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Summary
O que deve-se fazer quando seus sentimentos mais intensos, irracionais, fantasiosos, talvez bobos e imaturos, são tão fortemente rejeitados e ignorados? Esta é a pergunta que assombra Corvo todos os dias desde que ele e sua banda trocaram de gravadora e viu a pianista da porta ao lado. Corvo se sentia assustado, fraco, inquieto, amedrontado e intimidado pela presença de Alê. Com sua postura reta, elegante e uma etiqueta que nem anos de treinamento e estudo poderiam conseguir chegar perto de seu nível, mas também poderia se sentir assim pela aparência angelical e mística de Ale. Corvo nunca teve coragem de falar ou interagir com Ale, pelo seu jeito seco, impaciente, crítico, quieto e também um pouco solitário. É inegável que, mesmo nunca falando com ele além de acenos educados em elevador, nunca falei com ela, ainda que nunca nem tenha ouvido sua voz. Corvo se sentia naturalmente rejeitado, visto que a única vez que falou com ela foi um oi quando a viu entrar na porta ao lado e foi respondido com um aceno e um sorriso tímido que nem chegou aos olhos azuis dela.Corvo passava seus dias fantasiando sobre como seria o relacionamento deles, falava de Ale para todos os seus irmãos e seu pai, Harpia.
Series
- Part 1 of Cartas ao cisne
