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Serpente de fogo

Summary:

Ash Ketchum e um jovem de 16 anos comum no japão que por causa de seu emprego de sua mãe muda para o brasil e deve começar uma nova vida ,entanto sua rotina agora mudara completamente e apos conhecer uma certa garota morena de olhos belos e um ar misterioso ao mudar para sempre seu mundo como conhecera ao seu redor,onde novas descobertas e sentimentos surgiram a medida que conhece essa garota misteriosa.

negaishipping

Notes:

Aqui vai o inicio de minha fic gente

nossa eu tivela pensado desde 2018,mas estive cheio de desanimo e sem vontade,pois tneho baixa auto estimase querem saber e tive pouco sucesso antes,por iss

agora to tirando ela da gaveta empoeirada,pois não ficar assim para sempre

olha essa fic misturar a um shipp que curto de pokémon com mitoliga br que amo muito e sempre quis fazer uma fic abordando as nossas lendas nacionais e agora as trago para cá pessoal

(See the end of the work for more notes.)

Chapter 1: Prologo

Chapter Text

Ash pov’s
Depois que ouvi essa notícia eu não podia acreditar no que ouvi, pensei de início que era uma brincadeira com minha mãe, mas após ela dizer que não era, minha vida desmoronou em poucos instantes.

— Ash, Ash iremos nos mudar para o brasil. — Disse ela com uma animação surpreende.

Depois do que ouvi minha mãe falar, senti meu mundo cair e se despedaçar com tudo na minha frente com aquela noticia, isso não podia ser verdade.

— Mãe vamos ter mesmo ter que nos mudar?  — Exclamei em tom de protestes, pois não queira que isso acontece-se.

— Sinto muito meu filho, mas o trabalho está me chamando para morar no brasil e você tem de ir junto comigo! — Disse minha mãe se sentando ao lado cama acaricia cabeça — Mas olhe o lado bom disso.

— Que lado bom? -Reclamei com irritação, pois teria de sair do Japão para morar perto de uma floresta cheia de insetos e bichos selvagens.

— Sabe por que estou reclamando? Porque terei de dar adeus aos meus amigos, vou ter que deixar tudo que tenho aqui no Japão para ir morar no meio de um fim de mundo no Brasil. —Reclamei com irritação disso — Inclusive vou ter de deixara minha namorada.

Não consegui acreditar nisso minha mãe vai me levar embora da minha vida maravilhosa no Japão por causa do seu emprego de vendedora de imóveis aqui, aliás uma das melhores vendedoras daqui da Região, sei que ela faz isso para o bem dela e o meu, entanto que não quero deixar minha vida no colégio de Tóquio e meus amigos para trás, queria poder ficar aqui morando sozinho se pudesse.

— Mas filho entenda, eu quero levar você junto por que não quero ficar sozinha desde que seu pai partiu. — Disse ela comum ar um pouco triste — Você minha única família depois disso.

Após ter falado isso sentiu uma lágrima de tristeza cair de seus olhos, minha mãe não superou totalmente a falta de meu pai, depois que ele faleceu faz 7 anos, quando eu ainda era uma criança.

— Tudo bem, mãe, tudo bem. — Disse abraçando-a.

— Oh! Ash. — Minha mãe falou me dando um abraço que quase em matar de sufoco — Sei que via gostar de morar no brasil, eu juro.

— Sei, sei. — Disse com um suspiro de irritação — Adeus vida boa em Tóquio.

Quebra de tempo

Já se fazem exatamente dois meses desde que mudei da minha casa em Tóquio do Japão para cidade perto da maior floresta no mundo na cidade de Manaus, uma cidade com milhões de a habitantes considerada umas demais populosas do brasil capital do tal estado da Amazônia povoada antes por alguns povos indígenas antes dos europeus chegarem no século XIIV, eu acho pois nunca lembrei do estudei da história do brasil antes, nem prestava atenção na aula na minha escola particular, afinal sou japonês e vivi minha vida toda no pais onde nasci.

Hoje estou morando numa casa próxima grande em parte próximo a floresta amazônica no bairro praia grande próximo ao centro, soube que tem esse nome por ter uma espécie de praia no rio Amazonas, estava hoje em meu quarto me vestido para poder ir ao novo colégio onde estudaria, seria um colégio público, pois minha mãe queria que eu fizesse amigos novos por lá, acho que ela e muito ingênua em acreditar nisso.

— Ash, está pronto para ir ao colégio?  — Chamou minha mãe fora do quarto.

— Quase mãe! — Respondi de volta, enquanto visto minha camisa branca do colégio — Como queria poder estar de volta no Japão, sinto faltada minha antiga vida e da serena.

Após ter falado isso nome, senti uma lagrima cair em meus olhos por que em lembrei que deixei todos os meus amigos no Japão e principalmente minha namorada Serena que ao ouvir que eu teria que me mudar para o outro lado do mundo e nisso acabou derramando muitas lágrimas e nisso tudo acabou que teríamos que manter nosso namora longe um do outro, tenho raiva que o destino fez isso comigo.

Eu acabei tendo me distrair quando liguei um pouco na tevê que começou a passar uma notícia que me chamou muito atenção.

Jornal On

— Hoje a polícia ambiental das amazonas acabou por prender nada mais, nada menos que uma quadrilha de madeireiros ilegais aqui em Manaus que tentavam extrair madeira da floresta amazônica escondido, mas que acabaram sendo frustrados após um estanho que eles dizem ser o fogo vivo que os atacou e destruí suas motos serras e os atacou causando em algumas queimaduras de segundo grau! — Falou uma reporte de cor morena e olhos escuros como ébano — Mauricio pode mostrar a cena.

Quando o rapaz da câmera mostrou as imagens dos motosserras dos madeireiros eu vi algo de surpreender, as máquinas delas forma queimadas por algo muito quente, por que agora pareciam terem sidos jogadas numa fornalha quente e pode -se ver alguns deles sendo levados em ambulâncias que cuidavam de alguns dos bandidos que apresentavam mesmo algumas queimaduras nos braços e um pouco nos ombros, mas foi apenas isso que pude ver e ouvir até ouvir os paços da minha mãe subindo as escadas.

— Filho vai logo ou a vai se atrasar para escola! — Falou minha mãe batendo na porta.

— Está bem. — Falei desligando minha tevê colocando a camisa branca de meu uniforme.

Depois de me vestir desliguei tevê fui descendo apressado para a sala de jantar comer algumas torradas com geleia que minha mãe fez antes de eu ir para o colégio novo.

Quebra de tempo

Sai correndo de casa o mais rápido que por que me lembrei que o colégio não podia aceitar atrasos e ainda por cima era meu primeiro dia, sai correndo como se o mundo fosse acabar em meia as pessoas que passavam pela rua indo ao trabalho a outro afazer, nisso tudo quando e estava virando uma esquina acabei batendo com alguém que acabaria mudando para sempre minha vida.

— Ei! sei desengonçado não olha para onde anda!  — Gritou uma menina morena de cabelos escuros e olhos castanhos como os meus, essa estava de uniforme escolar praticamente igual ao meu so que tenho uma saia — Humf! Até parece uma criança!

— Desculpe ... eu não ...

— Hum!  Vocês todos são iguais e se esquecem de respeitas as damas.  — Reclamou ela um pouco irritada e pegando rápido a mochila — Droga Vou me atrasar.

— Mas espera eu...

Nem pude falar mais nada, por que ela acabou se levantando muito rápido e saiu correndo muito rápido sumindo em seguida numa esquina de padaria, acabei ficando um pouco triste, mas nisso tudo acabei por perceber que ela parecia ter características indígenas pela cor da Pelé e os cabelos serem lisos naturalmente, percebi isso pois estudei um pouco sobre a cultural brasileira antes de vir morar aqui no brasil.

— Meu Deus ela e bem rápida!  — Exclamei vendo a pressa dela sumindo rapidamente da minha vista e nisso olhei meu relógio de pulso — Eu também preciso ir logo.

Quebra de tempo

Depois de correr em disparada por uns dez minutos acabei chegando na escola quando os portões estavam por serem fechados e os últimos alunos e estavam por entrar na escola nisso acabei gritando em meio ao despereço.

— Espera, eu ainda vou...

Nisso antes que um possa completar o que eu iria dizer acabei e quase acabei batendo no chão, por que um estanho acabou por em segurar nos braços antes de eu cair.

— Rapaz essa foi por um triz. — Falou um Homem alto e de cabelos negros de a uns quarente anos me segurando, percebi que usava um uniforme   como emblema da escola no lado esquerdo.

— Obrigado senhor. — Agradeci a ele feliz para o não por não me machucar.

— De nada meu rapaz, mas vejo está atrasado um pouco. — Disse ele com um olhar sério e volta para o lado do portão — E melhor se apressar agora para a sua sala ou vai receber uma advertência logo no seu primeiro dia.

— O que? Como você sabe...

— Eu vi sua mãe o matricular nesse colégio rapaz, mas vai andando logo ou vai poder receber uma bronca dos professores. — Sugeriu o homem segurando a grade para puxar o portão.

— Está bem Senhor. — Falei assentei para ele – É Obrigado novamente pela ajuda.

Nisso sai correndo novamente para poder chegar minha sala que seria no segundo andar do colégio e nisso quando entrando tive uma enorme surpresa quando acabei entrando na sala de aula acabei por trombar com a pessoa com alguém quem menos esperava ver nesse dia.

— Ora seu não olha por onde anda? — Era mesma menina de cabelos roxos lisos e longos irritado pôs tombar de novo em mim.

— Desculpa, eu não vi você no meio...

— Olha não e me venha com desculpa seu...

—C alma íris, acho que ele não fez por mal? Não é verdade mocinho.  — Falou uma mulher alta de óculos e de bela de cabelos castanhos.

— Sim Senhora!  Eu apenas estou com muita pressa pois hoje meu primeiro dia de aula. —Respondi ainda um pouco assustado — Eu sou Ash Ketchum, um novo aluno nessa escola.

— Ah! sim me lembro de você sua mãe o matriculo a uns meses atrás aqui nesse colégio. —Falou mulher coçando um pouco o queixo — Você e o filho da Delia certo.

— Sim, senhora! — Respondei para ela educadamente — Qual é seu nome, eu me esqueci de perguntar.

— Prazer eu sou Júpiter coordenadora dessa escola e braço direito do Diretor Carvalho. — Apresentou ela gentilmente para mim.

— Então por que está que ainda nesse corredor, já estamos em horário escolar?  — Falou ele diretamente para mime seria — Podem se sentarem agora.

- Está bem, professora. - Dissemos juntos curvando cabeça pude notar que ela me olhou com um olhar meio hostil e irritado por causa disso antes de ternos nos sentados em nossas carteiras.

Logo após nos sentamos a coordenadora Júpiter saiu da sala de aula sem nos falar nada alguns minutos, os demais alunos ficaram a conversar, enquanto eu acabei por ficar com a cabeça deitada na cadeira olhando um pouco discretamente para aquela menina, a tal de Iris que fora a conversar com uma outra garota de cabelos vermelho curtos alegrem-te, mas que de tempos em tempos se virou para mim como que desconfiando e algo me chamou atenção no olhar dela e no jeito que agia.

  Entrou um homem vestido com roupas sociais brancas, óculos finos na cara e uma maleta Negra na mão, logo que ele s colocou sua maleta na mesa ele acabou por se apresentar.

— Olá Classe ele.  —Disse para todos nós fazendo meus demais colegas ficarem.

— Olá professor Nogueira. — Falaram meus demais colegas com exceção de mim e nisso ele acabou por em olhar.

— Garoto qual é seu nome? — Pergunta ele me olhando direto.

— AH! meu nome! —  Repito um pouco fora da realidade e nisso falei para ele — Meu nome Ash Ketchum, eu sou um aluno estrangeiro vindo para esse colégio.

— Verdade eu fui informado pelo diretor que hoje vira um novo aluno para essa escola, seja bem-vindo Ash Ketchum.  — Falou o professor Nogueira dando um sorriso para mim — Agora pode se sentar e ouvir a matéria.

 — Sim professor! — Respondi me sentando rapidamente para não chamar atenção mais dos meus demais colegas.

Nisso alguns alunos ficaram a comentar de mim e algumas meninas me olhavam com certa admiração dando algumas risadinhas ao me verem, mas isso tudo teve-se de ser parado quando o professor Nogueira mandou todos ficarem quietos e começou a lecionar a aula, todos ficaram quieto e começaram escrever o que o ele escreveu no quadro negro, entanto durante esse acontecimento percebi que Iris ainda me olhava um pouco e pude ver em no fundo de seus olhos aquele brilho de fogo.

Quebre de tempo

Depois de termos anotado tudo que tinha no quadro negro, o Professor Nogueira deixou a gente descansar um pouco faltando meia hora antes do sinal tocar, mas nisso tudo um dos meus colegas acabou levantada mão.

 — Professor Nogueira, queria saber uma coisa uma opinião sua!  — Falou um de meus colegas de pele morena e cabelos enrolado escuros.

— Fale Matheus, o que quer saber! — Respondeu um om professor para ele.

— Bom professor, isso pode ser ridículo eu perguntar e isso.  — Falou ele meio nervoso e o professor fez o sinal para prosseguir — Mas queria saber se você acredita nessa história do boitatá poder existirá.

Nisso todo o olharam um pouco impressionados por falar desse tal boi sei lá.

— Bom Matheus não achei ridículo isso, eu inclusive acredito que toda a lenda tem um fundo de verdade! — Disse o professor dando um sorriso reconfortante para ele — É bem quanto isso melhor não duvidar por, existem muitas coisas que ciência não pode comprovar ainda.

— Então pode ser possível que o boitatá, lobisomem, saci, cuca existam professor?  — Perguntou ele interessado — Meus avós e pais acreditam nessas coisas em falam para tomar cuidado com alguns deles.

— Bom, ainda não existem provavas corretas para se provar existem desses seres Matheus, apenas existem relatos de pessoas que afirma ter visto, inclusive ouvi de meu pai que ouvi do pai dele no qual viu um quando trabalha num sitio para os lados do interior de são paulo. —Explicou o professor coçando um pouco a cabeça.

— Mas professor, isso não é bobagem essa coisa de entidades folclóricas?  — Falou um de outras das minhas colegas de cabelo escuro.

— Mas Luana não me esqueço que muitas dessas pessoas são simples e que moram longe de cidades muitas deles mente! — Explicou ele para todos nós que olhamos muito interessados — A muitos anos existem relatos sobre das brincadeiras do saci, dos casos de extrema e crueldade dos lobisomens e da mula-sem-cabeça e as aparições do caipora entre alguns demais.

— Mas Professor eu vi também essa reportagem na tevê sobre os madeireiros que foram atacados e vi que aquilo não podia ser obra de ser humanos, inclusive parecia que as serras elétricas dele forma submetidas a uma grande temperatura pelo que falaram na teve. — Falou uma menina de cabelos   escuros.

— Sobre isso não sabemos o que aconteceu, mas não podemos chutar suposições sem ter provas concretas.

— Certo professor, mas o que seria esse tal boi.... Nem sei com que dizer nome dessa coisa. — Falei meio sem jeito.

— Boitatá, nunca ouvi falar disso Ash? — Perguntou ele para mim antes de completa e eu assenti que não — Bem essa e uma lenda brasileira muito famosa pelos povos indígenas e registro de existir séculos aqui nessas terras, dizem que ele e quem protege das matas e florestas brasileiras, mas se quiser saber mais e só pesquisar em livros e na internet, meu jovem.

— Certo professor. — Disse assentido e nisso vejo que a Iris me olhou rapidamente para em seguida se virar.

— Bom pessoal, aula termina aqui até amanhã. — Disse ele para todos nos.

 — Até professor! — Respondemos de volta para vou ir em seguida o sinal.

 Quando estamos indo de partida acabei vendo íris se levantara rápido a partir da sala como se estivesse com muita pressa e quase que atropelou alguns alunos nisso tudo, mas com sorte ela se desviara muito facilmente notei por alguns segundos que o pescoço dela estava alguma espécie de colar com uma pedra verdade, entanto não consegui ver mais anda depois que ela se misturou alguns alunos que saiam da minha sumiu de minha vista, tenho que dizer que aquele dia foi estanho um pouco.