Work Text:
Dentro do odiado e destrutivo rei há um coração. Um solitário, solitário, coração. Que ele sabe, precisa dela. – ele sabe disso. – dela novamente. O rei sabe por que ele é odiado. Ele não mente, admite! Ele fez coisas ruins a muitas pessoas. – ele nunca será perdoado, ele sabe. – Na escuridão do seu quarto, durante a noite. A solitária noite, mais uma de muitas. Ele relembra da mulher de cabelos ruivos. Que ele amou tanto, a muito tempo atrás. O odiado rei sente falta dela. – todo o tempo. – O sorriso dela, os reluzentes olhos castanhos. – que para ele, brilhavam mais do que as próprias estrelas. – A doce voz gentil, o cheiro, o toque suave de seus dedos.
Ele sente falta de tudo sobre ela. Desde as qualidades até os defeitos. – Oh, doce morte, com sua bela mascara. Por que você a tirou de mim? –
Sozinho. Tão sozinho, o rei chora. Ele chora por ela. Ele sente falta dela. – muito. – O rei de exóticos cabelos azuis nunca mostrará sua dor. – não em publico. – Ele nunca mostrará o quão só se sente após a partida dela. – não em publico. – Embora ele sinta tudo isso. O rei ainda não pode se juntar a sua amada ruiva. – Ainda é muito cedo, não é? – Pois ele fez uma promessa. Ele prometeu a ela, sua amada ruiva, no ultimo dia de vida dela. Ele prometeu. Ele iria viver, ganhar árduas batalhas, conquistar reinos. Ele ira viver, ate o último dia nesta terra.
“Nós iremos nos reencontrar no outro mundo?” Espero que sim.”
Ate que este ultimo dia chegue. O odiado rei, cruel, sádico, impaciente, sarcástico, inclemente e destrutivo. Ele continua com seu reinado de terror.
. – Espere por mim. Não renasça ainda. Eu estou indo, caminhando até você. –
