisa do que vira—latas imundas do mato. — Respondeu a velha com um ar de seriada – Vamos precisar do serviço de algumas de nossas “colegas”.
— E quem seriam essas “colegas”? – Pergunto ele com certa dúvida.
— Logo você verá, mas agora precisamos tomar cuidado contra aquele caçador maldito e sua organização! Eles me dão nos nervos, malditos todos. — Falou ela cerrando punho de raiva – Eu quero eles todos mortos desde que vi da primeira vez.
— Sobre isso já estou tomando algumas limitações e garanto que ele vai morrer agora de uma vez por todas. — Afirmou o Homem com tranquilidade.
— Mas só me faça um favor, eu quero o torturar pessoalmente até loucura e depois saborear sua carne. — Disse ela num tom de prazer enorme com tudo isso.
—Está bem! mas deixe um pouco de diversão pra mim, eu também quero acertar um contas com esse maldito. — Concordou o homem com um tom de sadismo sem sua voz.
— Não se faça precocemente! Eu farei isso — Riu figura feminina em um tom maníaco e insano.
Continua no próximo ep
