Actions

Work Header

I can turn blue into something beautiful (beautiful like you)

Summary:

5 vezes em que o Andrew escondeu seu sorriso de todos + 1 em que ele se permitiu mostrá-lo a Neil.

Notes:

FELIZ AMIGO OCULTO!!
Era para isso ser uma oneshot, mas se transformou num monstrinho de seis capítulos que eu não consegui finalizar a tempo da entrega dos presentes. Perdão!
Mas não se preocupe, os próximos caps. já estão a caminho e eu vou escrever essa história até o fim. Portando, ligue a notificação dela se quiser acompanhar :)

Alex, espero muito que você goste <3

Chapter 1

Notes:

(See the end of the chapter for notes.)

Chapter Text

— Você tá roubando, não é possível! — Nicky exclamou assim que a carta final de Andrew caiu por cima das outras, oficializando mais uma vitória para ele.

Aaron fez seu drama jogando suas cartas restantes para o alto, xingando o irmão num murmúrio. Nicky continuou seu show batendo a cabeça na mesa ao lamentar o total de cinco derrotas consecutivas no UNO, indignado por todas terem sido graças ao primo. Andrew soprou a fumaça do seu segundo cigarro da noite para fora com satisfação. Lançou um olhar furtivo a Neil e o viu sorrir levianamente.

— Como alguém pode ter tanta sorte? — Nicky choramingou contra o tampo da escrivaninha.

— Sorte é o caralho, você tá de trapaça com certeza! — Aaron acusou Andrew, que mal dignou um olhar para o irmão, dando uma tragada no cigarro. — Com você! — Ele apontou o dedo para Neil.

Andrew viu o sorriso do ruivo se entortando ao que ele dava de ombros sem desviar a atenção da tarefa de recolher as cartas.

— Eu não sei de nada.

Aaron bufou em resposta, se levantando.

— Eu desisto.

— Covarde — Andrew acusou.

Seu irmão lhe deu as costas e estendeu o braço para lhe mostrar o dedo do meio, caminhando em direção a cozinha. Nicky murmurou algo sobre banheiro e se arrastou até lá pelo que Andrew contou como a quarta vez na última hora – os drinks cor de rosa de Allison no meio da cena do crime.

Enfim sozinhos na janela, Andrew e Neil trocaram um olhar cúmplice antes de Andrew erguer a bunda do peitoril apenas o suficiente para Neil recolher as cartas escondidas debaixo dela e juntá-las ao baralho.

— Mentiroso — Andrew soltou.

— Trapaceiro — Neil devolveu.

A operação durou exatos cinco segundos, e quando Aaron voltou até lá com uma long neck em mãos, foi como se nada tivesse acontecido. Sem rastros, sem trapaça.

Andrew sustentou a mirada de Neil, que o encarava com seus olhos intensos, encarcerando a atenção dele dentre as ondulações das variadas tonalidades de azul que encapsulavam, enquanto os dedos ágeis não deixaram de embaralhar as cartas do jogo.

— Matt não gosta de marcas de cigarro na janela.

Contrariado, Andrew arrastou os olhos até Aaron, que fitava a mão do gêmeo apagando a bituca no peitoril. Andrew a esmagou com mais força por tempo o suficiente para que a marca ficasse bem evidente, sem desafixar o olhar do irmão. Aaron revirou os olhos e se contentou em deixar para lá, dando uma golada em sua cerveja.

Quando Andrew se voltou para Neil, ele já estava distraído com a gargalhada feminina que atravessou o quarto. Não era do interesse do loiro qual brincadeira entediante os veteranos estavam fazendo, mas o fato do som estridente ter saído de Renee o fez dar uma olhada.

Já era madrugada e, àquela altura da noite de jogos, ninguém mais estava ligado o suficiente para se dedicar a uma partida séria de alguma coisa. Então, enquanto Matt e Dan se acabavam de rir, emaranhados no chão jogando Quem Sou Eu?, as outras duas meninas disputavam no Mario Kart do sofá, com os primos e Neil jogando UNO nas escrivaninhas e Kevin encolhido num canto com a cara enfiada num cubo mágico que ele nunca iria resolver.

Desde que todos haviam jogado uma incessante e quase interminável partida de Risk – que teria durado, no máximo, duas horas se a maioria deles não agisse como animais selvagens em caça –, Kevin tinha lidado com a sua patética derrota da maneira que sempre fazia: sendo um idiota. Ele se isolou do resto das Raposas, se recolhendo a sua insignificância, ao passo que a equipe Minyard-Walker dominou o mundo e acabou com a raça de todos os outros times. Isso, é claro, depois de Day apontar detalhadamente as falhas que Nicky cometeu como sua dupla. Nicky, por sua vez, não questionou nenhuma delas, apenas derramou uma golada do Pink Panther patenteado de Reynolds garganta a baixo a cada uma.

Naquele momento, Andrew observou, os veteranos haviam se agrupado ao fazerem uma dinâmica estúpida onde Matt pressionava os braços cruzados de cada um contra seus próprios peitos, o que aparentemente os fazia gargalhar.

— É divertido — comentou Renee ainda risonha, voltando a respirar normalmente.

— Minha vez! — Allison tomou o lugar dela, deitando no chão.

Andrew não foi pago para estar lá.

Sério.

Ele não recebeu uma sequer recompensa em dinheiro. Ou em cigarros. Nem mesmo em doces. Mas Neil – maldito Neil – usava a presença de Andrew em ocasiões que nem aquela como carta de troca para o que quer que Andrew quisesse dele – como um jogo íntimo e secreto que pertencia apenas ao dois.

Desde que as Raposas se reuniram e passaram a noite em um só quarto, depois de voltarem do pesadelo que foi Baltimore, numa rara ocasião de união fora da quadra, o que era para ser um evento isolado se tornou uma espécie de tradição. Pelo menos uma vez ao mês, o time passou a se encontrar no quarto de Matt e Aaron, antes pertencente a Neil, a fim de realizar alguma atividade banal e medíocre em grupo. Noites de filmes, noites de jogos, noites temáticas, sempre terminando no mesmo cenário: os nove caindo no sono, esparramados no chão forrado em lençóis de um espaço pequeno demais para acomodar a todos.

Tentativas falhas de parecerem pessoas normais e ajustadas.

Para Andrew, o mais irritante era a forma com que tudo acontecia. A maioria agia despretensiosamente sobre as noites, como se a equipe realmente se unisse mensalmente de forma natural para "curtir junto". Como se, caso uma Raposa não quisesse fazer parte, não fosse sofrer forte retaliação e pressão psicológica até que mudasse de ideia.

Kevin que o diga. Sem ninguém para acompanha-lo, seus treinos noturnos estavam fora de cogitação quando haviam encontros orgânicos como aquele.

Uma grande perda de tempo, era o que Andrew tinha a dizer a Neil sobre isso. Não que adiantasse, a resposta de Josten era sempre a mesma, não importando a insistência:

— Raramente te vejo entediado quando estamos lá. — Ele dava de ombros e ainda tinha a audácia de parecer achar graça.

Andrew o odiava.

Ele suspeitava que Aaron e Renee compartilhavam da opinião de Neil, ainda mais nas noites em que Andrew escolhia o filme, sem ligar para a opinião do resto, ou usava o raciocínio rápido a seu favor em jogos de estratégia. Mas eles eram espertos o suficiente para ficarem quietos sobre o assunto. Diferente de Neil, é claro.

Neil era um imbecil. Um imbecil por escolha.

E Andrew era um imbecil ainda maior por comparecer a todas as noites atípicas só para ter o deslumbre de um novo fragmento de Neil Josten em troca, mesmo achando que lhe seria concedido de qualquer maneira, eventualmente.

Em defesa de Andrew, Nicky sempre comprava chocolates para a ocasião. E irritar Kevin com filmes repletos de incoerências históricas era muito melhor do que assisti-lo quicar uma bola numa quadra vazia por horas a fio.

Mas em momentos como aquele, no qual a risada esganiçada de Allison rasgava seus tímpanos e a animação de Dan para ser a próxima a ser esmagada lhe causava enjoo, Andrew questionava quanto realmente valiam as verdades de Neil.

Talvez ele cobrasse um boquete em troca daquela noite.

— Pra que isso? — Neil perguntou.

— É uma brincadeira pra descobrir a verdadeira risada das pessoas. — Matt gesticulava animado. — Aprendi com os meus priminhos no Natal.

Se as janelas dos dormitórios não tivessem telas de proteção pregadas a elas, Andrew teria se jogado da mais próxima. Parecia um destino mais agradável do que fazer parte daquilo.

Enquanto a única possibilidade de realizar esse desejo era na sua imaginação, ele apenas se levantou e foi até a geladeira. Infelizmente não longe o suficiente para deixar de ouvir a conversa.

— É assim: a pessoa deita e cruza os braços sobre o peito...

Andrew abriu a geladeira e procurou algo interessante em meio às sobras de comida, garrafas de cerveja e as caixas de leite de amêndoas de Aaron.

O lembrete de que o bebezão do seu irmão era intolerante a lactose quase o fez querer sorrir.

— Aí você pede pra ela forçar uma risada e então aperta os braços dela contra o peito. Sem muita força, claro...

Andrew agarrou o pacote meio vazio de M&M’s que encontrou no fundo da última prateleira e bateu a porta da geladeira com força.

— A pessoa vai sentir uma vontade incontrolável de rir e soltar uma gargalhada super genuína.

Neil piscou para Matt, apático. Houve um segundo de silêncio em que Andrew leu na expressão dele que Neil achou aquilo tão estúpido quanto ele.

— Hm — foi o que disse, fazendo uma pausa. — Por quê?

— Não faço ideia — Matt respondeu seriamente.

Então ele e as meninas começaram a rir, ainda mais abobalhados que o normal pela quantidade de Pink Panthers ingeridos até aquele momento. Andrew piscou lentamente e se recostou no balcão, dando as costas a eles ao encher a boca de M&M’s vermelhos, fantasiando que o pigmento era feito com o sangue de cada um.

Ele ouviu um arquejo e não precisou se virar para saber que saiu da boca de Nicky.

— Me dá um pouquinho aí! — Andrew afastou a embalagem do doce quando o primo tentou pegá-la, lançando um olhar enviesado de aborrecimento. Nicky transformou a súplica numa lamúria. — Vai, Andrew! Você só come os vermelhinhos, deixa eu comer os outros!

Ainda olhando para ele, Andrew virou o pacote na boca, derramando nela todos os M&M’s que restavam. Nicky bufou e foi para longe. Logo sua atenção estava na atividade extremamente inovadora e interessante dos veteranos. Depois de Dan, Nicky se candidatou a fazer parte da palhaçada, trocando de lugar com Matt após terminar de danificar a audição de Andrew com as suas risadas.

Ele mal percebeu a aproximação de Renee, mas ela fez barulho ao arrastar o banco alto da ilha de mármore, sentando-se atrás de Andrew.

— Não quer participar?

Andrew se virou de lado para poder olhá-la nos olhos, as bochechas infladas pelo tanto de chocolate que ele mastigava com esforço. Renee o contemplou por um momento, divertida, e então sorriu, apoiando a cabeça numa das mãos para assistir aos outros. Andrew soube que ela entendeu sua resposta.

— Quer tentar, Aaron? — Matt propôs.

Um breve silêncio cobriu a sala.

Andrew já havia notado que uma aproximação entre Boyd e seu irmão aconteceu com todos aqueles meses sendo colegas de quarto, passada a estranheza das primeiras semanas de adaptação. Conversas sobre as namoradas, ajuda com as aulas, uma melhor harmonia dentro da quadra... Andrew não sabia – e não ligava o suficiente para descobrir – se aquelas interações do cotidiano constituíam uma amizade entre eles, mas era notável que o convívio dos dois tornou recorrente atitudes como a de Matt incluir Aaron daquele jeito.

Andrew olhou para o irmão e viu sua hesitação na lentidão em que engoliu o gole de cerveja. Aaron olhou para o gêmeo de relance antes de deixar a long neck de lado e se levantar.

Andrew com certeza cobraria um boquete em troca daquela noite.

Ele deixou o cômodo e foi ao banheiro, dizendo a si mesmo que sua bexiga cheia era a única razão. Depois de mijar, Andrew voltou, fingindo que a gargalhada de Aaron não tinha sido mais alta do que o jato de água da pia e que o som não tinha lhe transmitido nem um pingo de satisfação.

Nicky estava insistindo para que Kevin tentasse também quando Andrew retomou o seu lugar na janela. Kevin fazia com as sobrancelhas o franzimento característico da carranca que ele e o treinador compartilhavam, por mais que negassem as acusações do fato infinitamente. Seu cubo mágico já havia sido jogado de lado, apesar da sua acidez permanecer presente. Nicky o puxava pelos braços e Kevin se debatia ao tentar se soltar.

O mau humor acentuado dele se devia não apenas a lamentável derrota no Risk, mas também ao seu luto pela vodca ter sido toda usada por Alisson ao fazer seu drink muito doce, muito leve e muito rosa – um terror ao paladar mimizento de Kevin.

— Vocês só tão prolongando a noite com essa palhaçada, é claro que isso não é real. — Andrew ouviu Day dizendo enquanto tirava um cigarro do maço. — A partir do momento que vocês sabem o objetivo da brincadeira, vocês reagem de acordo com ele, como uma profecia autorrealizável — ele continuou, ignorando o couro de desaforos das Raposas.

Andrew tateou os bolsos a procura do isqueiro, mas só o achou quando Neil apareceu na sua frente, recostando na escrivaninha com o objeto em mãos. Eles se fitaram ao que Andrew inclinou o cigarro pendurado nos lábios na direção de Neil, que deu luz a ele no mesmo instante. Andrew tragou com gosto e soltou toda a fumaça no rosto do outro. Neil mal piscou, a lateral dos lábios repuxando para os lados.

— Sem fumaça do lado de dentro — ele fez com a boca, sem emitir som.

— Foda-se — Andrew fez com a sua, procedendo com outro trago.

Neil apoiou uma das pernas no tampo da mesa, sentando de lado. Andrew liberou a fumaça em direção a janela dessa vez, mesmo sabendo que nenhum dos patetas estava verificando-o. Todos estavam investidos em Kevin. Em provar que ele estava errado.

Quando Andrew olhou de volta para dentro, Kevin estava deitado com os braços na posição indicada por Matt, mas ainda de boca aberta para protestar, como a natureza do seu ser mandava. O tempo todo.

— Cara, pra funcionar você precisa relaxar.

— Eu tô relaxado — rebateu Day.

— Não tá, não — Neil contestou.

Kevin o fuzilou de lá do chão, os cristais esverdeados em seu olhar acendendo.

— Por que você não fica na sua!?

Neil lançou para Andrew um olhar convencido, levantando a sobrancelha, como se dissesse “Viu?”

— Será que você consegue baixar a guarda por cinco segundinhos? — Dan perguntou, incisiva.

Kevin grunhiu e espantou para longe a unha que Allison usava para tentar desfazer a ruga da sua testa franzida. Fechou os olhos, respirou fundo, e deu o comando para Matt começar. Todos assistiram com expectativa.

Três sólidos segundos sem sentir nada foram o bastante para que Kevin reabrisse sua boca grande e voltasse a cuspir sua prepotência na cara dos outros.

— Eu falei que essa merda não é de verdade, vocês-

O som que o interrompeu saiu dele mesmo. Lufadas de ar brandas no início, que precederam o barulho mais surpreendente que já saiu de dentro de Kevin Day. Era diferente da sua risada alcoolizada, que deixava seu corpo mole e soava boba, com um subtom melancólico. Também diferia da sua risada sarcástica, da qual fazia escorrer pelos lábios o veneno que guardava debaixo da língua. E era ainda mais distinta da sua risada midiática, uma melodia tão ensaiada quanto uma peça de teatro, mas convincente o suficiente para os ouvidos do público.

Escalou de algo semelhante a uma pessoa asfixiada em busca de ar para o que parecia uma série de soluços agudos, espaçados por gritinhos mais agudos ainda.
Kevin empurrou Matt para longe e se apoiou nos cotovelos, tentando recuperar a compostura com o cenho mais franzido do que nunca. Respirando forte, ele deu uma olhada tensa em volta.

O cigarro de Andrew tinha parado no meio do caminho para a sua boca, tal como a cerveja de Aaron. O queixo de Nicky estava caído. Renee cobria seu sorriso enorme com a mão. Allison e Dan tinham os olhos arregalados e Matt o semblante em completo choque. As sobrancelhas de Neil haviam subido quase até a linha do seu cabelo.

— KEVIN, VOCÊ RI QUE NEM UMA CRIANÇA! — Nicky rasgou o silêncio.

Foi o que abriu portas para o resto das Raposas desatarem a rir. Allison caiu para trás enquanto Dan batia palmas ao cair por cima dela. Matt permaneceu atônito, como se tivesse visto um fantasma. Kevin encarou o chão, mortificado, as bochechas pintadas de rosa ao som dos contínuos gritos de Nicky.

Andrew expirou, voltando a fumar. Diante do jeito que a sala rapidamente se tornou um caos absoluto, Neil parecia estar se divertindo quando disse:

— Ele soa como um limpador de vidro.

A fumaça saiu pelo nariz de Andrew, denunciando a lufada forte de ar que ele soltou. Neil tinha falado num alemão baixo para ninguém mais ouvir. Ele encarou o loiro de maneira sorridente quando percebeu que o havia feito achar graça. Andrew balançou a cabeça e evitou seu olhar, o que só serviu para deixar Neil ainda mais satisfeito.

Após Kevin fugir para o banheiro, resmungando na força do ódio respostas a todas as piadas a respeito da sua risada limpa-vidros, Neil se ofereceu para ser o próximo, e último, na brincadeira tonta de Matt, causando reações calorosas nos veteranos. Ele pousou o isqueiro na mão de Andrew, prolongando o movimento com uma olhada final, e se afastou para se juntar ao bando de patetas.

Com a palma da mão formigando, Andrew apertou o isqueiro até os dedos ficarem brancos e se voltou para o céu escuro a fim de terminar seu cigarro.

Maldito Ruivo. Maldito Coelho. Maldito Abram.

Ninguém jamais escutaria Andrew admitir aquilo em palavras, nem mesmo em sua própria mente, mas o coração idiota dele retumbou contra o seu peito no ritmo do riso enérgico que saiu de Neil. Os seus lábios idiotas tremeram ao se contraírem num sorriso afetado. E a sua consciência idiota sabia com uma certeza nauseantemente absoluta que nada, nada, que Neil se pusesse a oferecer a ele como recompensa chegaria aos pés de lhe fazer sentir tanto quanto o som da sua risada era capaz.

Mas Andrew ainda não abriria mão daquele boquete.

Notes:

Comentários, críticas e risadas são sempre bem vindos!!
Essa foi a minha primeira vez escrevendo aqui e um retorno para a minha escrita num geral, que estava inativa por MESES, então, me desculpem qualquer coisa.

Obrigado a diva Adm do @aftgopinions e ao Bow, que me deram uma ajudinha e um incentivo nessa. E obrigado Lyra pelo nome do drink!!

Meu twitter