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POMBIAR SEXO GAY FOFO

Summary:

Literalmente o título👀

Notes:

OIOIIIOI É O PRIMEIRO SMUT QUE EU ESCREVO ESPERO QUE NAO TENHA FICADO TAO RUIM EBA

(See the end of the work for more notes.)

Work Text:

Depois da intensa perseguição com o Quibungo, o carro, quase caindo aos pedaços, estaciona na garagem. A equipe chega em casa exausta após aquele pico de adrenalina à alguns segundos atrás, Juan leva Pomba desacordado em seu ombro como um saco de batatas enquanto caminha para dentro, com a ajuda de Jasper, coloca o jovem deitado em uma cama mais afastada.
Eles discutem sobre quais seriam os próximos passos a se tomar, que plano deveriam seguir. Jasper foi o primeiro a se dirigir à cama mais próxima que tinha de Pomba e cair no sono, os outros fizeram o mesmo após alguns minutos, diferente de Lena que decidiu tratar dos ferimentos de Pomba enquanto ele dormia antes de sair para "conversar" na casa da árvore com Eloy.

 

Mesmo à noite, o clima permanecia seco e quente na caatinga. Não se sabe quantas horas haviam se passado desde que tudo aquilo tinha acontecido, mas Pomba se desperta na escuridão da madrugada, ele passa a mão pelas pálpebras enquanto se senta na cama, se familiarizando com o ambiente ao acordar. O jovem grunhe de dor quando se levanta da cama, ele olha ao redor percebendo todos ainda dormindo, o que era meio óbvio considerando que ainda estava escuro o céu lá fora. Ele suspira e vai mancando até o andar de cima, cada passo é um gemido machucado que sai de seus lábios, mas ele se força a continuar caminhando. Pensava estar sendo o mais silencioso possível, mas mesmo assim seu lamento chegou aos ouvidos de Jasper, que acordou de seu sono.

“Pomba?”

O homem murmura, lentamente se sentando na cama e olhando na direção de onde supostamente o outro deveria estar dormindo. Seu coração pula uma batida ao perceber a ausência do pássaro deitado na cama, ele rapidamente se levanta e olha ao redor.

“Pomba?! Ah, eai bonitinho.”

Jasper chama mais uma vez, um pouco mais alto enquanto sobe as escadas. Ele nem percebeu quando começou a ficar ofegante, só notou quando sentiu sua respiração relaxar ao ver o menino sentado sobre a luz das estrelas, olhando para o céu como se fosse uma obra de arte incompreendida.

Pomba estava prestes a se levantar quando ouviu seu nome ser chamado, mas para no meio do caminho ao ver Jasper já no último degrau. Ele ri baixinho, olhando para o homem por cima de seu ombro.

“Céus Jasper, você me assustou..”

Jasper riu em resposta, caminhando em direção a Pomba, ele se senta ao seu lado e observa o céu junto dele, Pomba faz o mesmo ao desviar sua atenção do homem para as estrelas.

 

“Por quê não tá dormindo?”

Jasper quebra o silêncio, Pomba responde sem tirar os olhos da atmosfera.

“Perdi o sono.”

Jasper nunca foi alguém de reparar muito nos outros, mas Pomba sempre foi tão bonito assim? Talvez seja a forma que a luz das estrelas banham seu rosto, é como se ele estivesse brilhando sobre elas. Os olhos cor de mel, tão brilhantes ao luar, seus cachos voam com o vento, na visão de Jasper, era quase como ver um anjo de perto.

“.. Jasper?”

Ele volta para a realidade, corando quase instantaneamente ao perceber o quão perto havia ficado de Pomba. Ele pigarreia sem jeito enquanto se afasta, o jovem apenas gargalha.

“Foi mal, eu me distraí.”

“Tá tudo bem, eu não me importo.”

 

O silêncio constrangedor falava por si só, Jasper pensa, repensa, suspira e finalmente decide encarar Pomba de volta.

“Olha, eu-”

Jasper se atrapalha ao notar que o mesmo já estava o encarando, ambos olhares se encontram como nunca se encontraram antes. Silêncio mais uma vez, Jasper não sabe quando seu corpo começou a se mover por conta própria, quando levou uma mão para gentilmente acariciar o rosto de Pomba, seu polegar passa pelo seu lábio inferior enquanto seus rostos se aproximam. Pomba fica nervoso, mas ainda assim decide seguir o fluxo; Seus braços se enlaçam sobre os ombros de Jasper, o mantendo próximo. Seus olhos se fecham lentamente e seus lábios se partem.

Antes que nota-se, o tocar de lábios faz com que ambos sintam uma explosão no peito, firme, quente — e de repente todo aquele nervosismo se esvai. Ao mesmo tempo que Jasper sentia o mundo ao redor deles parecia desaparecer, estava hiper consciente de tudo o que estava acontecendo. Ele corre seus dedos trêmulos pelo rosto de Pomba, subindo até seus cachos, tentando se aproximar mais do que possível. Não tão diferente de Jasper, Pomba sente o calor subir pelo seu corpo, a textura de seus lábios contra os dele fazia seu sangue pulsar, suas mãos agarram os cabelos na nuca de Jasper em uma forma de descontar a falta de ar.

 

Um silêncio confortável paira sobre o ar quando suas bocas se separam em busca de ar, as mãos de Jasper descem pelos lados de Pomba até chegarem em sua cintura, o homem continua a deixar selinhos no rosto do outro, que arfa em satisfação.

“Que resenha..”

Jasper murmurou, seu rosto quente desce de encontro com o pescoço do Pomba, o mesmo suspira em resposta. Seus lábios beijam e mordiscam a pele do Pássaro, as mãos inquietas em sua cintura passam por dentro de sua blusa, levantando-a lentamente. Mas ele para no meio do caminho, Jasper subiu seu olhar para encontrar o de Pomba, esperando algum sinal para que possa continuar (consentimento é importante galera!!).
Pomba estava nervoso, mas ele queria isso tanto quanto Aguiar, então acena a cabeça enquanto começa a se despir para facilitar as coisas. Jasper faz o mesmo.

Eventualmente, Pomba se encontrava deitado no chão de madeira, Jasper estava em cima de si entre suas pernas e as duas mãos em cada lado de sua cabeça, ambos completamente despidos e ofegantes. Jasper se inclina para baixo, dando um beijo rápido em Pomba antes de descer uma trilha de selinhos até o ventre dele.
Com um pequeno suspiro, Jasper gentilmente posiciona uma mão sobre sua coxa, ele morde o interior de suas bochechas enquanto trilha sua mão para o quadril e cintura de Pomba, e de volta para baixo. A pele dele era macia, fazia o dedo de Jasper formigar. Jasper desce sua mão um pouco mais a fundo, seu coração pula uma batida quando ele usa dois dedos para gentilmente partir os lábios de baixo de Pomba. Ele começou a fazer círculos suaves contra o clitóris dele, mantendo os olhos no pássaro enquanto observava seus olhos se fecharem. Ele se inclinou um pouco mais perto e depositou alguns beijos no quadril do menor.

“Você é tão lindo.”

Jasper sussurrou, Pomba choraminga baixinho tentando conter os gemidos que ameaçavam sair de sua boca.

Um único dedo circulou o buraco de Pomba antes de deslizar para dentro. Um dedo que o penetrava logo se transformou em dois, Jasper curva os dedos, experimentando e sorrindo quando Pomba falhou em segurar um gemido.

Decidindo que o jovem estava preparado o suficiente, Jasper volta a ficar em cima de Pomba, alinhando suas intimidades. Jasper não demora em mover seu quadril para frente, pressionando a cabeça de sua intimidade contra a de Pomba. O pássaro arfa, esfregando-se contra o membro entre suas pernas, espalhando seu lubrificante na ponta dele.
Jasper franze o cenho, dentes mordendo a língua para evitar fazer muito barulho. Ele gentilmente pressiona mais fundo em Pomba, massageando seu interior.

“Jasper, seria loucura se..”

Pomba suspira, olhos cor de mel vibrantes se encontrando com o esverdeado.

 

“O que? Me diga, Pombinha. Você pode falar qualquer coisa pra mim.”

Jasper lentamente mexe seu quadril para frente e para trás. Ele provavelmente sabia o que Pomba queria dizer, ele rezava para Deus que estivesse correto, ele implora, por favor. *Por favor, eu preciso te amar e não acho que viveria se você não me amasse de volta.*

Pomba com certeza pensaria que ele é meio bobo por pensar isso, mas não importa.

“Se eu dissesse que.. Eu te amo, Jasper. Ah, céus, Eu te amo muito.”

Pomba estende as mãos para segurar os ombros de seu amado, cravando as unhas e arranhando a pele. Um olhar de puro e sincero amor transparece em meio à luxúria.

Jasper penetrou Pomba lentamente, como teclas de piano pressionando para cima e para baixo, tocando uma melodia no coração do pássaro, fazendo o mundo deles virar de cabeça para baixo.

“Caralho Pomba, eu também te amo.”

Jasper inclina seu rosto para baixo, descansando a cabeça no ombro de Pomba enquanto ele aumenta a velocidade de seus quadris.
Isso foi o estopim para o pássaro, suas pernas tremiam, seu interior se contraia ao redor do pau de Jasper.

“Jasper, eu vou-”

“Eu sei, vamos juntos.”

E com as palavras de Jasper, Pomba arqueia as costas, sentindo seu interior ser preenchido. Seus fluidos se misturam dentro do jovem, que morde os lábios para segurar os gemidos.
Eles ficam parados por um momento, ofegantes, antes de Jasper se deitar ao lado de Pomba.

Ambos encaram o céu estrelado, trabalhando em regular a própria respiração. Pomba desvia o olhar para Jasper, nervoso, temia que aquelas palavras tenham sido em vão, que tudo não passasse de luxúria. Ele suspira, mas sua infelicidade logo se esvai ao sentir uma mão sobrepor a sua.

“A gente vai matar os vampiros e sair daqui, daí a gente pode ir em um encontro.”

Jasper gargalha e vira a cabeça para olhar de volta para Pomba, seu polegar acaricia a mão dele.

“..Promete?”

Pomba aperta a mão de Jasper.

“Prometo.”

 

DAÍ O JASPER MORRE E O POMBA ENTRA EM DEPRESSÃO PROFUNDA

Notes:

Eu escrevi isso tipo de madrugada e não foi revisado, então se tiver algum erro é por causa disso😓